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segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

O desenvolvimento da tutoria na formação inicial de professores

Artigo publicado nos anais do XX Congresso Brasileiro de Ensino Superior a Distância (ESUD 2023) 

SANTOS, Letícia de Oliveira.; PIMENTEL, Fernando Silvio Cavalcante. O DESENVOLVIMENTO DA TUTORIA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES. ESUD|CIESUD, [S. l.], p. 14, 2024. Disponível em: https://submissao-esud2023.ufms.br/home/article/view/24. Acesso em: 15 jan. 2024.

O DESENVOLVIMENTO DA TUTORIA NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES


RESUMO: Este estudo apresenta uma pesquisa experiencial sobre o desenvolvimento da tutoria do Programa Institucional de Fomento e Indução da Inovação da Formação Inicial Continuada de Professores e Diretores Escolares (Pril), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) campus Sertão e sede na cidade de Delmiro Gouveia. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e exploratória, considerando a análise de um fenômeno contemporâneo e em contexto de vida real. O objetivo é analisar como a tutoria, enquanto prática docente no Pril, assume um papel significativo na formação inicial de professores diante dos desafios advindos da realidade. A coleta dos dados foi realizada a partir das ações da tutoria realizada nas disciplinas de Desenvolvimento e Aprendizagem, Metodologia Científica, Profissão Docente, Didática, Gestão da Educação e do Trabalho Escolar e Tecnologias Educacionais Digitais, dos cursos de licenciatura em Ciências, Letras e Pedagogia. A análise dos dados seguiu a proposta de Kolb (2014) a partir de uma perspectiva narrativa. Os resultados indicam que cursos presenciais com 40% da carga horária a distância requer da tutoria uma proposta de diálogo ao enfrentamento das dificuldades apresentadas pelos estudantes na continuidade dos estudos em nível superior. As intervenções da tutoria foram para além dos quesitos técnicos e burocráticos, exigindo uma postura de atenção, cordialidade, acolhimento e inclusão. 

Palavras-chave: Aprendizagem. Ensino Superior. Tutoria.

Disponível em: https://submissao-esud2023.ufms.br/home/article/view/24/34

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Educação a Distância hoje


O pesquisador Garía Aretio está disponibilizando uma série de vídeos da conferência inicial do Curso de Iniciação a Tutoria na UNED (Espanha).


Os conteúdos são gerais e básicos sobre a EAD, e podem servir muito para aqueles que pesaquisam na área ou que desejam aprofundar sobre a Tutoria e a EAD.


Você pode visualizar o blog de Aretio clicando aqui: http://aretio.blogspot.com/


La educación a distancia hoy. Modelos y eficacia

Pulse AQUÍ para ver el Vídeo
Se trata de una sesión de formación para los nuevos profesores-tutores que se incorporan a la UNED. El Instituto Universitario de Educación a Distancia (IUED) de la UNED organiza cada año un curso de formación inicial para los profesores tutores que se incorporan cada año como nuevos en los diferentes Centros Asociados de la UNED.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Educação não é Fast-Food

Hoje pela manhã recebi u e-mail da ANATED sobre a campanha promovida pelo Conselho Federal de Serviço Social, que não aceita a oferta de seu curso de graduação na modalidade a distância.

Gostaria de convidar a todos para lerem o post de João Mattar: Por que eu apoio a Campanha Educação não é fast-food - disponível em seu blog. (Clique aqui)


E depois lerem a postagem da ANATED


Recebido por e-mail:

ANATED consegue liminar para retirar campanha “Educação não é Fast-Food” do ar 

Em ação cautelar promovida pela Associação Nacional dos Tutores de Ensino a Distância (ANATED), o juiz federal Haroldo Nader, da 8ª Vara da Subseção Judiciária em Campinas - SP, concedeu liminar no último dia 28, determinando a cessação da campanha publicitária “EDUCAÇÃO NÃO É FAST-FOOD - DIGA NÃO À GRADUAÇÃO À DISTÂNCIA EM SERVIÇO SOCIAL”, promovida pelo Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), em conjunto com outras entidades do setor.
A campanha veio a público em maio deste ano, por meio de vários vídeos, materiais gráficos, disponível de forma impressa e online, e até mesmo um spot de rádio, que estava sendo veiculado em rádios comunitárias em todo o país, com o objetivo de dizer não a graduação a distância em serviço social. Entretanto, o material estava causando constrangimentos aos profissionais (tutores de EaD) e aos alunos desta modalidade de ensino. Segundo o entendimento do juiz federal, “o conteúdo em som e vídeos têm caráter altamente pejorativo ao ensino à distância em serviço social, abusando da simples crítica à qualidade daquele método. E expõem os consumidores deste método ao ridículo, tratando-os como pessoas de pouca inteligência e discernimento”, afirma em sua decisão.
Segundo Luis Gomes, presidente da ANATED, só se decidiu entrar com uma ação judicial porque a todo o momento a campanha é um ataque direto aos tutores e aos estudantes dessa modalidade. “Quem se depara com o material fica indignado com o que vê. Por isso, quando nos deparamos com a violação de preceitos que regem a nossa própria existência, nos vimos na obrigação de sair em defesa aos ataques provocativos”, esclareceu o presidente.
A Liminar deferida determina que o conjunto CFESS recolha todo material gráfico impresso e informatizado (disponível para baixar via internet): cartaz, cartão postal, marcador de página de livros, adesivos – relacionados à campanha “Educação não é Fast-Food”, bem como a cessação da exibição de todos os vídeos e da transmissão do spot, em seus sites e em todas as emissoras de rádios do país.

Inteiro teor no blog da Anated: acesse aqui

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Chaves para a atuação de tutor na EAD

Do site: E-learning America Latina
http://www.elearningamericalatina.com/radiografias/rad_17.php

Claves para desempeñar el rol de tutor en un programa virtual

Habitualmente, las funciones y características de los tutores se definen en función de los criterios preestablecidos por los textos científicos. Sin embargo, la experiencia suele ser una excelente consejera para adaptar esas elaboraciones teóricas a las necesidades de la práctica cotidiana. Analizamos el trabajo desarrollado por la Pontificia Universidad Católica del Perú.
“La tutoría es un espacio de coordinación fundamental e imprescindible para el e-learning. Su labor esencial es ayudar al estudiante a aprender para culminar con éxito su esfuerzo académico. Por tal motivo el tutor ha de convertirse en facilitador e intérprete eficaz de las necesidades de aprendizaje”, señaló Patricia Ugaz, la Coordinadora Administrativa de la PUCP Virtual ( Pontificia Universidad Católica del Perú ), durante su presentación en Online Educa Madrid 2005.

“La preparación del tutor debe basarse en potenciar las capacidades del estudiante en situaciones de desempeño o de actuación específica, en el aprendizaje cooperativo y en el trabajo interdisciplinario”, agregó la especialista, en el marco de su conferencia “Ser tutor de un programa virtual una propuesta de capacitación”.

“Existen varios modelos de tutoría, los cuales varían de acuerdo a la organización y planificación de cada institución: individuales o colectivos; presenciales o a distancia obligatorios u optativos; y se presentan según distintas combinaciones entre tales variables”, precisó Ugaz, para luego referirse al modelo de la Pontificia Universidad Católica del Perú .

“Nuestro modelo de tutoría contempla -antes del inicio de cada programa académico- la designación del equipo docente que ejercerá esta función (la elección recae en la propia unidad académica que respalda el curso). Este tutor será quien acompañe a los participantes durante el proceso de aprendizaje, la persona responsable del seguimiento continuo de los logros y dificultades presentados. Será quien resuelva de manera cotidiana las dudas y consultas referidas al funcionamiento del programa. Paralelamente, un grupo de expertos temáticos, especialistas en el campo de especialización del programa, asesorarán y resolverán dudas o dificultades de índole exclusivamente académico en el estudio. Con su experiencia y conocimientos enriquecen el apoyo tutorial y lo fortalecen de manera cooperativa”, explicó.

Según relató Ugaz, los grupos de tutoría se conforman teniendo en cuenta las características profesionales de los participantes y del programa académico. “Nuestra recomendación es que el número de estudiantes por tutor no se exceda de 30, de tal manera que pueda realizarse un acompañamiento personalizado y permanente. Un número que puede ser variable dependiendo de la carga laboral del tutor y de las tareas que debe desarrollar, en función del diseño académico del curso”, advirtió.

La cocina de la tutoría virtual
De acuerdo al sistema implementado por la Pontificia Universidad Católica del Perú, las funciones que deben desarrollar los tutores virtuales están agrupadas en tres rubros:

• Función académica (orienta la labor del participante apoyando su proceso de autoaprendizaje, orientando las actividades y reforzando los conceptos básicos).

• Función de nexo (enlace fundamental entre el participante y la universidad. Se mantendrá en contacto permanente y, por tanto, lo orientará en todos los trámites administrativos que requiera).

• Función de orientación (orientará continuamente al participante en la búsqueda de una formación integral y, lo acompañará en el intento por construir una relación comunicativa motivante con él mismo y con su grupo de trabajo).

Consultada sobre las características que debería tener un tutor virtual, Patricia Ugaz, efectuó una detallada enumeración, tomando en cuenta las funciones que deben cumplir los tutores:

1. Sólida formación académica.

2. Manejo hábil de las herramientas informáticas y adecuada experiencia en entornos virtuales.

3. Poder desarrollar las siguientes habilidades:
• Óptima mediación de los materiales, facilitando la lectura y guiando al participante hacia el autoaprendizaje.

• Motivación que genere diálogo y reflexión en el grupo.

• Evitar las ansiedades del grupo, producto de la distancia en la que se encuentran los participantes.

• Generar una interacción permanente entre los participantes apelando a recursos innovadores como talleres virtuales, foros de tipo social (cibercafé, tablón de anuncios), intercambio de experiencias, etc.

• Ponerse permanentemente en el lugar del alumno, comprendiendo la posición de quien se siente frente a una pantalla a desarrolla una actividad lejos de la presencia del profesor.

• Instar a la formación de grupos interactivos, ya sea por medio de sesiones de chat, foros de discusión, además de los existentes oficialmente, listas de distribución, entre otras herramientas.

• Promover la inquietud por la investigación y profundización de conocimientos.

• Adaptarse a las dificultades o situaciones diversas que puedan plantearse en el desarrollo de las actividades propuestas u otras que pudieran surgir en el proceso.

• Mantener un trato cordial con el participante. Ser atento en las comunicaciones y muy paciente. Tener en cuenta que los tiempos y los procesos de comunicación no son iguales para todos los estudiantes. Respetar los ritmos de aprendizaje de cada participante.

• Valorar profundamente el entorno virtual donde se desempeña y transmitirlo a su grupo.

• Explicar los contenidos de manera sencilla, en los momentos que crea oportuno.

• Ofrecer permanentemente su ayuda y hacer sentir su presencia comunicacional.

• Animar a los estudiantes a que sean independientes y que se arriesguen en el desarrollo de diversas actividades.

• Compartir el proceso de aprendizaje en el grupo.

Para cumplir con estas características, la Coordinadora Administrativa de la PUCP Virtual está convencida que una buena labor de tutoría depende de dos condiciones fundamentales:

1) Las características personales de quien asume esta labor (características referidas a personalidad, capacidad comunicativa, empatía y capacidad de motivación).

2) Una oportuna y verdadera capacitación (en los diversos aspectos que conforman esta tarea).

“Y es precisamente esta segunda característica la que nos ha motivado para diseñar y desarrollar una propuesta de capacitación, que permita al tutor vivenciar aquellas experiencias de un participante en la educación virtual, tanto de tipo académico, de herramientas informáticas, como desarrollo de habilidades personales, que finalmente llevarán al logro de una efectiva labor”, aseguró Patricia Ugaz.

Para la especialista peruana, los tutores no solamente son especialistas en el área de conocimiento motivo de estudio, sino que también deben estar adecuadamente capacitados para el ejercicio de esa importante y particular función, conociendo las características de la educación virtual, de los materiales utilizados y del estudiante. “Si bien este tipo de educación requiere de un alto grado de compromiso y autogestión de parte del alumno, éste no se encuentra solo frente al material sino que dispone todo el tiempo del apoyo de un referente humano interactuante -su tutor-, capaz de orientarlo, inducirlo y alentarlo en su aprendizaje integral. En la educación virtual, el tutor está siempre presente en el aula, y es precisamente por ello que apostamos por una presencia activa, generadora de aprendizajes significativos, colaboradora, motivadora”, subrayó.

Resultados obtenidos
En relación a la evaluación del impacto de la implementación de esta propuesta, Patricia Ugaz consideró que los principales beneficios fueron:

• Lograr tutores más comprometidos con su función al comprender con mayor precisión la magnitud del trabajo que ello implica.

• Reducción de la deserción, al contar con estudiantes más motivados, que encuentran respuestas afectivas y oportunas a sus inquietudes.

• Una mayor satisfacción de los alumnos con relación a esta modalidad de aprendizaje, lo que permitirá una mayor confiabilidad de los resultados de aprendizaje. “En esta línea, estamos cada vez más comprometidos con la mejora de la calidad de esta modalidad de aprendizaje y con la formación permanente, en pos del desarrollo integral de nuestra región”, finalizó la Coordinadora Administrativa de la PUCP Virtual.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Bolsa do Sistema UAB - "bomba relógio"?

No recente número da Revista EAD Tutor (uma produção da Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância - ANATED) a matéria de capa anuncia: Bolsas de Estudos das UABs pode ser a bomba relógio do sistema público de EaD 

Como meu foco de pesquisas nos últimos anos tem relação direta com o assunto , busquei ler com bastante cuidado o que as páginas 48 a 51 da revista eletrônica apresenta.


 

Com citações de alguns ilustres acadêmicos da EAD no Brasil, e com depoimentos de alunos, a reportagem apresenta o problema (?) das bolsas no Brasil, pagas para professores e tutores do Sistema UAB.

Apesar de trazer um tom reivindicatório, o texto coloca-nos diante de muitas questões, entre elas a questão de "quem é o tutor no sistema UAB". Muitas vezes o sistema exige uma qualificação e uma dedicação de 20 horas (que na prática ultrapassa este tempo para quem faz seu trabalho de tutoria corretamente) ao mesmo tempo que não remunera adequadamente quem exerce esta função.

No modelo atual de EAD que temos nas UAB's, o tutor é fundamental, mas o tratamento que se dá a estas pessoas que tem a responsabilidade da interação do aluno com a instituição é precário.

Outro tema que poderíamos discutir é a própria questão do que seria esta bolsa... é ajuda de custo? é bolsa de estudo e pesquisa? e porque não pode ser concomitante com outras bolsas?

E outro ponto: pagar bolsa para o professor que ministra uma disciplina na EAD significa que este tempo que ele dedica não pode ser contabilizado na sua carga horária geral, dentro da Universidade?

Mas também trago a tona um ponto já observado por João Mattar (que também é citado na reportagem): quem está por trás desta ANATED? Quem financia a revista e a associação?

Bem, isso deixo para você, caro leitor deste blog, descobrir folheando a revista eletrônica... e depois deixe suas impressões aqui (se desejar, comentando esta postagem).

E continuemos discutindo sobre o Tutor na EAD...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Formação em Tutoria Virtual - OEA


Pela quarta vez, a Organização dos Estados Americanos (OEA), oferece o Curso de Tutoria Online. Segundo especialistas e teóricos da área, este curso é o melhor que existe e com preço muito acessível (todos tem bolsa da OEA) e carga horária de mais de 400 horas.

O site para informações e inscrições: www.educoas.org - atenção para as ofertas, pois existe a oferta em português e a oferta em espanhol.

Outras informações:

Título: Formação em Tutoria Virtual – 4ta Edição

Modo de Estudo: O curso será dado inteiramente online (Internet) através da Aula Virtual do Portal Educacional das Américas e requer um compromisso semanal de, pelo menos, 15 horas, assim como habilidades informáticas.

Datas de início e término: 29 de Março a 29 de Junho de 2011.

Data limite para inscrição: 2 de Março de 2011 às 23:59 horas (horário da costa leste norte-americana).

Duração do curso: Quatorze (14) semanas.

Idioma: O curso será realizado em português.

Objetivo do curso: Formar potenciais tutores, com a finalidade de desenvolverem suas habilidades e destrezas pedagógicas em um ambiente de ensino e aprendizagem virtual “carente de sincronia”, de modo que alcancem orientar e facilitar atividades e oportunidades de aprendizagem, como guiar, apoiar e avaliar os avanços acadêmicos dos participantes em cada modalidade educativa.

Público alvo: Professores e/ou diretores de pré-escolar, primário ou secundário, do setor público, privado ou misto, ou formadores de educadores de nível primário ou secundário.

Programa: Este curso contempla o estudo e análise do modelo pedagógico que sustenta a proposta de formação online da Aula Virtual do Portal Educacional das Américas; as diferentes características às quais se referem o ambiente virtual de ensino e aprendizagem; os aspectos referidos para a consideração do contexto do destinatário; a organização do tempo e outras dimensões que vinculam ao conhecimento das ferramentas virtuais, comunicação eficiente e efetiva e etc.

BLOCO I

1. Sobre o Curso: finalidade, objetivos, alcances e limitações;
2. Sobre o participante: características, idade, conhecimentos e experiências prévios, idéias acerca das condições desejáveis em um participante;
3. Sobre o modelo pedagógico: conteúdos, atividades previstas (leitura, escrita, observação, simulação, avaliações, etc.). tipo de integração, grupos de colaboração (integração dos grupos de trabalho e temas a serem debatidos), organização do tempo;

4. Plano de estudos, calendário de atividades, papel do tutor;
5. Ambiente de ensino e aprendizagem virtual: características pedagógicas, características tecnológicas, possibilidades e limitações.

BLOCO II

1. A metodologia de colaboração;
2. Dinâmica dos fóruns e conversas;
3. Estratégias de tutoria nos cursos virtuais.
· O tutor
· Objetivos da tutoria
· Condutas desejáveis
· Responsabilidades: controle do curso, comunicação, retroalimentação;
4. A aula Virtual: ferramentas de integração e comunicação, ajudas e controles, avaliação e seguimento.

BLOCO III

Ingresso na Aula de Conteúdos Específicos (ACE): Qualidade da Educação Básica.

Metodologia de trabalho:

O curso de capacitação de tutores terá duração de quatorze (14) semanas e será dado com a supervisão acadêmica de tutores especializados, que atenderão aos participantes semanalmente, do principio ao fim do curso. O curso será regido por um calendário de atividades com horas e datas de entrega. Não existe horário de aulas, podendo o ingresso no curso ser realizado na hora e lugar que preferir. Não se esqueça que é necessário um compromisso mínimo de 15 horas semanais de participação nas atividades do curso. Em algumas ocasiões será necessário a reunião com os seus companheiros via chat e, para isso, os alunos junto ao Tutor, deverão acordar um dia e hora, já prevendo os câmbios horários entre os países. A Aula Virtual estará ativa durante as 24 horas do dia, durante as 14 semanas de duração do curso.

A formação se desenvolverá em duas aulas. No inicio da formação serão percorridos os conteúdos destacados nos Blocos I e II em uma Aula de Formação Geral (FG). Mais tarde, a partir da quarta semana, será aberto o Bloco III que levará à Aula de Conteúdos Específicos (ACE) destinado a conhecer e analisar o curso de Qualidade da Educação Básica, tanto como experimentar as ferramentas da administração.

Resultados esperados:

Ao término da formação, desenvolvida em 14 semanas, os participantes terão:

a. Capacidade para detectar os conhecimentos prévios dos futuros participantes e indagar o contexto em que se encontram os candidatos; b. Capacidade para selecionar, desenhar e facilitar oportunidades de aprendizagem;
c. Destreza e habilidade no uso pedagógico da aula virtual, em todas as dimensões que implicam uma comunicação virtual e os ambientes de aprendizagem on-line.
d. Auto-definir e auto-avaliar o rol de tarefas específicas do tutor virtual.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Associação de tutores publica revista sobre EAD

A Associação Nacional de Tutores da Educação a Distância (ANATED) lança a 1ª edição da revista Ead Tutor, e promete ser um periódico diretamente voltado para o público da Educação a Distância.

Vamos conferir.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Vagas para tutores na UAB em Alagoas

Do site da UFAL:

UAB abre inscrições para tutores presenciais e à distância

A Universidade Federal de Alagoas, através da Pró-reitoria de Extensão (Proex), do Programa Universidade Aberta do Brasil (UAB) e da Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (Cied), tornam pública a abertura das inscrições para o processo seletivo dos tutores presenciais e à distância para o curso de aperfeiçoamento em Educação Ambiental, na modalidade à distância, que será oferecido pela UAB na Ufal.

O tutor à distância atuará no Polo Maceió, situado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (Feac), em articulação com o Núcleo de Educação Ambiental (Nea), no Centro de Educação (Cedu), e será o agente de intermediação entre os estudantes e os professores, orientando alunos, sanando suas dúvidas e acompanhando as atividades propostas por meio do Ambiente Virtual de Ensino e Aprendizagem (Avea).

Já o tutor presencial atuará no Polo de apoio presencial para o qual se inscreveu. Caberá ao tutor presencial a orientação de alunos em relação aos assuntos acadêmicos (matrícula, informações do curso, organização de grupos de estudo, controle acadêmico, assistência no uso das tecnologias utilizadas).

A carga horária, para ambos os casos, será de 20h semanais de trabalho presencial, inclusive nas noites de sextas-feiras e aos sábados, conforme cronograma estabelecido previamente pelas respectivas coordenações de curso. O valor da bolsa para tutores à distância e tutores presenciais é de R$ 765,00 por mês, de acordo com a Resolução/FNDE/CD/Nº. 044, de 29 de dezembro de 2006.

As inscrições deverão realizar-se no período de 3 a 17 de janeiro de 2011, nos Polos Maceió e Laje e na Secretaria do Curso de Educação Ambiental. No ato da inscrição os candidatos deverão entregar e preencher a ficha de inscrição, e o Curriculum Vitae ou Currículo Lattes.

O resultado final do processo seletivo será divulgado até 25 de janeiro de 2011, mediante listagem por ordem decrescente do documento de classificação.

A manutenção da vaga dos tutores aprovados está condicionada à obtenção de 75% de frequência no curso de formação de tutores revelando domínio das TIC. O curso de formação de tutores será realizado em Maceió, em data e local, oportunamente definidos e divulgados. Leia também outros requisitos para ser um tutor. Mais detalhes no Edital.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Tutor não é professor? - Provocando discussão...

Após as férias, a lista de discussão Lista de la Cátedra UNESCO de Educación a Distancia (UNED):
http://www.uned.es/cued/ voltou com algumas temáticas, e diante de meus estudos, um questionamento tem se tornado bem particular: ¿Cómo evaluar al tutor de la WEB 2.0? (Como avaliar o tutor da web 2.0?).

As respostas a esta questão tem sido bem pontuais, refletindo e discutindo que antes de avaliar é necessário perceber quem é o tutor e em que modelo de EAD ele se enquadra ou em que modelo de EAD ele foi formado, inclusive para atuar na prática docente.

Hoje pela manhã recebemos uma participação na lista bem intrigante (no mínimo), e que replico aqui para servir de provocação a nossos estudos e debates. Afinal de contas... quem é o tutor? Ele é professor ou não? Ele se enquadra na categoria docente?

Não vou responder no momento, até pelo fato de que já o fiz em outras postagens. Apenas deixo aqui o comentário da lista para que possamos pensar sobre nossas posições políticas diante da prática docente. Mas depois também leia o artigo: El papel del tutor en el aprendizaje virtual, de Javier Martínez (Chile). Será uma boa confrontação!

Nuestra Consultora viene trabajando desde hace varios años en la formación de profesores para los
procesos con medios digitales, en especial elaboramos un Modelo propio para el trabajo en esta
aulas.

Hoy dirigimos las aulas digitales de dos universidades y en estos momentos los profesores formados
han atendido a más de 35 mil estudiantes de varias carreras.

En nuestra opinión el profesor tiene que ser "profesor", es decir debe contar con preparación
pedagógica, debe disponer de experiencia docente y por ende dominar su contenido.

El Modelo que comento rechaza la idea que el profesor es facilitador, no facilitamos, organizamos.
Organizamos tanto las tareas de enseñanza como las de aprendizaje, por ello nos referimos a un
proceso pedagógico desarrollado en ambientes digitales.

El profesor debe contar con preparación en el campo tecnológico o de selección diseño y empleo de
los medios. Con tal fin desarrollamos desde hace algunos años un sistema de formación que se puede

Saludos

DrC. Carlos Bravo Reyes

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Apontamentos sobre tutoria virtual

Veja o blog: http://elearnigytic.blogspot.com/


"Para quienes deseen contribuir con sus opiniones y comentarios, esta primera parte de un apunte de curso acerca de la Tutoría Virtual. Sin duda, en ellos hay temas que me interesa profundizar más adelante, sobre todo lo que tiene que ver con las tendencias educativas de estos tiempos"....

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Como avaliar o Tutor (1)

Durante o período dos estudos no mestrado podemos nos deparar com uma questão significativa: encontrar referenciais teóricos sobre o objeto de nossa investigação. E numa área como a EAD as coisas ficam um pouco mais complicadas, visto que aqui no Brasil os referenciais ainda podem ser considerados como "novos". A tendência é a busca de referenciais no exterior...
.
Por indicação do Prof. Luís Paulo Marcado (PPGE_UFAL), inscrevi-me na lista de discussão da Cátedra da UNESCO para a Educação a Distância, o que me oportunizou o contato com pesquisadores da área em outros países, até pelo fato de que a lista expõe investigações e temas atualizados pelos participantes.
.
Nos últimos dias um tema na lista me chamou atenção: Avaliação do Tutor, iniciada pela Mestra Patricia Cheang Chao González, da Facultad de Psicología, no México.

Trago aqui as inquietações iniciais e alguns comentários de alguns participantes para mostrar como este tema está sendo tratado em outros países.


Patrícia (México):
Estimados cualisteros: Soy una lectora asidua, pero me reconozco como participante pasiva.
Les propongo un tema, que es por ahora mi principal interés, para cambiar este rol e iniciar una comunicación activa.
Estoy iniciando una investigación sobre el tema de la evaluación de tutores en la web 2.0 En mi pais México, hay un buen recorrido en lo referente a evaluación de la docencia en ambientes escolares, pero aún incipiente en lo que se refiere al aprendizaje virtual o de ambientes inmersivos en 3D.
Mis interrogantes son muchas...inicio con la propuesta de un modelo tutoral?, propongo las actividades que desempeña el tutor?, defino funciones docentes del tutor?,....????
Espero sus comentarios y agradezco de antemano su participación para resolver o agrandar mis dudas...

Resposta Carlos
Apreciada Patricia:
A mi me pasa lo mismo que a ti. Tengo tiempo en esta lista, pero mi participación es más pasiva (recibir información) que activa. Pero, dado que he trabajado el tema que planteas sobre la evaluación del tutor virtual me permito remitirte al enlace que aparee más abajo, donde hay un documento de mi autoría que pudiera ayudarte en tu propósito. Te deseo éxito.
http://es.calameo.com/read/000261962b01b98c881e0

Cordialmente,
Carlos Ruiz Bolívar, PhD

Resposta Jorge Alonso
Patricia:
No conozco tu situación exacta en cuanto a tutores. En la práctica si puedo describirte que pasa:
Primero uno no encuentra tutores,facilitadores o profesores que lleguen nuevos al e-learning. En la práctica nuestra, de Universidades, tienes profesores que eran o siguen siendo presenciales y programas que se inician de Distancia y que nuevamente la práctica los lleva al e-learning

Segundo. Existen pienso que en todos nuestros países, regulaciones que medio aceptan lo virtual, es decir nuevamente la práctica te lleva a adoptar algo semipresencial, b-learning, pues tienes que de alguna forma realizar exámenes presenciales finales o periódicos.

Así las cosas te toca entrenar profesores, que en nuestro caso, pienso que una Universidad Latinoamericana promedio, tienen horas presenciales y atienden uno o dos cursos semipresenciales, en modalidad b-learning.

Normas lo esencial materiales de apoyo, web conferences de consulta, y actividades (tareas, foros, cuestionarios, etc) y en un proceso lento en algunos casos en otros mas rápido los profes se van adaptando a lo virtual.

No estoy muy convencido de que la edad sea el factor, hay disciplinas y asignaturas, por ejemplo Matemática y todas las variaciones de esta en un programa de Ingeniería, Análisis Numérico etc, que son mucho mas difíciles en llevar a lo virtual y en el entrenamiento del docente a herramientas virtuales.

No estoy tampoco muy convencido de que el LMS que selecciones sea el factor primordial, en principio todos son iguales. Lo esencial, repito por mi experiencia, es que lo presencial camina sólo con años de experiencia o de resignación y un profe con cierta experiencia desarrolla un sentido de improvisación, para bien o para mal que es lo que prima en lo presencial y que no admite lo virtual que requiere una planificación mucho mas precisa,

La explosión hacia lo virtual viene por múltiples factores, hay especialidades, tenemos Sistemas, Ing Comercial, Contabilidad en el Sistema Semipresencial (Virtual) y por supuesto otras y estas que se siguen manteniendo presencial.
De hecho tenemos 5 Plataformas (que por razones de entrada, claves, etc) funcionan aparentemente independientes, una por cada carrera, una de Asignaturas Comunes, una de todo el Sistema de Inglés y las tres de Posgrado.

Hay especialidades en que los alumnos trabajan sobre todo en años superiores y eso presiona fuertemente a los programas de distancia (que ya de hecho pienso que a nadie se le ocurre no hacerlos virtuales) y por otro lado tienes otro sector de aquellos que por una u otra razón no terminaron y luego el problema de la distancia por múltiples factores que hace que empieces a manejar estudiantes de distintas regiones.

Hay también asignaturas por ejemplo el ingles de los niveles superiores ha ido en nuestro caso a lo virtual y los alumnos lo prefieren, por los elementos que proporciona lo virtual, videos, consultas, etc.

El caso de los Posgrados es capítulo aparte pues casi mayoritariamente se nos esta yendo a lo virtual, pero nuevamente hay regulaciones que obligan a un número de encuentros presenciales.

En cuanto a Second Life fuera de Maestría y experimentos, pienso que para la práctica de manejar cientos de alumnos en varias carreras teniendo que cumplir requisitos reales de certificación final, que es otro punto de la Administración de todo, todavía le queda un ratico de pruebas y que funcionaría bien en algunas disciplinas y en otras no.

Bueno no se si te ayude
Jorge G

Resposta Eduardo
Hola Patricia.
En realidad no existe una estandarización sobre el modo en que se puede evaluar a un tutor virtual, sin embargo es importante que desarrolle las siguientes competencias, con base a la experiencia que he tenido en el área en los últimos 10 años.

a) Ser un tutor (valga la redundancia). Saber dar seguimiento a un curso en línea. Esto implica

- Atender oportunamente los comunicados por correo electrónico que reciba
- Ser muy puntual con las retroalimentaciones en cuanto a tareas o trabajos
- Motivar en todo momento al alumno para evitar que deserte
- Saber manejar adecuadamente los canales sincronos como por ejemplo, el aula virtual

b) Tener un manejo adecuado de las herramientas tecnológicas

c) Realizar correctamente guías instruccionales que le permitan alcanzar el objetivo de aprendizaje planteado para cada actividad

d) Generar actividades que promuevan el trabajo colaborativo

e) Que las actividades realizadas promuevan en los alumnos un reto significativo

Anexo dos documentos que pueden serte de utilidad.

Sigo a tus órdenes para lo que se te ofrezca.

Eduardo
Consultor en Tecnologia Educativa
Capacimac
http://www.capacimac.com

Riqueza de informações não... e há outros comentários na lista, e outros temas.
Mas, e você, estudioso das TIC, da EAD, da Educação Online, o que teria a dizer... como avaliar o tutor?

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Ações do docente da EAD

Segundo a Profa. Mª del Carmen Llorente Cejudo (Universidad de Sevilla, España, a partir de Ryan y otros, 2000, p.110), eis os quatro “tipos” de ações que o docente assume em espaços de aprendizagem configurados na EAD:

E sobre tutoria, vejamos algumas de suas observações:

...podemos concebir la función tutorial como “la relación orientadora de uno o varios docentes respecto de cada alumno en orden a la comprensión de los contenidos, la interpretación de las descripciones procedimentales, el momento y la forma adecuados para la realización de trabajos, ejercicios o autoevaluaciones, y en general para la aclaración puntual y personalizada de cualquier tipo de duda” (Padula, 2002, en Valverde y Garrido, 2005).

En definitiva podemos decir que es un proceso de orientación, ayuda o consejo, que realizamos sobre el alumno para alcanzar diferentes objetivos como son: integrarlo en el entorno técnico-humano formativo, resolverle las dudas de comprensión de los contenidos que se le presente, facilitarle su integración en la acción formativa, o simplemente superar el aislamiento que estos entornos producen en el individuo, y que son motivo determinante del alto abandono de los estudiantes en estas acciones formativas.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Tutoria online: tema gerando discussão

No último dia 18 de dezembro (2009) coloquei um posta aqui no blog sobre os pontos de vista do presidente da Abed Fredric Litto, comentando sua participação num Workshop em Ribeirão Preto, quando ele fez críticas a postura da USP em relação a EAD.
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Ontem recebi, por meio de uma lista da a Cátedra UNESCO de Educación a Distancia (UNED - http://www.uned.es/cued/) e que participo desde o ano passado, um e-mail de Yadira Lozada, da Universidad Nacional Abierta (Venezuela-Centro Local Aragua) compartilhando sobre as questões que levantei em contraposição a Litto, quando fala sobre tutoria. Veja o e-mail de Lozada e depois registre sua opinião.
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Estimado Fernando Pimentel, saludos, gracias por contestar.

Entiendo que hay dos visiones, una que postula el endiosamiento absoluto de la
tecnología como centro de conocimiento, y la otra que entiende que dicha
tecnología es solo un medio y que requiere del ser humano para su gestión y
administración.

Por supuesto que estoy de acuerdo con que un tutor en Educación Superior
requiere de altos niveles de formación por la diversidad de participantes a ser
atendidos por el. El perfil de este tendría que ajustarse al área del conocimiento
donde se desempeñe, y mucho más en el ámbito universitario. Esto no es para
nada elitista. Un médico cirujano para operar, necesita especialización,
igualmente un individuo para tutorear a futuros profesionales en una Universidad
necesita lo propio. Creo que es digno de seguir discutiendo esto, porque se
tiende a creer que lo único necesario es el personal que administre las
plataformas tecnológicas, cuando en realidad el trabajo colaborativo está entre
la tecnología y la educación. Episteme o Tecne, es allí donde la discusión es más
álgida creo yo, y donde debemos alzar nuestra voz, para atender el significado de
la Educación Universitaria y de la tutoría en una modalidad a distancia.

Yadira Lozada
Universidad Nacional Abierta
Venezuela-Centro Local Aragua
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domingo, 19 de outubro de 2008

Quem é o tutor? Contribuição de Beth Almeida

Contribuição de Beth Almeida para nossa discussão sobre quem é o tutor.

Queridos Carmen, Fernando (Silvinho), colegas
Quem é o tutor? Se defendemos que o tutor tem que ser um professor, porque usar outras denominações?
Será porque ainda não conseguimos dar conta de formar o professor com competências para atuar na cibercultura? Não se trata de ser preparado para desenvolver a prática pedagógica em EAD ou face a face e sim de saber integrar as tecnologias digitais ao currículo.
Excluir a denominação professor dos sistemas educacionais online significa colocar em seu lugar outro profissional muitas vezes preparado aligeiradamente para lidar com as tecnologias de suporte às atividades e não reconhecer seu papel enquanto categoria profissional. Já encontrei tutor que é meramente respondedor de perguntas, outros têm o papel de bedel e alguns o papel de professor...
Nós que acreditamos na educação temos o compromisso de defender o lugar do professor e buscar metodologias adequadas para sua formação.
Abç c/ carinho!


(Texto disponível num curso interinstitucional sobre Docência Online que estamos fazendo parte)

Quem é o tutor?

Eis dois mapas conceituais elaborados pelos alunos de GTI a partir do estudo de artigos científicos apresentados em eventos de EAD: