sábado, 18 de maio de 2013

Evento Nacional sobre TIC e EAD em Sergipe

Grupo de Pesquisa em Educação a Distância e Práticas Educativas Comunicacionais e Interculturais realiza seu V SEMINÁRIO NACIONAL com a temática TIC e EaD” nos dias 02 e 03 de dezembro de 2013Este evento se fortalece ainda mais com a participação e apoio da Universidade Federal de Alagoas que tem mantido um contínuo e profícuo diálogo com o grupo de pesquisa,especialmente na publicação da REVISTA EDAPECI.


Será uma ótima oportunidade para participar de um evento de grande qualidade, na área educacional discutindo TIC e EAD.

-- Site: http://edapeci.ufs.br/



domingo, 28 de abril de 2013

Escolas Públicas investem na tecnologia

Do site do Fantástico: http://g1.globo.com/fantastico

Conheça escolas brasileiras que trouxeram métodos modernos e aparelhos tecnológicos para dentro das salas de aula.


Imagine alunos de séries diferentes misturados todos no mesmo ambiente,  estudando em computadores e celulares de última geração. Em vez de provas, jogos de computador --e quem acerta passa de fase. Essas inovações já estão acontecendo em escolas públicas e particulares no brasil.
Quem tem mais de 30 anos, quando estava na escola a aula era na frente. Um muro dividia o mundo, Plutão ainda era um planeta e suas pesquisas eram feitas só nos livros. Mas quem é mais novo e está agora na escola já se acostumou a encontrar informação em um clique. A escola mudou. Qual vai ser o papel da tecnologia na sala de aula do futuro?

Evento Internacional

Encontram-se abertas o envio de trabalhos para o “II COLOQUIO NACIONAL e I COLÓQUIO INTERNACIONAL EDUCAÇÃO, CURRÍCULO E PROCESSOS TECNOLÓGICOS”. 

Vejam as informações abaixo retiradas  do site: http://www.uneb.br/conecte2013/


1-O período para submissão de trabalho será de 8 de abril a 12 de julho de 2013;
2-Cada participante poderá submeter até 2 trabalhos,  não importando se em autoria ou co-autoria;
3-Os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail conecte2013@gmail.com;
4-Os trabalhos poderão ser apresentados em português ou espanhol;
5-Cada trabalho poderá ter no máximo 3 autores. Quando houver mais de um autor, apenas um será responsável pelo envio do trabalho, mas todos deverão se inscrever no evento e pagar a taxa de inscrição;
6-Os Eixos temáticos serão:
A- Educação, Currículo, Processos Tecnológicos e Contemporaneidade
B- Ensino Superior e Contemporaneidade
C- Educação Infantil e Contemporaneidade.


terça-feira, 16 de abril de 2013

Dossiê sobre TIC

A Revista Diálogo Educacional acaba de disponibilizar a edição v. 13 n. 38(jan./abr. 2013). 

Desejamos uma boa leitura!






v.13 n.38 Jan./Apr. 2013

===========Editorial==================================================

Editorial
Marilda Aparecida Behrens. 
Editorial (english version)
Marilda Aparecida Behrens. 
===========Dossiê=====================================================

La variable tiempo en la enseñanza universitaria
Miguel A. Zabalza. 
Formação de professores: a construção da docência e da atividade pedagógica na Educação Superior
Doris Pires Vargas Bolzan, Silvia Maria de Aguiar Isaia, Adriana Moreira da Rocha Maciel. 
Teacher’s formation: the construction of teaching and pedagogical activity in Higher Education
Doris Pires Vargas Bolzan, Silvia Maria de Aguiar Isaia, Adriana Moreira da Rocha Maciel. 
The university professor who builds up innovative knowledge for a complex, collaborative and dialogical practice
Jacques de Lima Ferreira, Lucymara Carpim, Marilda Aparecida Behrens. 
O professor universitário construindo conhecimentos inovadores para uma prática complexa, colaborativa e dialógica
Jacques de Lima Ferreira, Lucymara Carpim, Marilda Aparecida Behrens. 
Formação de professores mediada por tecnologias educacionais em rede: contribuições da perspectiva sócio-histórica
Taís Fim Alberti, Sérgio Roberto Kieling Franco. 
Docência no curso de Pedagogia: uma relação paradoxal entre a teoria e a prática formativa
Maura Maria Morita Vasconcellos, Cláudia Chueire de Oliveira. 
Mediação docente e desenho didático: uma articulação complexa na educação online
Helena Sá, Marco Silva. 
Formação do professor de Matemática na modalidade a distância: o que pensam os alunos sobre sua aprendizagem
Marilene Ribeiro Resende, Vania Maria de Oliveira Vieira. 
Social network as a means of sharing open educational resources in Higher Education
Patrícia Lupion Torres, Lilia Maria Marques Siqueira, Elizete Lucia Matos. 
As redes sociais como forma de compartilhamento de recursos educacionais abertos no Ensino Superior
Patrícia Lupion Torres, Lilia Maria Marques Siqueira, Elizete Lucia Matos. 
Tutoria em Educação a Distância: didática e competências do novo “fazer pedagógico”
Eloiza da Silva Gomes de Oliveira, Lázaro Santos. 
E-group: uma estratégia para o desenvolvimento profissional de professores
Andréia de Assis Ferreira, Bento Duarte da Silva. 
Práticas pedagógicas na perspectiva do hibridismo tecnológico digital
Luciana Backes, Eliane Schlemmer. 
Aproximações do/no Ensino a Distância: interação e construção de conhecimentos
Regina M. S. Puccinelli Tancredi, Evandro Antonio Bertoluci, Iara Suzana Tiggemann. 
Educação e cibercultura: aprendizagem ubíqua no currículo da disciplina didática
Edméa Santos, Aline Weber. 
Ambiente virtual e metodologia de ensino naEducação Superior na modalidade presencial
Ettiène Guérios, seed.pr.gov.br
Virtual environment and teaching methodology in Higher Education in on-site modality
Ettiene Guérios, Sandra Sausen. 
La educación virtual como la modalidad educativa para las personas con necesidades especiales: solo en la red no hay personas con discapacidad
Claudio Rama. 
===========Artigos====================================================

Programa universitário (50+) ou do questionamento de crenças tomadas pela medusa
Cristina Palmeirão, José Pedro Amorim. 
Comprensión de lectura en español por aprendices brasileños
Luisa Bárbara Specht, Sandra Regina Kirchner Guimarães. 
Compreensão da leitura em espanhol por aprendizes brasileiros
Luisa Bárbara Specht, Sandra Regina Kirchner Guimarães. 
Formação e didática do ensino da filosofia
Celso João Carminati. 
===========Documentos=================================================

O lugar da educação (escolar) na sociologia de Pierre Bourdieu
Ione Ribeiro Valle. 
===========Resenha====================================================

A matemática nos anos iniciais do ensino fundamental: tecendo fios do ensinar e do aprender
Ana Paula Araújo Mota, Maria Auxiliadora Bueno Andrade Megid. 

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v0.09.17

sábado, 23 de março de 2013

Educação Comparada

Livro lançado em seminário internacional está disponível em versão eletrônica (do site da CAPES: http://www.capes.gov.br)


Publicada por Coordenação de Comunicação Social da Capes   
Quinta, 21 de Março de 2013 19:17
scan-capa-livro-educacao-comparadaEstá disponível para download o livro "Educação Comparada: panorama internacional e perspectivas: Volume I", organizado por Robert Cowen e Andreas Kazamias. O volume debate os trabalhos acadêmicos que estão sendo desenvolvidos, ou que já foram concluídos, na área de estudo chamada educação comparada.
A publicação foi lançada nesta terça-feira, 19, em Brasília, durante o Seminário Internacional Educação Comparada e Novas Abordagens na Formação Docente, realizado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Durante o lançamento, Robert Cowen explicou a estrutura do livro. "Este não é um livro texto tradicional sobre a educação comparada, portanto cada sessão teve uma justificativa ao ser selecionada." Andreas Kazamias complementou dizendo que o livro foi organizado com foco em elementos-chave que o distinguem de outras obras na área. "O livro reflete uma concepção diferenciada a respeito do que é a educação comparada."
O livro está disponível no site do evento.

Novidades da REDCUED




Olá blogueiros e internautas de plantão,
acabamos de receber novidades da Cátedra Unesco de Educação a Distância, enviadas pelo Prof. Gacía Aretio.
Segue a mensagem: 
"Como ya anunciamos hace algunas semanas y, de acuerdo con tantas sugerencias que recibimos, vamos a ir introduciendo algunas novedades en nuestra redCUED: http://redcued.ning.com . Aunque comenzamos la Semana Santa que en España es festiva en las instituciones educativas, yo me permito mantener algo de actividad y aprovechar para este tipo de cosas. Así, los anuncios importantes de este momento son:
1, Nuevos Grupos. En breve comenzará a funcionar un nuevo Grupo en redCUED liderado por el Dr. Carlos Bravo. En esta ocasión se trabajará sobre Evernote. Otro nuevo grupo también verá la luz dentro de pocos días.
2. TWITTER de la CUED. A partir de ahora en el panel central de nuestra redCUED, "Última actividad", se publicarán las actualizaciones que desde el perfil de Twitter de la CUED, @cued_ se vayan remitiendo.
3. TWITTER EN REDCUED. ¡ATENCIÓN!, igualmente, los miembros activos de redCUED si publican en Twitter y agregan el hashtag #redcued, de inmediato su mensaje será publicado en el módulo central de "Última actividad", De esta manera podemos mantener MUY VIVA nuestra redCUED.
4. INSERTAR FOTOS. A partir de este momento, todos aquellos que lo deseen pueden enviar fotografías a redCUED. Esas fotos que se suban a la red (último módulo de la parte central) deben tener algún tipo de relación con los objetivos de la CUED. Por ejemplo, podrán subirse fotografías relativas a todo tipo de eventos relacionados con nuestros temas, participación en reuniones sobre estas cosas, fotografías con personas relevantes de la EaD o de las TIC, edificios, instalaciones, etc., de instituciones relacionadas con nuestras inquietudes, etc. La sabia opinión de cada uno, le guiará adecuadamente. Será bueno que se animen con el fin de enriquecer la redCUED. A título de ejemplo les he colgado una fotografía del descubrimiento de la placa conmemorativa de la inauguración del edificio de la Facultad de Educación de la UNED hace algo más de un año.
Creo que se trata de cuatro informaciones, sin duda, de cierto interés para nuestra red."

Leia mais em: http://blogcued.blogspot.com.br/

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

EAD na UFAL rumo aos 15 anos


Do site da UFAL: http://www.ufal.edu.br


Seminário discute avanços da EAD e sua inserção na Ufal

Evento também marcou o início das comemorações de 15 anos de implantação da educação a distância em Alagoas
Reitor Eurico Lôbo fez a abertura do evento
Reitor Eurico Lôbo fez a abertura do evento
Simoneide Araújo – jornalista
Com auditório lotado, foi aberto o 2º Seminário Institucional de Educação a Distância na Universidade Federal de Alagoas, promovido pela Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (Cied). O evento, realizado nesta quinta-feira (25), debateu a importância e os avanços da EAD no Brasil e sua institucionalização na Ufal. Outro ponto marcante do encontro foi o início das comemorações dos 15 anos de implantação dessa modalidade no Estado.
A solenidade de abertura do seminário contou com a presença do reitor Eurico Lôbo; do pró-reitor de Graduação, Amauri Barros; da diretora do Centro de Educação, Graça Marinho; do coordenador-geral e do coordenador adjunto da Cied, Luís Paulo Mercado e Fernando Pimentel; do representante da Pró-reitoria de Extensão, Sérgio Onofre; e da diretora do Departamento de EAD do Instituto Federal de Alagoas, Ana Cristina Cavalcante Vieira.
Para Eurico Lôbo, é o caminho para melhorar os baixos índices da educação do Brasil. “A EAD é forma que temos para mudar os nossos índices e contribuir para o desenvolvimento do país e, principalmente, do nosso Estado. A educação a distância envolve professores e técnicos de várias áreas com o objetivo maior que é melhorar a educação”, destacou, parabenizando o professor Luiz Paulo Mercado pela iniciativa.
Mesa-redonda
Os avanços da EAD no Brasil e as perspectivas em Alagoas foram abordados em mesa-redonda, que teve a participação do vice-presidente do Fórum de Coordenadores da Universidade Aberta do Brasil (UAB), Silvá Ferreira Ribeiro, e do coordenador da Cied, Luiz Paulo Mercado.
De acordo com Ribeiro, cerca de 930 mil pessoas estão na EAD no Brasil; isso significa que 15% das matrículas na graduação são de educação a distância. Ele também falou sobre a viabilidade acadêmica dessa modalidade, porque há um alto número de estudantes sem acesso ao ensino superior. “Temos também um grande número de professor da rede pública que necessitam se graduar e, por isso, a universidade precisar estar preparada para atender a essa demanda e lidar com a realidade da EAD”, completou.
Luís Paulo Mercado falou da institucionalização da EAD na Ufal e apresentou o histórico dos últimos anos. Desde o início, em 1997, passando pelo credenciamento, em 2002, até 2012. Ele destacou que há um crescimento da EAD na Ufal, mas o maior ganho está sendo a utilização de novas tecnologias.
Outro avanço na Ufal foi a introdução da EAD como disciplina e o investimento na formação de professor autores e tutores. “Além disso, temos a produção de material didático e a qualidade do processo de educação a distância está ligado à qualidade desse material produzido”, referendou.
À tarde, houve o lançamento das atividades comemorativas da EAD na Ufal: concursos do Selo Comemorativo e de artigos para livro sobre ações da EAD na universidade. O professor  Fernando Pimentel divulgou as ações da Cied para preparar a comemoração dos 15 anos da EAD. Também houve a conferência sobre Institucionalização da EAD, com Marcello Ferreira, da Capes.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Os jovens e as competências


foto1El décimo Informe de Seguimiento de la Educación para Todos en el Mundo, que acaba de ser publicado con el título Los jóvenes y las competencias – Trabajar con la educación, pone de relieve la apremiante necesidad de invertir en el sector educativo para que los jóvenes adquieran competencias. En la región de América Latina y el Caribe, más de ocho millones de personas con edades comprendidas entre 15 y 24 años –esto es, uno de cada doce jóvenes latinoamericanos y caribeños– ni siquiera han llegado a terminar sus estudios primarios y, por lo tanto, necesitan que se les ofrezcan vías alternativas a fin de poder adquirir las competencias necesarias para encontrar un emple! o y acceder así a una vida próspera. Casi un 50% de la población total de esta región tiene menos de 25 años de edad. En todas las regiones del mundo, más de un 25% de los jóvenes se ven reducidos a desempeñar trabajos que los mantienen en el umbral de la pobreza o por debajo de éste. En momentos en que los efectos de la crisis económica siguen agobiando a las sociedades del mundo entero, la grave carencia de competencias que se da entre los jóvenes es más nociva que nunca.
 A pesar de los importantes progresos registrados en la escolarización de los niños en algunas naciones como Guatemala, el décimo informe muestra que son pocos los países que van por buen camino para alcanzar la totalidad de los seis objetivos de la Educación para Todos (EPT) establecidos el año 2000, y algunos de ellos además están muy rezagados.
 El décimo Informe de Seguimiento de la Educación para Todos en el Mundo examina a fondo uno de los objetivos de la EPT menos estudiados hasta la fecha: la adquisición de competencias de aprendizaje por parte de los jóvenes y su preparación para la vida activa. En el informe se muestra que, hoy en día, para encontrar trabajos decorosos los jóvenes necesitan poseer las competencias que se adquieren en la escuela primaria y el primer ciclo de la enseñanza secundaria.
 En América Latina y el Caribe hay casi 2,7 millones de niños excluidos de la enseñanza primaria y 1,7 millones de adolescentes sin escolarizar en la enseñanza secundaria, que están perdiendo así la oportunidad de adquirir competencias esenciales para encontrar trabajo en el futuro. A esto viene a añadirse la crisis de la calidad del aprendizaje en todo el mundo: actualmente hay 250 millones de niños en edad de cursar primaria, escolarizados o sin escolarizar, que no saben leer o escribir. En Nicaragua, por ejemplo, se prevé que sólo un 46% de los niños de ese grupo de edad logrará alcanzar el nivel de aprendizaje más elemental.
“Estamos presenciando el surgimiento de una joven generación frustrada por el desajuste crónico que se da entre la adquisición de competencias y las exigencias del mercado de trabajo. La mejor respuesta a la crisis económica y el desempleo juvenil es garantizar que los jóvenes puedan adquirir la formación pertinente y las competencias básicas necesarias para ingresar en el mundo de trabajo con confianza en sí mismos”, ha dicho Irina Bokova, Directora General de la UNESCO.
“Es imprescindible ofrecer vías alternativas a la juventud en general, y en particular a las jóvenes, para que se eduquen y adquieran así las competencias que les permitan ganarse la vida, vivir con dignidad y aportar su contribución a las comunidades y sociedades a las que pertenecen”.
En los países más ricos, la falta de inversiones en la adquisición de competencias por parte de los jóvenes ha contribuido a que se disparen las estadísticas de desempleo. En Brasil, por ejemplo, aproximadamente un 20% de los jóvenes que buscan trabajo con afán no consigue encontrar empleo. Por otra parte, en los países más pobres los jóvenes acaban por verse inexorablemente obligados a desempeñar trabajos remunerados con salarios que los mantienen en el umbral de la miseria.
 Los jóvenes de los grupos de población pobres, tanto urbanos como rurales, son los que más necesitan formarse para adquirir competencias. En Colombia, por ejemplo, la inmensa mayoría de los jóvenes de familias acomodadas acceden al primer ciclo de la enseñanza secundaria, pero sólo la mitad de los jóvenes de familias pobres tienen esa oportunidad. En América Latina, un 25% de la población de las zonas urbanas vive en asentamientos miserables y la proporción de jóvenes en esa población es mayor que nunca y sigue aumentando. Es cada vez más urgente enjugar el déficit de adquisición de competencias que se da en esas categorías de jóvenes. En 2009, el 25% de los jóvenes del Perú carecían de empleo, de formación profesional y de estudios.
 Sin embargo, la inmensa mayoría de los jóvenes más pobres y con menos años de estudios viven en regiones rurales. En Brasil, los jóvenes de esas regiones tienen dos veces más probabilidades de ser pobres que los de las zonas urbanas y un 45% de ellos no han terminado el primer ciclo de la enseñanza secundaria. Muchos campesinos jóvenes que afrontan un problema tan serio como el cambio climático necesitan desesperadamente adquirir incluso las competencias más elementales para poder para cuidar su salud y mantenerse a flote económicamente. La población que no trabaja directamente en las faenas agrarias necesita adquirir una formación de tipo empresarial y comercial que le permita encontrar otras oportunidades de trabajo. Una formación de este tipo puede cambiar mucho la situación. En México, gracias al “Programa Joven Emprendedor Rural y Fondo de Tierras”, se ha impartido a los campesinos una formaci! ón para que adquieran competencias empresariales en el ámbito de la agricultura sostenible y rentable. Esto ha permitido que, en el plazo de un año, los participantes en dicho programa incrementen sus ingresos en un 20%.
 Las mujeres de las regiones rurales y las zonas urbanas son las personas más necesitadas. En las zonas urbanas de Bolivia, por ejemplo, las mujeres tienen dos veces más probabilidades que los hombres de emplearse en el sector informal de la economía, en el que reciben remuneraciones muy insuficientes, sin beneficiarse además de un reconocimiento jurídico ni de reglamentaciones o condiciones de trabajo normalizadas. En la aglomeración del Gran Buenos Aires, las mujeres que trabajan en empresas informales ganan un 20% menos que los hombres.
 Una medida inteligente que pueden adoptar los países que tratan de impulsar su desarrollo económico es invertir en la adquisición de competencias por parte de los jóvenes. En el Informe de Seguimiento de la Educación para Todos en el Mundo se estima que cada dólar gastado en la educación de una persona rinde entre 10 y 15 dólares, en términos de crecimiento económico, a lo largo de toda la vida laboral de dicha persona.
 La directora del informe, Pauline Rose, ha dicho: “Para que las personas y los países puedan prosperar, es necesario que la educación prepare a los jóvenes para la vida laboral. América Latina nos ofrece un buen ejemplo de cómo puede llevarse a cabo esta tarea. La aplicación de programas que han dado buenos resultados, combinando la formación en las aulas con una experiencia laboral, puede preparar eficazmente para la transición de la escuela al mundo del trabajo. El único freno para aplicar esos programas es que resultan costosos. La respuesta que se impone ahora es que los gobiernos y los países y organismos donantes de ayuda encuentren más fondos para intensificar esos programas, de tal manera que sean muchos más los que puedan beneficiarse de su apoyo”.
 Es desesperadamente necesario no sólo incrementar la financiación de la educación para enjugar el déficit en el ámbito de la adquisición de competencias, sino también aumentar radicalmente el número de programas que ofrecen vías alternativas para adquirir una formación. En el Informe de Seguimiento de la Educación para Todos en el Mundo del presente año se estima que, además de los 16.000 millones requeridos cada año para conseguir la universalización de la enseñanza primaria en 2015 en los países pobres, se necesitarían otros 8.000 millones de dólares anuales para lograr la escolarización universal en el primer ciclo de la enseñanza secundaria de esos países. La redistribución de la ayuda internacional a la educación puede contribuir a enjugar el déficit de financiación existente. Los 3.100 millones de dólares asignados a la enseñanza superior nunca llegan a beneficiar a los sistemas educativos de los países ! en desarrollo, porque se destinan esencialmente a financiar la escolaridad de los estudiantes extranjeros en los países donantes de ayuda. Esos fondos se podrían gastar con mejor provecho para tratar de resolver la crisis en materia de adquisición de competencias y beneficiar así a la juventud desfavorecida de los países pobres.
 Los nuevos países donantes de economía emergente, como Brasil, pueden contribuir más al fomento de la adquisición de competencias por parte de los jóvenes en los países en desarrollo del mundo entero, pero deben centrarse en dar prioridad a la satisfacción de las necesidades de las capas sociales más desfavorecidas. Basándose en los éxitos de su propia experiencia en el sector de la formación profesional, Brasil ha ayudado a algunos países africanos, como Mozambique, a fomentar la adquisición de competencias. Sin embargo, actualmente sólo contribuye con algo más de dos millones de dólares anuales al apoyo de este sector educativo, aun cuando sus recursos le dan la posibilidad de prestar ayuda a muchos más países pobres.
 Al estimar que ya va siendo horade actuar para apoyar y fomentar la adquisición de competencias por parte de los jóvenes, el décimo informe formula las siguientes Recomendaciones a este respecto:
 Es necesario ofrecer vías alternativas de educación para que unos 200 millones de jóvenes del mundo entero (esto es, un número equivalente al de la población total de Brasil) puedan adquirir competencias básicas elementales.
  1. En el primer ciclo de la enseñanza secundaria se debe dispensar una formación de calidad para que todos los escolares adquieran competencias básicas pertinentes.
  2. En los planes de estudios del segundo ciclo de la enseñanza secundaria se debe establecer un equilibrio entre la adquisición de competencias estrictamente profesionales y técnicas (comprendidas las relativas a las tecnologías de la información) y la adquisición de competencias polivalentes, como la seguridad en sí mismo y la aptitud para comunicar, que son indispensables en todo puesto de trabajo.
  3. Las estrategias en materia de adquisición de competencias deben apuntar a las categorías sociales más desfavorecidas, especialmente las jóvenes y la población pobre de las zonas urbanas y rurales.
  4. Para lograr en los países pobres la escolarización de todos los jóvenes en el primer ciclo de la enseñanza secundaria se necesitarían unos 8.000 millones de dólares anuales. Los gobiernos y los países y organismos donantes de ayuda, así como el sector privado, deben aportar su contribución para enjugar el déficit de financiación actual.
 La publicación de la edición 2012 del Informe de Seguimiento de la Educación para Todos en el Mundosigue de cerca a la presentación al público de la iniciativa “La educación ante todo”, efectuada el pasado 26 de septiembre por Ban Ki-moon, Secretario General de las Naciones Unidas. Éste subrayó cuán importante es agrupar a todas las partes interesadas para superar los obstáculos existentes y lograr “una educación de calidad, pertinente y transformadora”.
Fuente: UNESCO.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Notícias da CUED

Educación tecnológica: Apps web 2.0: caja de herramientas básicas:
http://sco.lt/8OM9ZZ

Top Tools for Learning 2012: http://sco.lt/5ldsJ7

Así arruinaron los japoneses la educación: un modelo a olvidar:
http://sco.lt/5UxfMn

35 Ways To Build Your Personal Learning Network Online: http://sco.lt/9Lgao5

Twitter for Learning: http://sco.lt/7Y7xdh

Metauniversidad: http://sco.lt/886tQP

Conferencia especial: Dr. Carlos Bravo Reyes: http://sco.lt/7tLkf3

Universidad y ciencia: palancas del desarrollo económico: http://sco.lt/7MUPJ3

15 Ways You Can Reform Education From Your Living Room: http://sco.lt/8XriQj

2012 WISE SUMMIT | WISE - World Innovation Summit for Education:
http://sco.lt/6Kv5Jh