terça-feira, 8 de abril de 2014

Notícias da Cátedra EAD da Unesco

CUED: Entre la educación visible y la invisible… algunos buscan puentes!. http://sco.lt/86uBFp

García Aretio: Convocatoria de Monográficos en RIED: http://sco.lt/8BfVmT

Yovanni Ruiz – La educación a distancia en el Perú (para el análisis y la discusión): http://sco.lt/80b9hx

Seminario Iberoamericano “Ciencia, Tecnología, Universidad y Sociedad”: http://sco.lt/5ci8wL

Revista "Aprender para Educar con Tecnología" - Número 7: http://sco.lt/4ybTfd

Internautas móviles que prescinden del ordenador: http://sco.lt/5SQBTV

Aulas tech: las tecnologías que están cambiando el aprendizaje: http://sco.lt/7yF8jp

Infografia: 20 claves educativas para 2020: http://sco.lt/58BRJJ

10 de los mejores complementos de Google Docs para estudiantes y profesores: http://sco.lt/7qj2q9

What are Teacher’s Biggest Challenges in 2014?: http://sco.lt/7tZ28n

Blogs and wikis in formal higher education: examples of open education: http://sco.lt/7jGFWr

Bitácora de la EaD Nº 3: http://sco.lt/6ZJD6X

Universidades innovadoras (I): http://sco.lt/6Vvvov

De docentes a agentes de aprendizaje: http://sco.lt/6AMPw1

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Notícias da Cátedra Unesco de EAD

Noticias desde la CUED del día 05/02/2014


CUED: Dos caminos, una idea…”una socio-educación disruptiva y/o una educación profesionalizada”…:http://sco.lt/5UEhPN

LOS MOOCS Y SU PAPEL EN LA CREACIÓN DE COMUNIDADES DE APRENDIZAJE Y PARTICIPACIÓN | RIED: http://sco.lt/5kZSXB

Open EducationWeek 2014: http://sco.lt/8sHrf7

Redes Abiertas: Dialogues (I): Take class notes. Dialogos(I): Tomar apuntes:  http://sco.lt/7xoVvN

Boletín 24 Centro de conocimiento: ¿Humanizan las TIC la educación?: http://sco.lt/6n3CkL

Qué es y para que sirve Evernote infografiahttp://sco.lt/8WHx57

Los expertos subrayan la necesidad de formarse toda la vida: http://sco.lt/81Lfu5

MOOC, FabLabs, design thinking… L’imagination au pouvoir en formation continue: http://sco.lt/7d4CKf

How to prepare your learners for online success: http://sco.lt/4vJGSX

Beyond the Hype: Have MOOCs Missed The Mark? – Edudemic: http://sco.lt/5o2UmP

Aviso a navegantes: La nueva formación de formadores es colaborativa: http://sco.lt/64PmXh

22 eBooks gratuitos de Social Media en Español: http://sco.lt/7KXs5x

MOOCs as Disruptive Innovation?: http://sco.lt/6ELk5x

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Educação a Distância: JIO - I Jornadas Internacionais Online de Educação...

A professora Daniela Melaré da Universidade Aberta de Portugal está coordenando a JIO - I Jornadas Internacionais Online de Educação, Tecnologia e Inovação que acontecerá entre 5 e 10 de maio. 



O evento totalmente online "tem a finalidade de possibilitar um espaço de diálogo entre investigadores e docentes (nacionais e internacionais) sobre inovação pedagógica, com base no intercâmbio de resultados da investigação realizada e aplicada, com o uso das tecnologias na educação, com especial destaque para a diversificação da oferta formativa". 



Os temas dos fóruns são: inovação nos planos de estudos, inovação nas estratégias e recursos para a educação e inovação na avaliação das aprendizagens. Para os brasileiros as jornadas serão consideradas um curso de extensão, mas para receber o certificado existe um mínimo de participação ativa em pelo menos três conferências e dois fóruns, durante os cinco dias do evento. 



Fiquemos atentos aos prazos, as inscrições antecipadas vão até o dia 30 de março (20 euros). Acessem também o Facebook do evento, o Google+ e o Twitter.

Noticias desde la CUED

Noticias desde la CUED del fin de semana y del día 03/02/2014 


CUED: Las tecnologías, subvierten los “anacrónicos paradigmas”!:http://sco.lt/9CpOTp

CUED: “El dinosaurio desaparece lentamente”. ¿Sucede esto con la educación?:http://sco.lt/7PCOf3

IETC 2014. International Educational Technology Conference: http://sco.lt/72Z7xJ

La crisis de la Universidad, por Fernando Mires: http://sco.lt/5rpAxN

De la identidad digital a la acción (educativa) en red: ABP, ciberactivismo, emprendimiento...I: http://sco.lt/68mhyj

"Entornos y redes personales de aprendizaje (PLE-PLN) para el aprendizaje colaborativo": http://sco.lt/8NrKZF

In the Social Age, who structures your career? What should you learn?:http://sco.lt/6T9QYr

El modelo tripartito sobre la alta capacidad: un nuevo modo de conceptualizar el desarrollo del talento…: http://sco.lt/8LRhpZ

Call for papers on MOOCs (RUSC): http://sco.lt/6a2RNp

Tiempo de empoderamiento digital: http://sco.lt/6QjnpB

Teacher's Guide to Teaching Students to Ask Their Own Questions:http://sco.lt/5SQ2gT

The eLearning Dilemma: Engaged vs Unengaged Learners: http://sco.lt/5iWmJd

L’évaluation des universités, une «farce»?: http://sco.lt/6RnnYv

Hay que acabar con la jerarquía del profesor en el aula: http://sco.lt/4xOXZp

Krínein. Revista de Educación. Nº 10 (2013): http://sco.lt/9Kd5VZ

Why 259,969 people in the same class might be the future of education:http://sco.lt/5gbzBh

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Lançamento da plataforma Escola Digital

Disponível em: http://porvir.org/blog/lancamento-da-plataforma-escola-digital/20131210

Inspirare e o Instituto Natura lançaram nesta terça-feira (10), a plataformaEscola Digital, um buscador aberto e gratuito de recursos digitais pedagógicos. No portal, já é possível encontrar mais de 1,5 mil recursos virtuais, como vídeos, áudios, games, livros digitais, aplicativos, infográficos e outras ferramentas que podem ser utilizadas, a favor do aprendizado, por educadores e estudantes de todo o país.
Durante o evento oficial de lançamento, realizado em São Paulo, mais de 70 convidados puderam conferir, em primeira mão, todas as funcionalidades da plataforma que já conta com mais de 1600 objetos digitais. A construção do portal contou com a parceria do Instituto EducaDigital, do TIC Educa e daSEE-SP (Secretaria de Estado de Educação de São Paulo), que ajudaram no mapeamento das ferramentas já existentes na rede.
crédito Marcos Suguio

“A plataforma representa uma enorme possibilidade de aproximar o mundo da escola do mundo digital onde se encontram os nossos filhos. Hoje, os ODAs [Objetos Digitais de Aprendizagem] estão espalhados na internet. Com a Escola Digital, buscamos agrupá-los no mesmo ambiente para incentivarmos ainda mais o seu uso pelo aluno e pelo professor”, afirma a diretora do Inspirare Anna Penido. Segundo ela, um dos principais objetivos da plataforma é facilitar o uso dos objetos como estratégias complementares ao ensino.
“Com o mapeamento, fica mais fácil para os professores articularem os recursos digitais com os currículos escolares. Ele acaba se tornando umdesigner do currículo”, diz Anna. O trabalho de curadoria feito na construção da plataforma também é destacado por Françoise Trapenard, presidente da Fundação Telefônica. “Organizar a oferta é o primeiro passo para qualificar a demanda”, diz Françoise, mencionando o trabalho de seleção e disponibilização dos conteúdos.
Mapeamento
Para colaborar com o mapeamento dos recursos presentes na plataforma, foram convidados professores da rede pública. Cerca de 50 docentes vinculados à secretaria estadual de São Paulo garimparam grande parte das ferramentas. Eles também participaram da fase inicial de testes da plataforma, realizados há três meses. “Conhecemos a ideia do Escola digital em julho e em setembro começamos a concretizar a parceria. Nos aliamos ao projeto porque ele faz todo o sentido ao próprio caminho que a secretaria está construindo”, afirma Olavo Nogueira Filho, coordenador do programa Novas Tecnologias, Novas Possibilidades, que será lançado em janeiro pela SEE-SP.
Com o anúncio oficial do programa da secretaria estadual, que prevê a criação de uma plataforma nos moldes da Escola Digital, Nogueira espera utilizar todo o material já curado pelos professores da rede para ser disponibilizado no novo portal da SEE. “A ideia é customizarmos a Escola Digital de forma a contemplar 100% do currículo de São Paulo, criado desde 2007”, explica Nogueira.
A adaptação do conteúdo do Escola Digital será possível não apenas para a SEE-SP, como para qualquer secretaria ou até mesmo para o usuário, inclusive os pais de alunos interessados no acompanhamento das atividades escolares dos filhos. “Nosso desafio agora é com a próxima atualização, a ser feita no segundo semestre de 2014, criar mecanismos para a customização dos ODAs. Tudo isso para que alunos, pais e professores escolham seus objetos preferidos”, diz Anna, do Inspirare.
Enquanto a segunda versão ainda está sendo desenvolvida, o grande desafio da plataforma é chegar até os usuários. Uma das estratégias utilizadas é a aproximação das redes de ensino públicas brasileiras. “Nosso plano é oferecer a plataforma para as secretarias estaduais, por meio do Consed[Conselho Nacional de Secretários de Educação]. Em março, faremos uma reunião [com a entidade] e apresentaremos a plataforma. Mas de antemão, o secretário do Pará [Cláudio Ribeiro] já demonstrou interesse no uso da Escola Digital”, afirma Pedro Villares, presidente do Instituto Natura.
crédito Marcos Suguio

Professores
Convidada para o evento, a professora coordenadora do núcleo pedagógico de Geografia da SEE, Dulcinéia Ramos, explicou como se deveria utilizar os ODAs no cotidiano escolar. “Eles podem ser um diferencial quando utilizados para atingir os objetivos traçados pelo plano de aula. É importante, no entanto, que os professores acessem antes o recurso que ele pretende utilizar na turma e explique aos alunos o motivo pelo qual eles optaram por determinado objeto”, fala Dulcinéia.
Já outra palestrante do encontro, a professora de informática da rede municipal de São Paulo, Gislanie Batista, sugere que a aproximação com os objetos virtuais seja feita de forma gradual. “Os professores ainda não conseguem planejar a aula pensando no recurso. Eles têm dificuldade para contextualizá-lo em sua disciplina. Por isso, é preciso que os professores comecem aos poucos. Mas ainda assim, é preciso pesquisar e planejar antes da aula”, afirma.
Gislanie não deixa de destacar a “importância” dos professores se aproximarem mais do “mundo dos jovens”, imersos nas redes sociais e mais próximos da tecnologia. Essa ideia dos alunos já terem “nascido com a tecnologia”, também é defendida pela coordenadora de tecnologia educacional do Colégio Bandeirantes Cristiana Mattos. Durante o evento, ela destacou algumas das principais tendências em inovações educacionais. O uso de simuladores, de laboratórios virtuais, de realidade aumentada e o aprendizado com a utilização mais intensa das redes sociais foram algumas das ideias defendidas por ela.
“Nas redes colaborativas, os próprios alunos já criam seus grupos de estudos. Ela é apenas um exemplo que mostra que os estudantes de hoje querem criar seus próprios caminhos. E isso, a tecnologia já permite. Com a ideia da customização da plataforma e a possibilidade de ter acesso a ferramentas que permitem a criação de outros recursos digitais, os alunos se tornam mais protagonistas”, afirma Cristiana, uma das participantes na elaboração do relatório de tendências tecnológicas na educação Horizon Report, em sua versão brasileira.
crédito Marcos Suguio

Buscas
Funcionando como um buscador de recursos digitais já existentes criados por produtores de conteúdo, o grande diferencial da plataforma é oferecer, de forma mais intuitiva, a busca pelos recursos que podem ser utilizados como ferramenta pedagógica. Assim, o professor interessado em um objeto digital específico, para ser utilizado em sua aula ou para propor como tarefa de casa aos seus alunos, pode encontrar no portal a ferramenta mais adequada. Todos os objetos presentes no Escola Digital foram categorizados por disciplina, série, temas curriculares e também pelo tipo de mídia.
Já na busca mais refinada, é possível selecionar os recursos por outras categorizações. Assim, o usuário consegue filtrar os objetos por sua licença de uso – do copyright às diferentes combinações de liberdade para uso, compartilhamento e alteração –, e também por idiomas, ou seja, além de materiais em português, ele pode encontrar objetos em outras línguas, como inglês e espanhol. E mais: caso prefira, ainda poderá buscar conteúdos pela sua disponibilidade (on-line ou offline) ou se ele é gratuito ou pago.
A plataforma permite também, além do acesso organizado aos recursos, que empreendedores e investidores possam olhar para oportunidades de desenvolvimento a partir da utilização da plataforma, por meio da opção de visualização geral. Nela, por meio de gráficos, é possível verificar onde estão os gaps de conteúdos, quais anos e disciplinas ainda não apresentam muitas opções.

domingo, 15 de dezembro de 2013

A polegarzinha de Michel Serres e o ensino no mundo de amanhã

2013/03/21 · by Carlos Sena Caires · in  - http://artes.ucp.pt/artesdigitais/?p=551

MichelSerres
(Petite Poucette de Michel Serres, edição Le Pommier, 2012, 85 páginas. Fotografia de Eric Garault)
O mais recente ensaio de Michel Serres propõe uma renovada postura pedagógica perante o surgimento de uma nova geração de estudantes, as polegarzinhas.
O mais recente ensaio de Michel Serres propõe uma renovada postura pedagógica perante o surgimento de uma nova geração de estudantes, as polegarzinhas.
Filha da Internet e do telefone portátil inteligente (smartphone), a polegarzinha – alcunha que Michel Serres atribuí à geração dos adolescentes – vive num mundo completamente diferente do que conheceram os seus pais e avôs. A polegarzinha – um piscar de olho à maestria com que os jovens escrevem SMS com os seus polegares – é uma população que nasceu nos anos 1985 a 1995, e cresceu com a propagação das novas tecnologias. Segundo Serres, os pais da polegarzinha (os papas ronchon) trabalham “com” as novas tecnologias – o que implica uma certa exterioridade (“não somos obrigados a conhecer o que se passa dentro da máquina”), e por conseguinte têm todos uma “cabeça exteriorizada”. Este, explica que, trabalhar “com” alguma coisa é estar fora dessa mesma coisa. A geração seguinte, a das polegarzinhas, vive num mundo implicado pelas novas tecnologias, não vive “com” as novas tecnologias, mas sim “dentro” delas. E é esse mundo que os avôs e pais da polegarzinha não entendem.
Neste pequeno ensaio, Michel Serres discute o surgimento de uma nova era – a da revolução digital. Para Serres nada pode ficar como dantes, tudo se alterou e se alterará, nomeadamente a relação pedagógica. Daí a pergunta: “Será que a revolução digital veio alterar a forma como ensinamos?” Digamos que já a alterou: a pedagogia modificou-se completamente com as novas tecnologias (ajustou-se, tenta adaptar-se, mas a grande custo). A páginas tantas, o autor propõe o seguinte raciocínio: “Antigamente (anos 1960-1980), quando eu entrava no meu auditório, o conteúdo da aula era relativamente desconhecido para os meus alunos. Estávamos na era da “presunção de incompetência”. Hoje em dia, qual a probabilidade e quantos alunos visitaram ou investigaram na Internet e na véspera de uma aula os conceitos que irei leccionar no dia seguinte? Estamos perante uma “presunção de competência”.” Atualmente, os alunos pesquisam na Internet tudo e mais alguma coisa (“o saber está na Wikipédia. Eu sei, porque clico”) e é por isso que a relação pedagógica é cada vez mais assimétrica.  Já não basta ao professor lançar sobre os seus alunos uma resma de conceitos e de conhecimentos decorados (ou sabidos), porque antes que o professor tome a palavra o aluno já adquiriu um certo número de informações. “É preciso saber ouvir os estudantes” diz-nos Serres, é preciso “saber o que eles sabem [...], escutar a novidade para a compreender”, para compreender o mundo onde os nossos alunos habitam. Uma vez percebida e assimilada essa “novidade”, podemos adaptar o nosso ensino. Para podermos julgar as novas tecnologias é preciso sair do mundo anterior e “entrar” literalmente neste novo mundo do digital, do instantâneo, do efêmero e do virtual.
A relação ao saber alterou-se profundamente, diz-nos Michel Serres. A relação pedagógica e cognitiva também. De facto as novas gerações criam comunidades que nunca teríamos imaginado antes. Para explicar como adaptar-se a esta nova realidade, Serres propõe que pensemos sobre o conceito de autoridade. Do ponto de vista do ensino, a palavra “autoridade” torna-se fundamental. Autoridade vem do latim “augere”, que significa fazer crescer, aumentar…, consequentemente, quem tem autoridade é aquele que aumenta qualquer coisa. Daí que, hoje, para ter autoridade num auditório ou numa sala de aula é preciso “aumentar” o saber (presunção de competência), fazendo funcionar o que diferencia um professor de um aluno, isto é, a “novidade, a inovação, a experiência e a inteligência”, palavras de Serres.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Laptops mudam cotidiano de escola rural

Projeto Um Computador por Aluno fez uma revolução silenciosa na Escola São Rafael, em Coruripe

Cátia Pimentel | Texto e Fotos

Localizada a 97 km de Maceió, a Escola Municipal São Rafael é a única no Distrito de Pindorama, município alagoano de Coruripe. 

Apesar da simplicidade, a escola tem registrado bons resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), todos acima da meta nas últimas avaliações. A escola alcançou média 4,8 pontos em 2011, quando a meta do governo federal era de 3,8.

Uma das explicações para o avanço é a mudança na realidade da vida dos alunos e familiares através do projeto do governo federal que disponibiliza laptops para cada estudante (Programa UCA).

Em Alagoas, a São Rafael é a única onde crianças e adolescentes levam o laptop para casa, inserindo a tecnologia no cotidiano da família e mudando a realidade da zona rural alagoana.

Contando com equipe de 20 professores, a escola funciona nos três turnos, atende 495 alunos da Educação Infantil a Educação de Jovens e Adultos (EJA), vindos da zona rural de Coruripe. Ela foi uma das nove contempladas pelo Programa Um Computador por Aluno (PROUCA), desenvolvido pelo Ministério da Educação desde 2007 e que foi implantado em Alagoas em 2010 na 2ª fase do projeto com o objetivo de possibilitar a formação para a cidadania também com o uso das tecnologias.

O início do UCA no Escola São Rafael ocorreu em agosto de 2010 com a entrega de 416 laptops. O diretor da escola, Erithan Carlos Matias da Silva, na gestão há cerca de 10 anos, acredita e aposta na presença dos laptops como ferramenta significativa para a melhoria do ensino, permitindo o crescimento do aluno. “Os alunos ficam com a mente aberta. E posso afirmar que houve um crescimento no nível de aprendizagem dos alunos.” 

Ele conta que no início do projeto todos acolheram os laptops com grande expectativa, inclusive na esperança de uso da internet, o que nunca se configurou por questões da gestão do Proinfo. “Agora a prefeitura está colocando um ponto de internet e estamos comprando alguns roteadores. Mas a internet do projeto nunca funcionou, o que limitou as propostas”, reclama. 

Segundo o diretor, o professorado ficou apreensivo no começo do projeto, mas participaram das capacitações e hoje já conseguem adequar o uso dos laptops na realidade dos planos de aula. “O professor usa livremente no horário que é conveniente em acordo com a coordenação pedagógica. Não estabelecemos horários e disciplinas em que o professor tem que usar os laptops. Cada professor ajusta de acordo com sua dinâmica de sala de aula”.

Positivo e negativo

Para a coordenadora pedagógica da escola, Flávia Silva Rocha, o projeto tem seu lado positivo e seu lado negativo. O lado positivo está na disponibilização dos laptops para a escola e a família. “O UCA é um diferencial para a escola, e uma escola da zona rural onde ninguém imaginaria algo deste tipo. Entretanto, computador sem internet não é a mesma coisa e nisso o projeto foi falho até agora. Não tivemos suporte técnico e alguns alunos já terminaram seus estudos aqui na escola sem ver de fato o projeto se concretizar em sua plenitude”. 

Flávia destaca ainda que todos os professores participaram da formação, mas alguns ainda têm resistência a entrar no mundo da tecnologia. Quando entregam seus planos anuais e a proposta de um projeto didático, ela solicita que pensem em como usar os laptops no desenvolvimento das ações com os alunos.

Sobre o fato dos alunos levarem os laptops para casa, diretor e a coordenadora explicam que foi um trabalho importante reunir os pais para explicar o projeto e que os alunos iriam levar os laptops para a realização de estudos e atividades. 
Para Flávia Rocha, quando as crianças levam o laptop para casa, eles “mexem” e descobrem funcionalidades que os professores vão aprender com os alunos.

Impacto social 

Mãe de cinco filhos, nascida em Penedo e criada em Bom Sucesso, a dona de casa Raquel Souza da Silva Santos tem dois filhos em idade escolar e que estudam na escola São Rafael.

Para ela, que reside numa casa de taipa e planta macaxeira em frente a humilde moradia, seus filhos vão ter um futuro melhor por estarem aprendendo coisas que ela nunca aprendeu. “Eles trazem o laptop e ficam fazendo as tarefas. Fazem os slides da professora de português e me mostram. Mas eu não quero aprender não. Deixo pra eles esta coisa de computador”, afirma Dona Raquel.

Outro exemplo de como o UCA muda a vida dos envolvidos, o estudante Eduardo, do 5º ano vespertino frequenta a escola no horário da manhã para realizar simulados de matemática e português, preparando-se para a Prova Brasil, que avalia o desempenho das escolas a nível nacional. “Eu venho e fico aqui estudando. Tenho que acertar tudo. Eu tinha terminado e fui pra casa, mas voltei porque quero acertar tudo e to aqui fazendo de novo”. 

A coordenadora Flávia Rocha recorda que todos os dias vários alunos vêm para a escola em horário contrário para estudar. “Eles usam a biblioteca e o laboratório de informática para atividades orientadas ou livres. Podiam estar na rua ou na lavoura, a maioria seguindo a saga de seus pais, mas estão aqui. Talvez este seja um dos fatores da nota de nossa escola no Ideb”.

Segundo Fernando Pimentel, coordenador do UCA/Ufal, este é o diferencial do projeto, mas que não foi acolhido em sua totalidade, inclusive em Alagoas. “Os diretores têm receio de que os laptops quebrem ou que sejam roubados, mas com esta postura a gestão impossibilita o desenvolvimento de elementos sociais importantes, como a responsabilidade com o bem público. Há também o comprometimento de um dos objetivos do projeto, que não é alcançado: a inclusão social. Estamos fazendo um trabalho de ‘formiguinha’, visitando as escolas, conversando com os gestores e propondo uma formação continuada”. 

Avaliando o projeto, o coordenador do UCA na Ufal mostra-se preocupado com o futuro de um projeto tão grandioso e que está mudando a realidade das crianças e de suas famílias.

“O MEC não está sinalizando uma continuidade do projeto e as secretarias estaduais e municipais têm outras prioridades. Os gestores não conseguem vislumbrar os ganhos no processo educativo dos alunos e como um projeto deste porte contribui para o desenvolvimento da cidadania. Em vários municípios e no Estado os gestores não fizeram sua parte, que era cuidar da infraestrutura, e este é um elemento que compromete a continuidade do projeto”.

Ainda de acordo com Pimentel, o Governo Federal não pensou numa política de continuidade, e nem de manutenção dos equipamentos. De acordo com levantamento da Ufal, vários laptops não funcionam mais somente com a bateria, precisam estar conectados diretamente a fonte de energia.

“Em Alagoas o sinal de internet é precário. Como desenvolver algo assim? E agora com os tablets que serão distribuídos para alunos e professores do ensino médio, como será?”. 

Para Pimentel os professores são guerreiros e desenvolvem projetos dignos de reconhecimento com os laptops, mas afirma que muito mais poderia ser realizado.

- See more at: http://www.infoca.com.br/reportagens/laptops-mudam-cotidiano-de-escola-rural#sthash.i2w9t3Vs.dpuf

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Notícias da CUED

La “educación inteligente” de Corea del Sur: http://sco.lt/8Blv9t

Los MOOC: Pros y contras de un sistema que acerca la universidad al gran 

Teacher vs Student: How Each Actually Uses Social Media: http://sco.lt/7U9C6b

Nueva versión de ExamTime, la plataforma online de estudio, con mensajes, fórmulas, calendario…:http://sco.lt/54tUH3

Por que o ensino a distância está crescendo?: http://sco.lt/6FqOhd

How Virtual Classrooms Can Promote 1-1 Student Conferencing: http://sco.lt/4uI0Kv

10 professional development ideas for teachers: http://sco.lt/7lrkUT

Los 20 mejores servicios gratis de almacenamiento en la nube (revisión 2013): http://sco.lt/8qVeRF

Herramientas para trabajar en grupo desde casa: http://sco.lt/89i3Pt

Khan Academy en español: más de dos mil tutoriales, ejercicios, herramientas docentes y más:http://sco.lt/7D6A6b

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Tecnologias e Mídias: o que muda no Ensino Superior

Cied realiza seminário e lançamento de livros na VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas

Já estão abertas as inscrições para a mesa redonda “Tecnologias e Mídias: o que muda no ensino superior?”
10 de Outubro de 2013
A Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (Cied/Ufal) participa da VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas, que será realizada de 25 de outubro a 03 de novembro no Centro Cultural e de Exposições de Maceió, no bairro do Jaraguá.

Nesta edição, a Cied vai abrir espaço para reflexão sobre a modalidade Educação a Distância (EAD) através do “Seminário EAD na Bienal do Livro de Alagoas”. As atividades acontecem no dia 29 de outubro, às 10h, no Auditório B, com a mesa redonda “Tecnologias e Mídias: o que muda no Ensino Superior”com a participação dos professores doutores João Batista Carvalho Nunes (UECE), João Batista Bottentuit Júnior (UFMA) e José Mário Aleluia Oliveira (UFS).
Entre os assuntos que serão abordados por eles estão questão como formação dos professores diante das tecnologias digitais; tecnologias móveis e ferramentas web 2.0; e culturas digitais e contemporaneidade.
Estão sendo ofertadas 250 vagas para o seminário, sendo que 125 serão para inscrições online e 125 vagas para inscrições no local do evento. FAÇA INSCRIÇÃO AQUI.
Cied realiza seminário e lançamento de livros na VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas
Em seguida, às 12h, a Cied realiza o lançamento de quatro livros: “Integração e Gestão de Mídias na Escola” e “Práticas Pedagógicas Com Mídias na Escola”, organizados pelo professor do Centro de Educação (CEDU) e coordenador-geral da Cied, Luis Paulo Mercado; e “Sob o olhar da tutoria” e “Interação Online: Um Desafio na Tutoria”, organizados pelo também professor do CEDU e vice-coordenador da Cied, Fernando Pimentel.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Seminário sobre EAD e TIC em Aracaju

V Seminário Nacional do EDaPECI : "Educação, Formação de Professores e TIC" - Dezembro 2013

 
cabeçalho evento E-MAI  
 
 
As tecnologias da informação e comunicação e a formação docente serão o centro do debate do V Seminário Nacional EDaPECI “Educação, formação de professores e TIC” que acontecerá nos dias 02, 03 e 04 de dezembro de 2013, no Campus da UFS de São Cristóvão (SE) e contará com a presença de grandes nomes de pesquisadores da Educação e TIC de Sergipe e do Brasil.
O evento está em sua quinta edição e é promovido pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) através do Grupo de Pesquisa em Educação a Distância e Práticas Educativas Comunicacionais e Interculturais (EDaPECI) em parceria com Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
Estudantes graduação, pós-graduação, profissionais da educação, pesquisadores e demais interessados nessa temática, a fim de compreender, debater, socializar experiências e pesquisas para que a utilização das tecnologias na educação tragam resultados efetivos à qualidade do ensino.
As inscrições de trabalho vão até o dia 10 de outubro através do endereço eletrônico http://edapeci.ufs.br/pagina/inscri-es-9433.html, com seguintes eixos temáticos:
1) Educação a Distância: Aspectos Históricos e Sociológicos.
2) Formação de Professores em EaD.
3) Mídia e Educação
4) Cultura Digitais, Redes Sociais e Educação
5) Produção de Material Didático para EaD.
6) Políticas Públicas de Educação e TIC.
7) Educação Infantil e TIC
8) Tecnologias Assistivas e Educação.
9) Gestão em EaD.
10) EAD e Educação Ambiental

Os dez melhores trabalhos aceitos e apresentados serão submetidos ao sistema de publicação da Revista EDaPECI (http://www.seer.ufs.br/index.php/edapeci).
Para mais informações acessem o site do grupo de pesquisa www.edapeci.ufs.br.