sexta-feira, 5 de junho de 2026
Do ensinar ao aprender: quando a aula deixa de ser o centro
quinta-feira, 4 de junho de 2026
A pergunta que antecede tudo: o que é aprender?
Há uma certa coragem em fazer perguntas que parecem simples. "O que é aprender?" é uma delas. Simples na forma, desconcertante no conteúdo, especialmente quando se está diante de educadores que passaram anos ensinando e que, ao ser confrontados com ela, percebem que a resposta nunca foi tão óbvia quanto parecia.
domingo, 3 de abril de 2022
A dinâmica dos mapas conceituais na apropriação do conhecimento
Na semana passada dei início às minhas aulas na graduação em Pedagogia, na Universidade Federal de Alagoas, com a turma do primeiro período (os feras!).
Uma turma muito animada e participativa, no turno matutino, composta por 38 estudantes.
Nossa disciplina, que estuda sobre as possibilidades e os limites da integração das tecnologias digitais no contexto da sala de aula, segue uma dinâmica gamificada, tendo como narrativa a Liga da Justiça. E logo na primeira semana de aula os estudantes tiveram que encarar dois desafios, quando eles têm a possibilidade de mostrar que estão engajados nos objetivos propostos para a disciplina.
Como proposta de desafio, elaborei duas questões que deveriam culminar com a entrega de mapas conceituais sobre textos que indiquei a leitura. Tenho trabalhado com mapas conceituais faz muito tempo, mas sempre me encanto com as possibilidades, com o visual de como os estudantes percorrem os textos e como eles apresentam àquilo que estão aprendendo. E me encanta ver como, dos mesmos textos, não se produz nenhum mapa conceitual igual ao outro.
Aqui abaixo apresento alguns exemplos. O tema dos dois textos que deveriam ser lidos transitava entre currículo, tecnologia e cultura digital.
Amanhã temos aula, e novos desafios.
quarta-feira, 18 de agosto de 2021
Educação ressignificada: formação docente e práticas disruptivas
A Universidade Tiradentes (Unit), por meio de seu Programa de Pós-Graduação em Educação, e o Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), promovem mais uma edição do Encontro Internacional de Formação de Professores (Enfope) e do Fórum Permanente Internacional de Inovação Educacional (Fopie). O encontro será realizado de 23 a 25 de novembro, no formato virtual, por meio do canal de YouTube da Unit.
O evento, que traz contribuições significativas nos âmbitos regional, nacional e internacional, abordará a temática Educação ressignificada: formação docente e práticas disruptivas.
“O Enfope/Fopie é um evento consolidado no Estado de Sergipe, em especial para a educação básica, que vem ao longo do tempo desafiando as discussões sobre a educação”, comenta a doutora Andrea Karla Nunes, líder do Grupo de Pesquisa em Docência, Avaliação, Currículo e Contemporaneidade (GPDACC/PPED/Unit/CNPq) e coordenadora do evento.
“Este ano, estamos em pauta com a educação ressignificada e práticas disruptivas porque entendemos que o contexto da pandemia mobilizou revermos o lugar de atuação da docência, bem como as práticas pedagógicas que estão sendo e serão praticadas”, acrescenta a docente.
O Enfope/Fopie tem como principal objetivo promover a integração de saberes e colaborar com a formação de professores da Educação Básica de Sergipe, fomentando o desenvolvimento de ações e reflexões críticas e inovadoras. “O evento traz olhares também sobre o currículo em alguns países, como Argentina e Espanha. Os palestrantes internacionais vêm discutir de forma assertiva a formação do professor e os desafios diante de práticas disruptivas”, salienta Andrea Nunes.
O 12º Enfope e 14º Fopie constituem, juntos, o segundo maior evento do Estado de Sergipe destinado à Educação Básica, com participantes locais, nacionais e internacionais. Esta edição contará com palestrantes de universidades da Espanha, Argentina e Portugal.
O evento representa um importante espaço de debate, uma vez que o momento atual da educação brasileira, sob a ótica da formação de professores, é muito delicado.
“Busca-se divulgar, discutir e ampliar a produção científica, tecnológica e cultural na área de formação docente, em colaboração interinstitucional, tendo como premissa o desenvolvimento da autonomia e emancipação dos sujeitos que ocorre por meio de pensamento científico, crítico, responsabilidade e cidadania, bem como o contexto da contemporaneidade da cultura digital”, destaca a coordenadora do evento.
O encontro está com inscrições abertas, com prazo de submissão de artigos até 30 de setembro.
quinta-feira, 23 de julho de 2020
Orientações CNE para retorno das aulas
Abaixo apresentamos um mapa com o contexto internacional de orientações, conforme o Parecer, e sintetizamos as recomendações que são indicadas para a Educação Básica.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Slides da palestra Diversidade e Religião
sexta-feira, 22 de julho de 2011
A interação é elemento que define o fazer educativo
Do blog do autor: http://aretio.blogspot.com/
Nueva entrevista: “La interacción es elemento definitorio del hacer educativo”
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Uso de software contra plágio
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/unesp+adota+software+para+evitar+plagios/n1596973097844.html
Segundo o professor titular do Departamento de Física da Unesp de Bauru Carlos Roberto Grandini, que participou do treinamento, o docente vai colocar o trabalho do aluno no sistema de busca, que vai se encarregar de buscar trechos semelhantes a outras publicações. "Se um trecho selecionado ficar vermelho, por exemplo, significa que ele tem um grau de 80% ou mais de equivalência a um texto previamente publicado", diz Grandini, que também é presidente da Comissão Permanente de Avaliação da Unesp (CPA).
"As cores variam de acordo com o nível de igualdade dos textos que estão sendo comparados." A partir dessas informações, o professor da graduação ou da pós-graduação vai decidir se o caso pode ser entendido ou não como plágio – a ideia é prezar pela ética e originalidade dos trabalhos desenvolvidos na Unesp. Grandini já passou por algumas situações, como docente, em que detectou semelhanças entre os trabalhos dos seus alunos e a bibliografia do tema. "O software não é 100% eficiente, porque dependemos das consultas e da abrangência do material cadastrado no banco de dados", afirma. "Mas na internet a gente encontra de tudo hoje. Precisamos ter o mínimo de defesa." De acordo com ele, a Unesp pretende abastecer o sistema do software com mais dados – com material de literatura científica em língua portuguesa.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Qual o futuro da educação?
Link: http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/novembro05/entrevista/entrevista.htm
Postagem enviado pelo Prof. MSc. Ibsen Mateus Bittencourt (Ufal - Arapiraca/AL)
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Como combater o plágio
Capes divulga orientações para combate ao plágio
05/01/2011 - 15h03
Recomendação concorda com documento da OAB
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) recomenda, com base em orientações do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que as instituições de ensino públicas e privadas brasileiras adotem políticas de conscientização e informação sobre a propriedade intelectual, adotando procedimentos específicos que visem coibir a prática do plágio quando da redação de teses, monografias, artigos e outros textos por parte de alunos e outros membros de suas comunidades.
A orientação é proveniente de proposição da Comissão Nacional de Relações Institucionais e da Seccional da OAB/Ceará (n. 2010.19.07379-01) aprovada pelo referido Conselho em sessão plenária no dia 19 de outubro de 2010. O texto ressalta que as ferramentas tecnológicas da informática e o advento da internet proporcionam acesso irrestrito a muitos bancos de dados oficiais e particulares e que algumas distorções advindas desta facilidade de acesso eletrônico têm gerado preocupações no sentido da prática nociva de copiar e colar textos. “Além da prática ilegal de apropriar-se da obra de terceiros sem autorização e sem a referência devida, o procedimento nefasto infecciona a pesquisa, produzindo danos irreparáveis.”
A OAB recomenda o uso de softwares que fazem a leitura eletrônica do texto (artigo, monografia, dissertação ou tese). Em seguida, realizam rastreamento comparativo em vários sites de busca na internet e em base de dados, verificando se o autor copiou frase ou parágrafo, por exemplo, identificando a base de dados e o texto copiado. A OAB orienta ainda que, por não se tratar de programa absoluto, procedimentos internos nas instituições acadêmicas devem ser adotados para aferir se houve ou não plágio. Um deles, citado como necessário, é que as instituições criem comissão que avalie os resultados obtidos pelo software de forma objetiva, aferindo o grau de gravidade no caso dos textos copiados.
A Capes concorda com as orientações da Ordem dos Advogados do Brasil e reforça a necessidade de combate ao plágio onde quer que este se manifeste. A íntegra do documento aprovado pelo Conselho está disponível na internet no seguinte endereço: http://www.oab.org.br/
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Reestrutura do MEC
O MEC (Ministério da Educação) está passando por reestruturação. A reformulação propõe a criação de duas secretarias: uma de relação institucional com as redes estaduais e municipais de ensino e outra de regulação do ensino superior da rede privada.
Ao criar uma seção para controlar a abertura e fechamento de cursos superiores, o trabalho da Sesu (Secretaria de Ensino Superior) fica concentrado na expansão e ampliação da rede federal de ensino, cujo principal projeto é o Reuni (Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais).
A Secretaria de Integração com Estados e Municípios ficará responsável pela articulação das políticas federais com as redes municipais e estaduais.
A mudança na presidência do Inep, autarquia responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), já era prevista. O professor Joaquim José Soares Neto já havia pedido demissão antes dos últimos problemas com a avaliação. Cerca de 10 mil inscritos zeraram no segundo dia por não marcar a cor do caderno de prova na folha de respostas. Os atuais problemas com o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) são de responsabilidade da Sesu (Secretaria da Educação Superior).
Conforme o UOL apurou, ha três linhas prioritárias que vão nortear as ações do MEC nesta gestão. São elas: o ensino médio, que deve ganhar um projeto de ensino profissionalizante complementar, a valorização da carreira dos professores e a educação no campo.
Na reforma, o MEC também extingue dois departamentos: a Seed (Secretaria de Educação a Distância) e a Seesp (Secretaria de Educação Especial). Os maiores projetos da Seed -- a UAB (Universidade Aberta do Brasil) e o UCA (Um Computador por Aluno) serão realocados para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e para o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), respectivamente. A atuação da Seesp será absorvida pela Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade).
Por meio de nota, o ministro Fernando Haddad confirmou, na manhã desta terça-feira (18), os nomes da sua equipe no MEC (Ministério da Educação) na gestão Dilma Rousseff.
Confira:
INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira): Malvina Tuttman, ex-reitora da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro)
Sesu (Secretaria da Ensino Superior): Luiz Cláudio Costa, ex-reitor da UFV (Universidade Federal de Viçosa)
Secretaria de Regulação dos cursos superiores (nova secretaria): Luiz Fernando Massoneto, professor da USP (Universidade de São Paulo)
Secretaria de Relações Institucionais com Estados e municípios (nova secretaria): Carlos Abicalil, ex-deputado pelo PT-MT
Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade):Cláudia Dutra, ex-secretária de Educação Especial
SEB (Secretaria de Educação Básica): Maria do Pilar Lacerda se mantem no cargo
Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica): Eliezer Pacheco se mantém no cargo
Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior): Jorge Guimarães se mantém no cargo
FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação): Daniel Balaban permanece na presidência
Secretaria-executiva do MEC : fica José Henrique Paim Fernandes
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Internet em Alagoas é criticada por secretário de Estado
É para se observar que esta pasta, na gestão passada de Teotônio Vilela, não incluia o Ensino Superior... (fiquemos a pensar!!!)
Trago aqui apenas parte da entrevista, quando Eduardo Setton Sampaio da Silveira (professor da UFAL) responde sobre a Internet e sobre o ensino superior.
A entrevista completa pode ser lida clicando aqui.
(...)
T.I - E os seus projetos?
Setton - Uma das coisas que eu pretendo trabalhar é a integração das secretarias numa coisa que a gente precisa resolver definitivamente, que a internet em Alagoas. Não se concebe a qualidade do serviço que está sendo ofertado, não só no interior, mas em todo o Estado. Fala-se muito em inclusão digital, mas não só comprar computador. Para boa parte da população ainda está inacessível, mas não como era antigamente e nada adianta um projeto para levar computadores para um local sem ter internet. Em Pernambuco há uma internet de alta velocidade no Estado inteiro. Já marquei um encontro para saber mais detalhes.
(...)
T.I - A secretaria passou a coordenar o ensino superior. Como vai ficar organizada essa subordinação?
Setton - Na minha conversa com Vilela, eu questionei qual o objetivo de colocar o ensino superior na pasta. Ele, de forma franca, disse que o governo federal, por meio do Ministério da o ensino superior. O governador me disse que tentou a federalização, mas não deu certo porque o MEC não reconhece o ensino superior como atribuição dos Estados e por isso ele transferiu para a secretaria. A proposta agora é buscar soluções, procurando a melhor forma de resolver os problemas das universidades.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
A Internet é um lugar de autoria ou de plágio?
Seria um equívoco afirmar que o plágio é uma conseqüência do avanço tecnológico ou do avanço da informática. A atividade do plágio não é decorrente do uso das TIC, pois mesmo antes do advento do computador (e da internet), pessoas já faziam suas atividades escolares ou acadêmicas copiando partes das enciclopédias de referência (a exemplo da Barsa ou Delta) ou ainda copiando trabalhos de outras pessoas. Há relatos de pessoas que conseguiam pagar suas mensalidades de um curso de graduação copiando ou fazendo trabalhos “encomendados” por outros.
Mas evidentemente, após a popularização do computador e mais recentemente da Internet, o plágio, configurado pelo CONTROL + C e CONTROL + V, tornou-se algo mais prático para aqueles que não se importam com a lei dos direitos autorais ou com os princípios da ética e da moral.
Para MORAES 2008, (p.95) plágio é a “imitação fraudulenta de uma obra, protegida pela lei autoral, ocorrendo verdadeiro atentado aos direitos morais do autor: tanto à paternidade quanto à integridade de sua criação”. E isso encontramos muito, em qualquer âmbito de uso das mídias – mas não deveria ser assim.
O que precisa voltar a tona em nossos debates escolares e acadêmicos é o tema da AUTORIA. Quem é o autor? Na Internet a autoria nem sempre é individual. Passa a ser muito mais coletiva. A autoria passa pela colaboração e pela cooperação.
Mas seria o plágio uma cultura instalada em nossas escolas? Não será que o problema surge quando não ensinamos às nossas crianças o que é pesquisar e o que fazer com o conteúdo que pesquisamos?
O avanço das TIC, em especial dos computadores conectados a Internet, pode facilitar a prática do plágio, como também a sua descoberta. Mas tende a tornar-se um problema maior se algumas medidas não forem efetivadas.
Em algumas universidades existe uma norma que regulamenta as punições para o aluno que é flagrado plagiando, mas será que somente ações punitivas resolvem. Já percebemos, quando observamos outras esferas da sociedade, que a punição não resolve o problema.
Precisamos de ações educativas e preventivas, como a busca por uma cultura de respeito ao outro e pela valorização da criticidade, segundo DEMO (2008) como valor capital na construção de uma humanidade mais ética.
Referências:
DEMO. P. Habilidades do Século XXI. B. Téc. Senac: a R. Educ. Prof., Rio de Janeiro, v. 34, n.2, maio/ago. 2008. Disponível em: http://www.senac.br/BTS/342/artigo-1.pdf. Acesso em: 29 de julho de 2010.
MORAES, O plágio na pesquisa acadêmica: a proliferação da desonestidade intelectual. Revista Diálogos Possíveis. Ano 7, n.1, janeiro / junho 20082008 Disponível em: http://faculdadesocial.edu.br/dialogospossiveis/artigos/4/06.pdf. Acesso em: 28 de julho de 2010.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Piaget e aprendizagem
http://web.ccead.puc-rio.br/extras/gilda/videos/piaget
domingo, 20 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Quando a escola vai mudar?
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Oficina no V Congresso Acadêmico UFAL 2008
Fotos da Oficina
MAPAS CONCEITUAIS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM
realizada no V Congresso Acadêmico UFAL
Oficina ministrada pela Profa. Ms. Maria Aparecida Viana e
pelo Prof. Esp. Fernando Silvio C. Pimentel













