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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Do ensinar ao aprender: quando a aula deixa de ser o centro


Por muito tempo, a pergunta central da educação foi "como ensinar melhor?". Cada inovação, cada nova metodologia, cada tecnologia que chegou à sala de aula foi recebida como uma resposta possível a essa pergunta. E há algo importante nisso: o professor que se pergunta como ensinar melhor está, no mínimo, comprometido com o que faz.

Mas há uma mudança de perspectiva que me parece ainda mais radical, e que exige um certo desconforto intelectual para ser levada a sério: e se a pergunta central não fosse "como ensinar melhor?", mas "como aprender melhor?" E, antes disso: o que significa, afinal, aprender?

Essa é a virada que a expressão "do ensinar ao aprender" propõe. Não como negação da docência, porque a aula vai existir sempre e o professor não é cobaia de nenhum experimento pedagógico, mas como deslocamento do foco. Quem é o sujeito principal do processo? Quem é que precisa estar no centro?

Precisamos olhar para o professor como sujeito de aprendizagem. Há algo que me afeta quando penso nessa questão: o professor também aprende. Não apenas em cursos de formação continuada ou em eventos acadêmicos. Ele aprende no espaço da própria aula, quando um aluno faz uma pergunta que não estava prevista, quando uma explicação não funciona e precisa ser refeita, quando o silêncio da turma diz algo que nenhuma fala diria.

Reconhecer isso não é diminuir a autoridade docente. É, pelo contrário, humanizá-la. O professor que se assume como sujeito de aprendizagem é aquele que pode criar, de fato, um espaço de aprendizagem, e não apenas um espaço de transmissão.

E aqui entra uma distinção que raramente é discutida com a profundidade que merece: a diferença entre espaço de ensino e espaço de aprendizagem. O primeiro tem o professor como protagonista; o segundo tem a aprendizagem, o processo, a relação, a construção, como centro. Num espaço de aprendizagem, o professor dá aula, sim. Mas também escuta, propõe, provoca, orienta roteiros de estudo, acompanha processos. Ele é um mediador, não apenas um transmissor.

Vivemos num tempo em que nunca tivemos acesso a tanta informação e nunca precisamos tanto aprender a usá-la. O aluno que se perde na internet não está perdido por falta de conteúdo. Está perdido por falta de ferramentas para navegar nesse excesso.

Saber usar as informações é uma competência que não se aprende sozinha. Ela exige formação, mediação, prática deliberada. E coloca o professor numa posição que vai muito além do papel de detentor do saber: ele é, nesse cenário, um guia de percurso. Alguém que ajuda o aprendente a distinguir o que é relevante do que é ruído, o que é fonte do que é eco, o que é conhecimento do que é apenas dado solto numa tela.

Isso exige, da parte do aprendente, estratégias metacognitivas, o pensar sobre o próprio pensar. Processos complexos do pensamento que vão muito além da memorização e que dizem respeito à capacidade de monitorar a própria compreensão, identificar lacunas, ajustar estratégias. Ensinar a aprender é, em larga medida, ensinar a pensar sobre como se aprende.

O currículo precisa então ser visto como construção, não como consumo. Dito isso, uma das imagens que mais me provoca é a do currículo como algo a ser consumido. Como se aprender fosse passar pelos conteúdos, absorvê-los e apresentá-los de volta numa prova. Esse modelo tem consequências sérias: produz alunos que sabem repetir, mas não necessariamente que sabem fazer, criar, problematizar.

O currículo como construção é outra coisa. Implica que o aluno seja chamado a participar do processo, a fazer escolhas, a construir percursos, a comunicar o que aprendeu de formas que façam sentido para além da sala de aula. Implica também que a avaliação deixe de ser um momento de verificação e passe a ser um momento de partilha: o aluno que comunica o que aprendeu não está apenas sendo avaliado, está criando relações, tornando público um percurso, assumindo responsabilidade pelo próprio conhecimento.

Há uma armadilha na qual a educação frequentemente cai: a de confundir inovação com paliativo. Trocar o quadro negro por uma lousa digital, substituir o livro didático por um tablet — essas mudanças podem ser importantes, mas são insuficientes se não tocarem na lógica profunda do processo. Se o que muda é apenas o suporte, e não a relação com o saber, com o outro, com o próprio processo de aprender, então não há inovação: há modernização da superfície.

Inovações verdadeiras são aquelas que afetam os ecossistemas de aprendizagem, os sistemas, as redes, as relações que sustentam o ato de aprender. E nessas redes, o papel dos mediadores, dos professores, dos gestores é insubstituível. Não porque a tecnologia não possa contribuir, mas porque a aprendizagem, no fundo, é um ato humano. Ela nasce do encontro, da pergunta, do comprometimento ético com o outro e consigo mesmo.

O maior obstáculo à mudança, dizem, sou eu e é o outro. Talvez seja por isso que mudar a educação seja tão difícil e tão necessário ao mesmo tempo. Porque exige, antes de qualquer metodologia ou tecnologia, uma disposição de cada um de nós para sermos também sujeitos de aprendizagem.

Seguimos caminhando.

quinta-feira, 4 de junho de 2026

A pergunta que antecede tudo: o que é aprender?


Há uma certa coragem em fazer perguntas que parecem simples. "O que é aprender?" é uma delas. Simples na forma, desconcertante no conteúdo, especialmente quando se está diante de educadores que passaram anos ensinando e que, ao ser confrontados com ela, percebem que a resposta nunca foi tão óbvia quanto parecia.

Essa pergunta esteve no centro de uma conversa recente que tive, e o que emergiu desse encontro ainda está me afetando. Não porque tenha chegado a respostas definitivas, e a cartografia me ensinou a desconfiar das certezas precoces, mas porque as perguntas que nasceram dali me parecem fundamentais para quem habita os espaços de aprendizagem.

Onde se aprende?

A primeira provocação é quase uma armadilha. A resposta instintiva, "na sala de aula", é ao mesmo tempo a mais óbvia e a mais insuficiente. Aprende-se antes da escola. Aprende-se fora dela. Aprende-se escutando um adulto contar uma história, caminhando por uma cidade desconhecida, errando e tentando de novo. A criança que aprende a falar, a andar, a gritar não esperou por um currículo para fazer isso.

Da mesma forma, a ideia de que se começa a aprender "a partir que entra na escola" é não apenas equivocada: ela é perigosa, porque desloca o protagonismo da aprendizagem para uma instituição e para um momento no tempo, quando a aprendizagem é, antes de tudo, uma condição humana, anterior, posterior e transversal a qualquer escola.

E se é assim, a pergunta sobre quando se aprende nos leva a outra, mais incômoda: com o quê? Livros, vídeos, plataformas digitais são fontes de informação. Mas informação não é aprendizagem. Entre uma e outra, há um gesto que muitas vezes esquecemos de ensinar: o de perguntar. Saber perguntar, saber buscar, saber avaliar o que se encontrou. É aí que a aprendizagem começa de verdade, não no consumo passivo de conteúdos, mas na mobilização ativa da curiosidade.

Se há uma ideia que ficou com mais força nessa conversa, foi esta: a aprendizagem nasce da pergunta. Não da pergunta retórica do professor que já sabe a resposta e espera que o aluno a reproduza. Mas da pergunta genuína, aquela que abre um caminho ainda não percorrido, que gera desconforto produtivo, que não pode ser respondida com um simples sim ou não.

Isso tem implicações diretas para como concebemos o currículo. Um currículo não é feito para ser consumido, ele é feito para ser construído. Há uma diferença fundamental entre o aluno que recebe um roteiro de estudos e o que o elabora com o professor. No segundo caso, a pergunta que orienta o percurso é, ela mesma, parte do processo de aprender.

Aqui entra também a distinção que parece simples, mas raramente é levada a sério: aprender raiz quadrada é diferente de decorar raiz quadrada. Um exige compreensão, o outro exige memória de curto prazo. Muitas vezes, o que chamamos de avaliação mede o segundo, quando o que precisamos saber é se o primeiro aconteceu.

Muitos dizem: "prova não prova nada". Essa afirmação, que pode soar provocativa, merece atenção. Não se trata de negar a necessidade de avaliar. Avaliar é, afinal, partilhar com quem está interessado o que foi aprendido, e isso cria relações, cria vínculos, cria responsabilidade. Mas a prova tradicional, descontextualizada, pontual, nos diz pouco sobre o processo. É uma fotografia num momento específico, quando o que precisamos entender é o filme.

Os portfólios, os registros de processo, os projetos que documentam a trajetória são formas de avaliação que levam a sério a pergunta "como é que sabemos que aprendemos?". Não substituem todas as formas de verificação, mas nos lembram que a aprendizagem tem espessura, tem duração, tem camadas que nenhuma prova de múltipla escolha consegue capturar.

E quando o aluno não aprende comigo? Talvez a pergunta mais honesta que um educador pode fazer a si mesmo seja esta: e quando o aluno não aprende comigo?

Não como fracasso a esconder, mas como dado a investigar. Como convite a refletir sobre o que foi oferecido, de que forma, em que contexto, para quem. E também como lembrete de que a educação é direito de todos, o que significa que "não aprender comigo" não pode ser a última palavra sobre o percurso de ninguém.

A aprendizagem é, no fundo, uma relação. E toda relação exige presença, abertura e disposição para ser afetado pelo outro. Não há centro nessa relação, não é o professor, não é o aluno. Há encontro. E encontro genuíno produz empatia, autenticidade, comunidade.

É isso, no fundo, que as comunidades de aprendizagem nos ensinam: que aprender não é um ato solitário. É um ato de estar com o outro, de saber quem é o outro e deixar o outro saber quem somos.

Seguimos aprendendo a aprender.

domingo, 3 de abril de 2022

A dinâmica dos mapas conceituais na apropriação do conhecimento

Na semana passada dei início às minhas aulas na graduação em Pedagogia, na Universidade Federal de Alagoas, com a turma do primeiro período (os feras!).

Uma turma muito animada e participativa, no turno matutino, composta por 38 estudantes.

Nossa disciplina, que estuda sobre as possibilidades e os limites da integração das tecnologias digitais no contexto da sala de aula, segue uma dinâmica gamificada, tendo como narrativa a Liga da Justiça. E logo na primeira semana de aula os estudantes tiveram que encarar dois desafios, quando eles têm a possibilidade de mostrar que estão engajados nos objetivos propostos para a disciplina.

Como proposta de desafio, elaborei duas questões que deveriam culminar com a entrega de mapas conceituais sobre textos que indiquei a leitura. Tenho trabalhado com mapas conceituais faz muito tempo, mas sempre me encanto com as possibilidades, com o visual de como os estudantes percorrem os textos e como eles apresentam àquilo que estão aprendendo. E me encanta ver como, dos mesmos textos, não se produz nenhum mapa conceitual igual ao outro.

Aqui abaixo apresento alguns exemplos. O tema dos dois textos que deveriam ser lidos transitava entre currículo, tecnologia e cultura digital.






Amanhã temos aula, e novos desafios.


quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Educação ressignificada: formação docente e práticas disruptivas

Do portal da Unit

A Universidade Tiradentes (Unit), por meio de seu Programa de Pós-Graduação em Educação, e o Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), promovem mais uma edição do Encontro Internacional de Formação de Professores (Enfope) e do Fórum Permanente Internacional de Inovação Educacional (Fopie). O encontro será realizado de 23 a 25 de novembro, no formato virtual, por meio do canal de YouTube da Unit. 


O evento, que traz contribuições significativas nos âmbitos regional, nacional e internacional, abordará a temática Educação ressignificada: formação docente e práticas disruptivas. 

“O Enfope/Fopie é um evento consolidado no Estado de Sergipe, em especial para a educação básica, que vem ao longo do tempo desafiando as discussões sobre a educação”, comenta a doutora Andrea Karla Nunes, líder do Grupo de Pesquisa em Docência, Avaliação, Currículo e Contemporaneidade (GPDACC/PPED/Unit/CNPq) e coordenadora do evento. 

“Este ano, estamos em pauta com a educação ressignificada e práticas disruptivas porque entendemos que o contexto da pandemia mobilizou revermos o lugar de atuação da docência, bem como as práticas pedagógicas que estão sendo e serão praticadas”, acrescenta a docente. 

O Enfope/Fopie tem como principal objetivo promover a integração de saberes e colaborar com a formação de professores da Educação Básica de Sergipe, fomentando o desenvolvimento de ações e reflexões críticas e inovadoras. “O evento traz olhares também sobre o currículo em alguns países, como Argentina e Espanha. Os palestrantes internacionais vêm discutir de forma assertiva a formação do professor e os desafios diante de práticas disruptivas”, salienta Andrea Nunes.

O 12º Enfope e 14º Fopie constituem, juntos, o segundo maior evento do Estado de Sergipe destinado à Educação Básica, com participantes locais, nacionais e internacionais. Esta edição contará com palestrantes de universidades da Espanha, Argentina e Portugal. 

O evento representa um importante espaço de debate, uma vez que o momento atual da educação brasileira, sob a ótica da formação de professores, é muito delicado. 

“Busca-se divulgar, discutir e ampliar a produção científica, tecnológica e cultural na área de formação docente, em colaboração interinstitucional, tendo como premissa o desenvolvimento da autonomia e emancipação dos sujeitos que ocorre por meio de pensamento científico, crítico, responsabilidade e cidadania, bem como o contexto da contemporaneidade da cultura digital”, destaca a coordenadora do evento. 

O encontro está com inscrições abertas, com prazo de submissão de artigos até 30 de setembro. 

Clique aqui para mais detalhes

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Orientações CNE para retorno das aulas

No último dia 7 de julho o Conselho Nacional de Educação apresentou o Parecer nº 11/2020, que trata das orientações educacionais para a realização de aulas e atividades pedagógicas presenciais e não presenciais no contexto da pandemia.

Abaixo apresentamos um mapa com o contexto internacional de orientações, conforme o Parecer, e sintetizamos as recomendações que são indicadas para a Educação Básica.


Observação: este mapa não dispensa a leitura atenta, crítica e aprofundada do Parecer (clique aqui), inclusive ao item 8. Vários setores da sociedade civil organizada já se manifestaram contra ao que se coloca sobre os estudantes da Educação Especial. No Parecer indica-se que estes estudantes "devem ser privados de interações presenciais”, indo na contramão dos direitos constitucionais.

Como o Parecer ainda não foi homologado pelo MEC, acreditamos que este item será modificado, a partir das várias manifestações já realizadas em contrário ao que está no documento. Aguardemos.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A interação é elemento que define o fazer educativo

Em nova entrevista García Aretio apresenta a relevância da interação para a ação educativa.

Do blog do autor: http://aretio.blogspot.com/


Nueva entrevista: “La interacción es elemento definitorio del hacer educativo”


Lorenzo García Aretio:
Decano de la Facultad de Educación de la UNED. Catedrático de Universidad, de Teoría de la educación y Educación a distancia en la Facultad de Educación de la UNED. Titular de Cátedra UNESCO de EaD.
Por Verónica Inoue

El Decano de la Facultad de Educación de la UNED, Dr. García Aretio, brindó una entrevista exclusiva a LEARNING REVIEW España, en la cual expone su opinión respecto a diversos temas: calidad en educación, desafíos de la educación a nivel pedagógico, beneficios de la integración de las TICs en este ámbito.

Learning Review: ¿Dada su amplia trayectoria en educación -tanto presencial como a distancia-, quisiéramos nos brinde su opinión respecto a cuáles considera que son los desafíos que a nivel pedagógico la educación a distancia tiene por delante?

Lorenzo García Aretio: Al hablar de educación a distancia, queremos enfatizar el componente educativo, pedagógico, de ese quehacer, por tanto nos preocupa que en esta modalidad educativa existan desviaciones u omisiones conscientes o inconscientes, explícitas o implícitas, de los principios pedagógicos, de las teorías pedagógicas.

Cierto que existe una corriente que trata de ignorar, a veces ridiculizar, el saber pedagógico aplicado a cualquier situación de carácter educativo/formativo. Esas posturas no resisten un análisis serio. El educador, si bien, ha de dominar con autoridad, aquellos contenidos y competencias propios de su área de enseñanza, no puede ignorar el cómo desarrollar la especificidad de su labor de docente de educación a distancia, integrando en el modelo los recursos tecnológicos institucionales y los de sus propios alumnos, con conciencia de las oportunidades e implicaciones del uso de las tecnologías en los procesos de enseñanza y aprendizaje. No ha de ignorar cómo puede y debe relacionarse y tratar al que (a los que) aprende(n), y cómo facilitar las relaciones de éstos entre sí, y cómo asumir y ampliar las posibilidades comunicativas de la Red.

Así, en EaD, los desafíos pedagógicos han de centrarse en aplicar esos principios educativos básicos, adaptados a la modalidad y profundizar en las teorías pedagógicas que expliquen y comprendan el hecho de la EaD y regulen la intervención pedagógica. Esos, creo que son los principales desafíos, porque no se hace, no se debe hacer, igual desde la perspectiva pedagógica la docencia presencial que la docencia a distancia y virtual.

LR: ¿El uso de las redes sociales y las herramientas colaborativas se están integrando en varios ámbitos sociales; ¿cuáles cree que pueden ser los beneficios de su uso en la educación?

LGA: Si la educación es algo, es comunicación, es diálogo, sea éste síncrono o asíncrono, vertical u horizontal. La interacción, por tanto, es elemento definitorio del hacer educativo. Y decimos más, interacción sea con los otros (docente-estudiante-docente, estudiante(s)-estudiante(s), docente(s)-docente(s)), sea con los contenidos (contenidos-estudiante(s), contenidos-docente(s)), sea con los recursos tecnológicos, sea con el resto de la sociedad.

Y hoy nadie discute el poder, las posibilidades de las redes sociales para potenciar esos niveles de interacción que potencian las relaciones sociales, el intercambio de información, el debate; en fin, el beneficio mutuo y el enriquecimiento. Y esas relaciones pueden aglutinar afectos pero también mejorar la eficacia del trabajo, los resultados de aprendizaje porque se suelen crear ambientes de relación y trabajo altamente favorables. La espontaneidad de las intervenciones en la redes suele propiciar aprendizajes tanto de carácter formal como los considerados no formales e informales.

Sólo hacer una llamada a los posibles peligros de adicción a estas tecnologías, así como, entre menores, a los contactos no deseables.

Obviamente, los beneficios de las redes debemos extenderlos de forma muy especial a los docentes que pueden encontrar en ellas evidentes vías de mejora profesional.

LR: Según su expertise, ¿cuáles son los requerimientos básicos que debe reunir una propuesta formativa a distancia de calidad -tanto en el ámbito de la educación superior como de la formación continua?

LGA: Tendríamos que elaborar una larga lista de requerimientos, de exigencias o de recomendaciones. Sin embargo como me preguntan sobre los "básico", trataría de entresacar los cinco elementos que señalo a continuación:

a) Contenidos de calidad. Los contenidos pueden enriquecerse gracias a la diversidad de formatos que permiten los sistemas digitales (texto, imagen, audio, vídeo...), integrados en los denominados hipermedia de alto valor interactivo. Estaríamos hablando de contenidos, pero de calidad científica y pedagógica, adaptados a estos sistemas digitales. Y nos referimos, igualmente, a contenidos elaborados específicamente para la acción formativa pretendida. A ellos, obviamente, deberán sumarse otros contenidos complementarios, de elaboración propia o específica, o recomendados, de otros autores así como de diferentes sitios de Internet.

b) Tutoría integral. En estos entornos digitales se obliga a mantener un servicio de tutoría casi permanente para el estudiante. Éste debe tener abierta la puerta del despacho del tutor 24 horas los siete días de cada semana. Al referirnos a tutoría integral deseamos resaltar una acción de tutela que abarque la diferente problemática que encara un alumno participante en estos sistemas, tanto desde la perspectiva académica, de apoyo a la adquisición de las competencias que correspondan, como desde la perspectiva personal, de orientación y ayuda a la resolución de los diferentes problemas no estrictamente académicos que, sin duda, deben afrontar los estudiantes de un curso soportado en la Web.

c) La comunicación multidireccional que hace referencia a una de las virtualidades fundamentales de estos sistemas de enseñanza y aprendizaje en entornos digitales. La constitución de comunidades de aprendizaje soportadas en estos entornos y en las redes sociales se viene mostrando como una de las apuestas más ventajosas de estas nuevas formas de enseñar y aprender. La potencialidad de las tecnologías colaborativas, la Web 2.0, ha dimensionado hasta límites insospechados tanto las posibilidades de aprendizaje entre pares como la comunicación asimétrica entre docentes y alumnos.

d) La estructura organizativa y de gestión, igualmente, ha de adoptar un enfoque específico y muy diferente a los mantenidos tanto en la enseñanza presencial como en la más convencional enseñanza a distancia. Organización de las competencias y tareas docentes, gestión de las mismas, diseño del aprovechamiento de la plataforma o entorno utilizado, gestión del seguimiento personal, académico, administrativo..., y de la evaluación de los alumnos, organización de los diferentes ámbitos de interacción, etc., etc.

e) Finalmente, se haría aconsejable el soporte correspondiente. Lo ideal es contar con una plataforma o entorno virtual que, como mínimo, posibilite anclar allí los contenidos en sus diferentes formatos, ofrecer todas las posibilidades de comunicación vertical, horizontal, síncrona y asíncrona, facilitar los trabajos en equipo, los procesos de evaluación y la gestión de alumnos. Aunque no olvidemos que Internet favorece la posibilidad de acometer acciones formativas con diseños más sencillos y económicos, por no referirnos ahora a los Entornos Personales de Aprendizaje (PLE) de los que últimamente se habla bastante.

Quiere esto decir que, de nada sirven las propuestas formativas que se basan en una fabulosaplataforma o entorno virtual para el aprendizaje, si ésta se encuentra vacía de contenidos, o los allí anclados carecen de calidad o están metodológicamente desenfocados. ¿De qué serviría, por otra parte, contar con plataforma y contenidos si no se dispone de docentes y tutores bien capacitados y dispuestos a desarrollar su acción formativa de acuerdo con unos parámetros propios de esta modalidad? ¿Cuánto valor se perdería si, contando con plataforma, contenidos y tutor, éste no dinamiza al grupo ni aprovecha las posibilidades de interacción y trabajo colaborativo de estas tecnologías? ¿Cómo prescindir, en fin, de los aspectos organizativos y de gestión que implican la división de funciones en el organigrama del programa o curso, la estructura de la propia plataforma y la forma e intensidad del uso de cada una de las herramientas didácticas y de gestión que ofrece la misma?

LR: En una entrevista brindada el año pasado mencionó que en algún momento la educación ya no se diferenciará por "educación a distancia" y "educación presencial". ¿Qué importantes hechos entiende que deben sucederse para llegar a dicho escenario?

LGA: Quizás la respuesta a esta pregunta la he realizado en una de mis recientes entradas en mi Blog "Convergencia Presencia-Distancia": http://aretio.blogspot.com. Copio algunos párrafos de esa entrada al blog:

"Podríamos preguntarnos, ¿dónde está hoy la frontera entre lo presencial y lo a distancia?, ¿no se está diluyendo, o quizás ya esté diluida?, ¿no se trata más bien de una convergencia de sistemas?, ¿podría una formación universitaria moderna reducirse exclusivamente al contacto profesor-alumno en el aula? Los sistemas a distancia, cierto que dependiendo del nivel de estudios, ¿pueden prescindir 100% de algún contacto presencial, aunque sea en algún momento de la evaluación en estudios oficiales y reglados?, ¿no sería mejor hablar de diferente énfasis que, según modelos, se asigna a la relación presencial y la soportada, por ejemplo, en entornos virtuales de aprendizaje?, ¿no es más cierto que cada vez existe menor salto entre unas y otras experiencias, modelos o formulaciones?, ¿no es más cierto que deberíamos hablar de confluencia o convergencia de sistemas?, ¿no es más cierto que más que contraponer sistemas deberíamos hablar de educación, de calidad de esa educación, sea con énfasis presencial o a distancia".

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Uso de software contra plágio

Do site: Ultimo Segundo Educação
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/unesp+adota+software+para+evitar+plagios/n1596973097844.html


A Universidade Estadual Paulista (Unesp) adotou um software para prevenir plágios em trabalhos e pesquisas acadêmicas. O programa será utilizado por todos os docentes de todos os câmpus da instituição – especialmente da pós-graduação. Para detectar possíveis trechos idênticos aos textos de pesquisas antigas, o software Turnitin, desenvolvido por uma empresa norte-americana, conta com um imenso banco de dados.

Segundo a universidade, são milhões de informações, entre teses, livros, dissertações, revistas científicas, sites e também artigos de diversos gêneros – a maioria em inglês. O software é usado em mais de 2,5 mil universidades de todo o mundo - entre elas, aUniversidade Harvard e a Universidade da Califórnia.

No início do mês, foi oferecido aos professores de todas as unidades um treinamento para utilizar o programa, que não precisa ser instalado no computador: ele está disponível online e é acessível com os caracteres de usuário e senha que a própria Unesp vai oferecer, por meio de seus bibliotecários. 

Segundo o professor titular do Departamento de Física da Unesp de Bauru Carlos Roberto Grandini, que participou do treinamento, o docente vai colocar o trabalho do aluno no sistema de busca, que vai se encarregar de buscar trechos semelhantes a outras publicações. "Se um trecho selecionado ficar vermelho, por exemplo, significa que ele tem um grau de 80% ou mais de equivalência a um texto previamente publicado", diz Grandini, que também é presidente da Comissão Permanente de Avaliação da Unesp (CPA). 

"As cores variam de acordo com o nível de igualdade dos textos que estão sendo comparados." A partir dessas informações, o professor da graduação ou da pós-graduação vai decidir se o caso pode ser entendido ou não como plágio – a ideia é prezar pela ética e originalidade dos trabalhos desenvolvidos na Unesp. Grandini já passou por algumas situações, como docente, em que detectou semelhanças entre os trabalhos dos seus alunos e a bibliografia do tema. "O software não é 100% eficiente, porque dependemos das consultas e da abrangência do material cadastrado no banco de dados", afirma. "Mas na internet a gente encontra de tudo hoje. Precisamos ter o mínimo de defesa." De acordo com ele, a Unesp pretende abastecer o sistema do software com mais dados – com material de literatura científica em língua portuguesa.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Qual o futuro da educação?

O futuro do aprendizado está no u-learning (ubiquitous learning), que significa, literalmente, Aprendizagem Onipresente. Para ela, a mobilidade tecnológica permite acessar qualquer tipo de informação e conteúdo, onde quer que o usuário esteja. Basta saber o que se quer e aonde se quer chegar.



Link: http://www.ead.sp.senac.br/newsletter/novembro05/entrevista/entrevista.htm

Postagem enviado pelo Prof. MSc. Ibsen Mateus Bittencourt (Ufal - Arapiraca/AL)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Como combater o plágio

Enviado pelo Prof. Ibsen Bittencourt (UFAL) por e-mail

Capes divulga orientações para combate ao plágio

05/01/2011 - 15h03

Recomendação concorda com documento da OAB

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) recomenda, com base em orientações do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que as instituições de ensino públicas e privadas brasileiras adotem políticas de conscientização e informação sobre a propriedade intelectual, adotando procedimentos específicos que visem coibir a prática do plágio quando da redação de teses, monografias, artigos e outros textos por parte de alunos e outros membros de suas comunidades.

A orientação é proveniente de proposição da Comissão Nacional de Relações Institucionais e da Seccional da OAB/Ceará (n. 2010.19.07379-01) aprovada pelo referido Conselho em sessão plenária no dia 19 de outubro de 2010. O texto ressalta que as ferramentas tecnológicas da informática e o advento da internet proporcionam acesso irrestrito a muitos bancos de dados oficiais e particulares e que algumas distorções advindas desta facilidade de acesso eletrônico têm gerado preocupações no sentido da prática nociva de copiar e colar textos. “Além da prática ilegal de apropriar-se da obra de terceiros sem autorização e sem a referência devida, o procedimento nefasto infecciona a pesquisa, produzindo danos irreparáveis.”


A OAB recomenda o uso de softwares que fazem a leitura eletrônica do texto (artigo, monografia, dissertação ou tese). Em seguida, realizam rastreamento comparativo em vários sites de busca na internet e em base de dados, verificando se o autor copiou frase ou parágrafo, por exemplo, identificando a base de dados e o texto copiado. A OAB orienta ainda que, por não se tratar de programa absoluto, procedimentos internos nas instituições acadêmicas devem ser adotados para aferir se houve ou não plágio. Um deles, citado como necessário, é que as instituições criem comissão que avalie os resultados obtidos pelo software de forma objetiva, aferindo o grau de gravidade no caso dos textos copiados.


A Capes concorda com as orientações da Ordem dos Advogados do Brasil e reforça a necessidade de combate ao plágio onde quer que este se manifeste. A íntegra do documento aprovado pelo Conselho está disponível na internet no seguinte endereço: http://www.oab.org.br/combateplagio/CombatePlagio.pdf

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Reestrutura do MEC

Do site: UOL Educação

O MEC (Ministério da Educação) está passando por reestruturação. A reformulação propõe a criação de duas secretarias: uma de relação institucional com as redes estaduais e municipais de ensino e outra de regulação do ensino superior da rede privada.

Ao criar uma seção para controlar a abertura e fechamento de cursos superiores, o trabalho da Sesu (Secretaria de Ensino Superior) fica concentrado na expansão e ampliação da rede federal de ensino, cujo principal projeto é o Reuni (Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais).

A Secretaria de Integração com Estados e Municípios ficará responsável pela articulação das políticas federais com as redes municipais e estaduais.

A mudança na presidência do Inep, autarquia responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), já era prevista. O professor Joaquim José Soares Neto já havia pedido demissão antes dos últimos problemas com a avaliação. Cerca de 10 mil inscritos zeraram no segundo dia por não marcar a cor do caderno de prova na folha de respostas. Os atuais problemas com o Sisu (Sistema de Seleção Unificada) são de responsabilidade da Sesu (Secretaria da Educação Superior).

Conforme o UOL apurou, ha três linhas prioritárias que vão nortear as ações do MEC nesta gestão. São elas: o ensino médio, que deve ganhar um projeto de ensino profissionalizante complementar, a valorização da carreira dos professores e a educação no campo.

Na reforma, o MEC também extingue dois departamentos: a Seed (Secretaria de Educação a Distância) e a Seesp (Secretaria de Educação Especial). Os maiores projetos da Seed -- a UAB (Universidade Aberta do Brasil) e o UCA (Um Computador por Aluno) serão realocados para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e para o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), respectivamente. A atuação da Seesp será absorvida pela Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade).

Por meio de nota, o ministro Fernando Haddad confirmou, na manhã desta terça-feira (18), os nomes da sua equipe no MEC (Ministério da Educação) na gestão Dilma Rousseff.

Confira:

INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira): Malvina Tuttman, ex-reitora da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro)

Sesu (Secretaria da Ensino Superior): Luiz Cláudio Costa, ex-reitor da UFV (Universidade Federal de Viçosa)

Secretaria de Regulação dos cursos superiores (nova secretaria): Luiz Fernando Massoneto, professor da USP (Universidade de São Paulo)

Secretaria de Relações Institucionais com Estados e municípios (nova secretaria): Carlos Abicalil, ex-deputado pelo PT-MT

Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade):Cláudia Dutra, ex-secretária de Educação Especial

SEB (Secretaria de Educação Básica): Maria do Pilar Lacerda se mantem no cargo

Setec (Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica): Eliezer Pacheco se mantém no cargo

Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior): Jorge Guimarães se mantém no cargo

FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação): Daniel Balaban permanece na presidência

Secretaria-executiva do MEC : fica José Henrique Paim Fernandes

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Internet em Alagoas é criticada por secretário de Estado

Foi matéria no jornal Tribuna Independente neste final de semana, e vale a pena conferir a entrevista com o novo secretário de estado para a pasta de Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior.

É para se observar que esta pasta, na gestão passada de Teotônio Vilela, não incluia o Ensino Superior... (fiquemos a pensar!!!)

Trago aqui apenas parte da entrevista, quando Eduardo Setton Sampaio da Silveira (professor da UFAL) responde sobre a Internet e sobre o ensino superior.

A entrevista completa pode ser lida clicando aqui.

(...)

T.I - E os seus projetos?

Setton - Uma das coisas que eu pretendo trabalhar é a integração das secretarias numa coisa que a gente precisa resolver definitivamente, que a internet em Alagoas. Não se concebe a qualidade do serviço que está sendo ofertado, não só no interior, mas em todo o Estado. Fala-se muito em inclusão digital, mas não só comprar computador. Para boa parte da população ainda está inacessível, mas não como era antigamente e nada adianta um projeto para levar computadores para um local sem ter internet. Em Pernambuco há uma internet de alta velocidade no Estado inteiro. Já marquei um encontro para saber mais detalhes.

(...)

T.I - A secretaria passou a coordenar o ensino superior. Como vai ficar organizada essa subordinação?

Setton - Na minha conversa com Vilela, eu questionei qual o objetivo de colocar o ensino superior na pasta. Ele, de forma franca, disse que o governo federal, por meio do Ministério da o ensino superior. O governador me disse que tentou a federalização, mas não deu certo porque o MEC não reconhece o ensino superior como atribuição dos Estados e por isso ele transferiu para a secretaria. A proposta agora é buscar soluções, procurando a melhor forma de resolver os problemas das universidades.



quarta-feira, 28 de julho de 2010

A Internet é um lugar de autoria ou de plágio?

Seria um equívoco afirmar que o plágio é uma conseqüência do avanço tecnológico ou do avanço da informática. A atividade do plágio não é decorrente do uso das TIC, pois mesmo antes do advento do computador (e da internet), pessoas já faziam suas atividades escolares ou acadêmicas copiando partes das enciclopédias de referência (a exemplo da Barsa ou Delta) ou ainda copiando trabalhos de outras pessoas. Há relatos de pessoas que conseguiam pagar suas mensalidades de um curso de graduação copiando ou fazendo trabalhos “encomendados” por outros.

Mas evidentemente, após a popularização do computador e mais recentemente da Internet, o plágio, configurado pelo CONTROL + C e CONTROL + V, tornou-se algo mais prático para aqueles que não se importam com a lei dos direitos autorais ou com os princípios da ética e da moral.

Para MORAES 2008, (p.95) plágio é a “imitação fraudulenta de uma obra, protegida pela lei autoral, ocorrendo verdadeiro atentado aos direitos morais do autor: tanto à paternidade quanto à integridade de sua criação”. E isso encontramos muito, em qualquer âmbito de uso das mídias – mas não deveria ser assim.

O que precisa voltar a tona em nossos debates escolares e acadêmicos é o tema da AUTORIA. Quem é o autor? Na Internet a autoria nem sempre é individual. Passa a ser muito mais coletiva. A autoria passa pela colaboração e pela cooperação.

Mas seria o plágio uma cultura instalada em nossas escolas? Não será que o problema surge quando não ensinamos às nossas crianças o que é pesquisar e o que fazer com o conteúdo que pesquisamos?

O avanço das TIC, em especial dos computadores conectados a Internet, pode facilitar a prática do plágio, como também a sua descoberta. Mas tende a tornar-se um problema maior se algumas medidas não forem efetivadas.

Em algumas universidades existe uma norma que regulamenta as punições para o aluno que é flagrado plagiando, mas será que somente ações punitivas resolvem. Já percebemos, quando observamos outras esferas da sociedade, que a punição não resolve o problema.

Precisamos de ações educativas e preventivas, como a busca por uma cultura de respeito ao outro e pela valorização da criticidade, segundo DEMO (2008) como valor capital na construção de uma humanidade mais ética.

Referências:

DEMO. P. Habilidades do Século XXI. B. Téc. Senac: a R. Educ. Prof., Rio de Janeiro, v. 34, n.2, maio/ago. 2008. Disponível em: http://www.senac.br/BTS/342/artigo-1.pdf. Acesso em: 29 de julho de 2010.

MORAES, O plágio na pesquisa acadêmica: a proliferação da desonestidade intelectual. Revista Diálogos Possíveis. Ano 7, n.1, janeiro / junho 20082008 Disponível em: http://faculdadesocial.edu.br/dialogospossiveis/artigos/4/06.pdf. Acesso em: 28 de julho de 2010.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Quando a escola vai mudar?


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Para Lynn Alves, a escola tradicional não mudará a médio prazo.

"Apenas quando os alunos de hoje forem os professores teremos mudanças"!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Oficina no V Congresso Acadêmico UFAL 2008

Fotos da Oficina

MAPAS CONCEITUAIS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM

realizada no V Congresso Acadêmico UFAL

Oficina ministrada pela Profa. Ms. Maria Aparecida Viana e

pelo Prof. Esp. Fernando Silvio C. Pimentel

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Cartografia Cognitiva (fotos)

Estas são as fotos da Oficina Pedagógica sobre Cartografia Cognitiva e o uso do Cmap Tools com os alunos da UNIT - Pólo FITS