segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Paradoxodo Nosso Tempo

O texto abaixo recebi num e-mail de meus amigos e padrinhos/conselheiros e mestres Roberto e Isabel Machado (direto de Goiania), por ocasião do meu natalício (hoje...rsrs...)

Simplesmente belíssimo, juntamente com tantas outras mensagens e e-mails de familiares e amigos.

Leiam e aproveitem comigo: Paradoxodo Nosso Tempo, de George Carlin

"Nós falamos demais,
amamos raramente,
odiamos freqüentemente.
Nós bebemos demais,
gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais,
ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados,
lemos muito pouco, assistimos TV demais,
perdemos tempo demais em relações virtuais,
e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens,
mas reduzimos nossos valores.
Aprendemos a sobreviver,
mas não a viver;
adicionamos anos à nossa vida
e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua,
mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço,
mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores,
mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;
escrevemos mais,
mas aprendemos menos;
planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar
e não, a esperar.
Construímos mais computadores
para armazenar mais
informação,
produzir mais cópias do que nunca,
mas nos comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food'
e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno;
lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos,
vários divórcios,
casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas,
fraldas e moral descartáveis,
das rapidinhas, dos cérebros ocos
e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e
muito pouco na dispensa.

Lembre-se de passar tempo com as
pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso
em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua
companheira(o) e às pessoas que ama,
mas, em primeiro lugar, se ame.
Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua familia,
seus amores, seus amigos,
a pessoa que lhe ama,
e, aquelas que estão
sempre ao seu lado."

Mídias - Encontro presencial

A UFAL realizou mais um encontro presencial com cursistas, professores e tutores do Curso de Especialização em Mídias, na modalidade a distância, neste último sábado (29/agosto).

Nesta fase os encontros presenciais visam a análise dos projetos didáticos que estão sendo realizados ou que serão realizados pelos cursistas.
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A análise foi realizada pela Profa. Ms Aparecida Viana, em colaboração com os tutores do curso.
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Parabéns aos projetos já apresentados. Agora é ajustar e rever.

Wikinomics - O que você acrescentaria a este post?

Wikinomics - O que você acrescentaria a este post?


Até que ponto já nos tornamos pessoas em colaboração?

Até quando as empresas continuaram investindo milhões de dólares em suas estruturas hierárquicas fechadas? Quantas empresas e instituições fecham (ou quebram) por não estarem abertas a idéias de seus colaboradores/funcionários ou clientes?

Nos últimos dias, estudando sobre processos de colaboração, aprendizagem colaborativa e interação colaborativa, me detive na leitura do livro WiKINOMICS: como a colaboração em massa pode mudar o seu negócio, de Don Tapscott e Anthony Williams.

O livro é interessante, até pelo fato de que os autores apresentam vários momentos históricos para demonstrar como a "cultura da colaboração" ou peering – "uma maneira de produzir bens e serviços que dependem totalmente de comunidades auto-organizadas e igualitárias de indivíduos que se unem voluntariamente para produzir um resultado compartilhado (p.89).


A visão de um negócio, de uma empresa, com seu código fonte aberto ou com a abertura para que pessoas não vinculadas a instituição é uma das idéias do livro que, no mínimo, nos faz questionar sobre a forma de como concebemos a nossa vida nesta planeta que denominamos TERRA.

Falando sobre os trabalhos desenvolvidos por meio da Wikipedia (http://www.wikipedia.com/), Tapscott e Williams apresentam o grande crescimento desta forma de socialização do conhecimento em colaboração, sem excluir seus prováveis erros e os diversos questionamentos da academia, ao mesmo tempo em que relata o caso de professores que estão construindo o conteúdo de suas disciplinas em colaboração – até mesmo com a colaboração de seus alunos – é uma revolução copernica!

Bem, gostaria de indicar o livro, mesmo para aqueles que não estão estudando sobre processos de interação e colaboração, mas principalmente para alunos de história e de pessoas envolvidas com gestão e gestão do conhecimento. No Brasil o livro está disponível pela editora Nova Fronteira (2007)

E aproveitando a idéia do professor de Inglês Matt Barton (St Cloud State Univertity) sobre colaboração, estou realizando um "teste" (uma pequena pesquisa) e abro espaço para os leitores deste blog com a seguinte pergunta:

O que você acrescentaria a este comentário deste blog?

O que temos a dizer sobre peering?

Vamos ver até que ponto já nos tornamos pessoas em colaboração?
Participe. Clique em COMENTÁRIOS, ou envie sua contribuição para:

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Seminário UAB - data limite para submissão de trabalhos

Olá pessoal vejam a informação:
Professora Dra. Anamelea de Campos Pinto, coordenadora da CIED_UFAL, informa que o local da entrega dos trabalhos para o processo seletivo para participação do I Seminário Internacional do Sistema UAB é na própria CIED, localizada no prédio da reitoria de UFAL
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Data final: 28/08/09, às 18 horas.
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Os trabalhos são aguardados ansiosamente, pois será realizada uma seleção de 4 trabalhos nas categorias: Pôster, Soluções Tecnológicas e Trabalho Completo.
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Os trabalhos selecionados serão inscritos no Seminário do Sistema UAB, que acontecerá em Brasília, de 23 a 25 de novembro.

domingo, 23 de agosto de 2009

Processos de Cooperação e Colaboração

Disponibilizo com vocês dois novos mapas conceituais, elaborados com o auxílio do Cmap Tools e com um site de criação de avatar.


Os dois mapas apresentam a diferença entre os dois processos que podemos encontrar em atividades de interação: cooperação e colaboração.
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Os mapas foram elaborados a partir das figuras 1 e 2 de COSTA, PARAGUAÇU e MERCADO, 1996 - Ferramentas de Aprendizagem Colaborativa na Internet.

Livro sobre Blogs


Ainda não é o que espero... mas estou indicando a leitura do livro BLOGS.COM, organizado por Adriana Amaral, Raquel Recuero e Sandra Montardo.
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Por qual motivo ainda não é o que quero sobre blogs?
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Acontece que meus estudos sempre buscam encontrar uma perspectiva pedagógica... acho que é coisa de pedagogo (ou de louco mesmo), e o livro ainda apresenta o Blog numa perspectiva comunicacional.
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Mas educação não é comunicação?
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Sim, é, mas creio que precisamos verificar as relações diretas com a aprendizagem, com o potencial de ensino, de avaliação...
Entende?
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Mas o livro já é um caminho, ou um referencial para quem deseja estudar mais sobre esta "ferramenta" de comunicação livre.
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Ele está disponível em pdf. Clique na imagem e boa leitura.
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sábado, 22 de agosto de 2009

Tecnologias trazem o mundo para a escola

Segue entrevista concedida pela Profa. Beth Alemida em julho de 2008, mas não sem tempo para nosso estudo:

Em entrevista ao Jornal do Professor, a especialista ressaltou a importância da capacitação dos educadores para a modernização da sala de aula. Segundo ela, as ferramentas de produção colaborativa já são as mais utilizadas e o futuro das escolas será pautado por uma palavra: conectividade.

1. O que são exatamente as novas tecnologias que estão sendo aplicadas na educação?

Quando falamos de novas tecnologias fazemos referência, principalmente, àquelas digitais. Hoje, sabemos que a tendência é de que haja uma convergência de tecnologias e mídias para um único dispositivo. O essencial é que este dispositivo possua ferramentas de produção colaborativa de conhecimento, de busca de informações atualizadas. Isso possibilita uma comunicação multidirecional, na qual todos são autores do processo ou, pelo menos, têm potencial para ser.

2. Quando surgiu a discussão sobre esse assunto?

O primeiro projeto público surgiu no Brasil em meados da década de 1980. Era o EDUCOM, um projeto de pesquisa desenvolvido em conjunto por cinco universidades públicas que se dedicaram à produção de softwares, formação de educadores e desenvolvimento de projetos pilotos nas escolas.

3. Há uma certa polêmica em torno do uso das tecnologias em sala de aula. Afinal, os efeitos são positivos ou negativos para o desempenho dos alunos?

Vivemos numa sociedade informatizada. Não podemos negar o contato com a tecnologia justamente para a população menos favorecida que, em geral, só teria condições de acessá-la no ambiente escolar. Pesquisas mostram resultados promissores quando as tecnologias de informação e comunicação (TICs) são utilizadas de forma adequada, que oriente o uso para a aprendizagem, o exercício da autoria e o desenvolvimento de produções em grupo.

4. Como elas devem ser usadas do ponto de vista pedagógico?

As novas tecnologias podem ser usadas de diferentes maneiras, mas podem trazer soluções mais eficazes em projetos que envolvem a participação ativa dos alunos, como em atividades de resolução de problemas, na produção conjunta de textos e no desenvolvimento de projetos. O fundamental nessas tarefas é fazer com que os alunos utilizem a tecnologia para: chegar até as informações que são úteis nos seus projetos de estudo, desenvolver a criatividade, a co-autoria e senso crítico.

5. Na era da tecnologia, como serão as salas de aula do futuro?

A primeira mudança é a expansão do espaço e do tempo. Rompe-se com o isolamento da escola entre quatro paredes e em horários fixos das aulas. Teremos a escola no mundo e o mundo na escola. Isso, porque o conhecimento não se produz só na escola, mas também na vida - numa empresa, num museu, num parque de diversões, no meio familiar. Tais espaços poderão se integrar com as práticas escolares e provocarão uma revisão no conceito de escola e de currículo. Os equipamentos serão bem diferentes, estarão disponíveis em qualquer lugar, talvez nem tenhamos que carregá-los. A conectividade é que vai nos acompanhar em todos os lugares.

6. Quais serão as principais ferramentas dos professores? Que tipo de recurso já está sendo utilizado?

Já temos uma série de instrumentos sendo utilizados pelos professores. Os blogs, por exemplo, são bastante disseminados entre os docentes. O WiKi, que é um programa virtual de produção colaborativa de textos, também. Entretanto há outros recursos, como simuladores que permitem visualizar fenômenos da natureza ou do corpo humano que não teríamos condições de acompanhar se não fosse virtualmente; os simuladores propiciam também compreender o significado de funções matemáticas abstratas por meio de testes de hipóteses e da representação gráfica instantânea.

7. A senhora pesquisou a política de outros paises em relação à aplicação das TICs na educação. Como o Brasil se posiciona em relação a países como Estados Unidos e Portugal?

Atualmente, há uma convergência das experiências em diversos países. Os computadores portáteis, por exemplo, estão sendo testados em todo o mundo, simultaneamente: tanto em países da América Latina, quanto da África, da Europa. O problema, no entanto, não é a disponibilidade das tecnologias e sim a formação de professores para utilizar as TICs. Outro problema que também se evidencia em todos os países é a concepção de currículo. Precisamos superar a idéia do currículo prescrito como lista de tópicos de conteúdo. O currículo deve ser construído integrando o que emerge da própria relação cotidiana entre professores e alunos. Muitas vezes, os currículos não abordam habilidades e competências que precisam ser desenvolvidas. Quando se trabalha com o registro de uma atividade num blog, por exemplo, os alunos desenvolvem um projeto pelo computador, que tem o seu desenvolvimento registrado e, assim, é possível identificar diferentes dimensões do currículo que foram trabalhadas no projeto, o que vai muito além do currículo prescrito.

8. O que está sendo feito hoje em termos de formação de professores?

Em primeiro lugar, no Brasil, todos os programas voltados para TICs na educação têm essa preocupação de capacitar os professores. Mais do que permitir o acesso à tecnologia, os programas trabalham a preparação dos educadores. E isso é uma questão de longo prazo, porque a formação se dá ao longo da vida, tem que ser continuada e voltada para a própria prática. Além disso, temos hoje várias pesquisas sendo desenvolvidas nesta área e o Brasil se destaca por ter um projeto de tecnologias na educação que integra a formação de educadores, a prática de uso de tecnologias e a pesquisa científica.

(Renata Chamarelli)

Possibilidade de interação num AVA

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Quais as possibilidades de interação num ambiente virtual de aprendizagem?

Segue um mapa conceitual na busca deste entendimento.

Sistema UAB organiza 1º evento científico internacional

Do site do evento


A Diretoria de Educação a Distância da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (DED/Capes) está organizando o I Encontro Internacional do Sistema Universidade Aberta do Brasil.
O evento, de caráter científico, acontecerá no período de 23 a 25 de novembro de 2009 em Brasília, no hotel Academia de Tênis Resort, e contará com a participação de um público estimado de 600 pessoas, entre coordenadores UAB e adjuntos, coordenadores de curso, coordenadores de polo e tutores do Sistema.

A realização do Encontro será uma excelente oportunidade para congregar pesquisadores e autoridades em torno de questões da mais alta relevância para o desenvolvimento do Sistema Universidade Aberta do Brasil e da Educação a Distância.

Assim sendo, a Capes organiza o primeiro encontro de caráter científico da UAB. A idéia é que sejam discutidos os desafios e propostas para a EaD no Brasil, com apresentação de trabalhos científicos e mesas redondas.

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Infelizmente o evento é limitado a 6 pessoas por instituição, e sendo duas reservadas para o Coordenador e o Vice de cada localidade, só restam 4 vagas. Mas podemos acompanhar

As inscrições de trabalhos irão até dia 31 de agosto... para os inscritos!

Acessar o link do evento para submissões, clique aqui.


quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Dad, I Need an iPhone to Do My Homework

Quando será que escutaremos nossos filhos repetindo a frase deste post?

A frase foi título de uma reportagem no dia 27 de março, também no espaço dedicado a Tecnologia pelo The New York Times. Traduzindo, vemos o apelo de uma criança...

Dad, I Need an iPhone to Do My Homework

(Pai, preciso de um iPhone para fazer minha tarefa de casa)


Não sei quando chegaremos a este momento... principalmente quando vemos tanta desigualdade social em nosso Brasil. Tão continental... mas fica a intrigante "pertubação mental".

A nova geração está vindo antenada, conectada, em rede... e muitos professores (mas muito mesmo) não conseguem ter acesso simples e barato. Acesso a tecnologia e acesso a Rede.

Ficou curioso pela reportagem? Clique aqui e leia mais, diratemente da fonte!
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Estudo revela: EAD melhor que presencial

Apesar de não considerar uma disputa e apesar de entender que as duas modalidade se completam, trago aqui para nossa leitura um post do Bits, o blog sobre tecnologia do The New York Times:

A recent 93-page report on online education, conducted by SRI International for the Department of Education, has a starchy academic title, but a most intriguing conclusion: “On average, students in online learning conditions performed better than those receiving face-to-face instruction.”

Noah Berger for The New York TimesTyler Kennedy, 9, searches the Web at home in California.

The report examined the comparative research on online versus traditional classroom teaching from 1996 to 2008. Some of it was in K-12 settings, but most of the comparative studies were done in colleges and adult continuing-education programs of various kinds, from medical training to the military.

Over the 12-year span, the report found 99 studies in which there were quantitative comparisons of online and classroom performance for the same courses. The analysis for the Department of Education found that, on average, students doing some or all of the course online would rank in the 59th percentile in tested performance, compared with the average classroom student scoring in the 50th percentile. That is a modest but statistically meaningful difference.

“The study’s major significance lies in demonstrating that online learning today is not just better than nothing — it actually tends to be better than conventional instruction,” said Barbara Means, the study’s lead author and an educational psychologist at SRI International.

This hardly means that we’ll be saying good-bye to classrooms. But the report does suggest that online education could be set to expand sharply over the next few years, as evidence mounts of its value.

Until fairly recently, online education amounted to little more than electronic versions of the old-line correspondence courses. That has really changed with arrival of Web-based video, instant messaging and collaboration tools.

The real promise of online education, experts say, is providing learning experiences that are more tailored to individual students than is possible in classrooms. That enables more “learning by doing,” which many students find more engaging and useful.

“We are at an inflection point in online education,” said Philip R. Regier, the dean of Arizona State University’s Online and Extended Campus program.

The biggest near-term growth, Mr. Regier predicts, will be in continuing education programs. Today, Arizona State has 5,000 students in its continuing education programs, both through in-person classes and online. In three to five years, he estimates, that number could triple, with nearly all the growth coming online.

But Mr. Regier also thinks online education will continue to make further inroads in transforming college campuses as well. Universities — and many K-12 schools — now widely use online learning management systems, likeBlackboard or the open-source Moodle. But that is mostly for posting assignments, reading lists, and class schedules and hosting some Web discussion boards.

Mr. Regier sees things evolving fairly rapidly, accelerated by the increasing use of social networking technology. More and more, students will help and teach each other, he said. For example, it will be assumed that college students know the basics of calculus, and the classroom time will focus on applying the math to real-world problems — perhaps in exploring the physics of climate change or modeling trends in stock prices, he said.

“The technology will be used to create learning communities among students in new ways,” Mr. Regier said. “People are correct when they say online education will take things out the classroom. But they are wrong, I think, when they assume it will make learning an independent, personal activity. Learning has to occur in a community.”



Interação e Desenvolvimento Cognitivo

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Mapa Conceitual: Interação em Sala de Aula Virtual
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segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Preparando material para cursos online (mapa conceitual)



Segue o mapa conceitual do capítulo Os métodos de preparação de material para cursos online, de Ivete Palange e disponível em: LITTO, F. e FORMIGA, M. (org.) Educação a Distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, (2009).
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domingo, 16 de agosto de 2009

Twitter na sala de aula

Será que está na hora de você usar o Twitter na sala de aula?
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A cada semana o "assunto" Twitter invade as mais diferentes mídias. Hoje, por exemplo, um dos jornais de Alagoas apresenta uma reportagem sobre esta ferramenta da Internet.
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Já começamos, em outros post, a pensar e discutir sobre o assunto. Hoje gostaríamos de disponibilizar alguns elementos para continuarmos refletindo.
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Pensando sobre as possibilidades de uso do Twitter trazemos para nossa leitura e reflexão o livro “Tudo o que você precisa saber sobre Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)” (disponível como e-book em: http://migre.me/4XGF).
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Mas, voltando-nos para a as possibilidades educacionais, apresentamos o site Online Colleges.net que aponta 25 projetos ou maneiras de como usar o Twitter com os alunos.
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E disponibilizamos também o artigo Microblogs e seu potencial de uso em educação, aceito para apresentação e publicação no SIIE 09 - XI International Symposium on Computers in Education. (clique aqui)

terça-feira, 11 de agosto de 2009

UFAL amplia prazo para curso a distância

(do site da UFAL)
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A Coordenadoria Institucional de Ensino a Distância (Cied), da Universidade Federal de Alagoas, prorrogou o prazo de inscrições para o curso de Gênero e Diversidade na Escola para até 15 de agosto.
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A Cied lembra ainda que, ao terminar de preencher o formulário e enviá-lo, o cursista deve ainda enviar seu currículo para o e-mail: gedntmc@gmail.com, pois somente dessa forma a inscrição poderá ser validada com sucesso, caso contrário ele não poderá participar da seleção.
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São ofertadas 60 vagas para o pólo UAB de Maceió e 60 para o pólo UAB de São José da Laje. O resultado da seleção será divulgado no dia 20 de agosto. O curso vai refletir sobre uma cultura que valorize a diversidade étnico-racial, a equidade de gênero e que rechace qualquer forma de discriminação social.
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As aulas serão presenciais e a distância, com carga horária de 200 horas, e a inscrição está sendo feita apenas pelo site. Para mais esclarecimentos é só acessar o edital Nº 01/2009 ou ligar para (82) 3214-1039.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

E o Twiter? O que é? Que consequências trará?

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O Twitter na visão de José Saramago "O twiter não é mais do que a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até ao grunhido".(José Saramago, Prémio Nobel da Literatura, jornal Expresso, 1 de Agosto de 2009)
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Um e-mail está ganhando proporção nos últimos dias com um "depoimento" de José Saramago sobre o Twiter. Como tudo o que circula desta forma, também precisamos analisar se a informação procede...
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Pelo sim, pelo não... é algo que precisamos analisar, estudar, discutir... no semestre passado já tínhamos iniciado este estudo aqui no blog, inclusive escrevendo algo sobre o tema. Vamos disponibilizar aqui para que possamos ler e continuar a discutir.
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.Que consequências trará para a educação?
Um abraço, e nosso agradecimento a Profa. Anamelea Campos pelo envio do e-mail sobre José Saramago.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Tutorial para construção de blog

Para construir o seu blog, você pode seguir o seguinte tutorial:

Revistas EDaPECI lança 1º número


A revista científica EDaPECI, uma experiencia "plural por nascimento" lança seu primeiro número, com artigos de pesquisadores de Alagoas e Sergipe.
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Gostaríamos de destacar os seguintes artigos publicados no 1º número:

A Visão do aluno da EAD na Graduação em Hotelaria da Universidade Aberta do Brasil em Alagoas - de Luiz Wilson Machado da Costa e Silva Neto, Luis Paulo Leopoldo Mercado
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Onde estou? A presença social nos ambientes virtuais de aprendizagem – de Glaucio José Couri Machado
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Inclusão digital: reflexões em saúde mental, de Deise Juliana Francisco
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Interatividade na Educação Online: Uma análise da disciplina Interatividade em Ambientes Informáticos do Curso de Física - Licenciatura - da Universidade Aberta do Brasil, de Maria Luzia Rocha da Silva

o meu artigo: A formação do Tutor Online, Fernando Silvio Cavalcante Pimentel,

o artigo de Cleber Nauber, Do Professor ao Ciberprofessor do Ensino Superior na EAD: algumas aproximações.
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E outros artigos... Não deixe de ler os artigos, e submeta também a sua contribuição científica! Clique aqui!
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Atividade do 1º dia do mini-curso

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Análise de blogs da EDUBLOGOSFERA
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Acessar e procurar um blog relacionado a sua disciplina
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Elenque as características do blog visitado:
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•Qual o link do blog?
•É um blog aberto ou fechado?
•É um blog atualizado ou não?
•Possui rede de seguidores ou não?
•O que o blog disponibiliza?
•O que você modificaria?
•O que você sentiu falta?
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Disponibilize o resultado clicando em comentários, logo abaixo deste post.
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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Blog e Educação 1 Epeal2009

Check out this SlideShare Presentation:

IV EPEAL transmitido via Rádio Web

A 4ª edição do Encontro de Pesquisa em Educação em Alagoas (EPEAL) já está quase começando, reunindo mais de 700 pessoas (pesquisadores, docentes e discentes) discutindo as PERSPECTIVAS ATUAIS DA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO.
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Os números de participantes e de trabalhos inscritos é recorde, e mais uma novidade embala as atividades do evento: pela primeira vez suas principais atividades serão transmitidas via Web Rádio. São as tecnologias nos auxiliando na educação a distância!
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Para ter acesso basta clicar no logotipo (imagem) abaixo, ou no canto superior deste blog.
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Um abraço a todos e parabéns a equipe do PPGE-UFAL!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Parceria... interação

Hoje recebi de Renata Aquino (leia-se PUC-SP) um comentário ao post Web Currículo (31 de julho).
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O comentário nos faz refletir um pouco mais sobre processos de interação e sobre redes na Internet (ler Recuero), tendo em vista que nosso blog foi "twitado" no espaço do Web Currículo no Twiter.
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Os processos de interação são fundamentais para que o conhecimento seja compartilhado e construído. No contexto do ciberespaço (LEVY, 2000) os conceitos de comunicação e interação são retomados e analisados na busca por um melhor aproveitamento da Rede, em vista da compreensão de como se processa o ensino-aprendizagem, compreendido como conseqüência da mediação que ocorre nos espaços e ambientes virtuais.
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Ao utilizamos as ferramentas do ciberespaço por meio de suas interfaces estamos aqui analisando especificamente o microblog como instrumento que detêm possibilidades de utilização no auxílio do processo de ensino-aprendizagem. Apresentamos este postulado tendo como base a abordagem sócio-interacionista (VYGOTSKY, 1989) e da Pedagogia da Autonomia (FREIRE, 1996). Estas duas bases teóricas nos apresentam uma visão de três elementos necessários para a proposição de uma educação mais tecnologizada: a comunicação, a interação e a aprendizagem mediada.
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A comunicação (FREIRE, 1996) é apontada como uma necessidade dialógica que exige de seus interagentes a percepção do outro no processo como interdependentes da ação, sem a busca insana pelo poder da palavra (ou gerado pela palavra), mas perceber o outro nesta dialética. Na educação mais tecnologizada esta comunicação é vista a partir de uma multidirecionalidade, sendo uma de suas principais características. Esta relação dialógica e multidirecional é a geradora, da aprendizagem.
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Como diz Renata, é a integração de tecnologias (e interfaces) para a construção do conhecimento.
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Eis o comentário que - devido a sua relevância - decidi publicar aqui neste post:
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Olá Fernando! Sou da PUC-SP e estão muito interessantes realmente os caminhos do Web Currículo. Seu post uniu vários links interessantes e divulguei-o também no Twitter @webcurriculo. Que continuemos lutando pela integração das tecnologias ao currículo. Parabéns pelo blog []s (Renata Aquino - PUC-SP)
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domingo, 2 de agosto de 2009

Blogar ou não blogar – um estudo preliminar

Como estamos chegando ao IV EPEAL, e como teremos um mini-curso voltado para o estudo dos blogs como interfaces educacionais, resolvemos disponibilizar uma parte do artigo que escrevemos em 2008 e que nos apresenta alguns elementos significativos e que iremos abordar no mini-curso.

Blogar ou não blogar?!

Desde a criação, em 1991, por Tim Berners Lee, e a divulgação, em 1996, por Dave Winer (ambos disputam o título de pai dos blogs), o weblog, ou simplesmente blog, tem sido utilizado por milhares de usuários da Rede WWW como uma interface comunicacional, variando seus estilos e suas propostas e às vezes fugindo de sua idéia original: a de ser um diário pessoal na Internet.

Ao campo educacional, o blog incorpora-se gradualmente e chega hoje a integrar vários portais educacionais e ambientes virtuais de aprendizagem, como o Moodle, o e-Proinfo, o Portal Educacional, entre outros.

Um weblog tem-se revelado uma interface que aproxima os professores de seus alunos e que promove o aprendizado. De acordo com pesquisa feita, em 2007, pela revista Época, e publicada na Internet em 09/02/2007, o blog apresenta as seguintes vantagens:

  • Aproxima professores e alunos. Os estudantes tendem a se identificar com o professor blogueiro. Se o aluno cria um blog, os professores têm um espaço a mais para orientar o aluno.
  • Permite maior reflexão sobre o conteúdo: quando o professor blogueiro expõe sua opinião, está sujeito a críticas e elogios. Com isso, reflete sobre seu trabalho e estimula mais o pensamento dos alunos acerca do tema proposto.
  • Mantém o professor atualizado: o professor blogueiro busca em outros sites e blogs informações para compartilhar com os alunos. Isso o coloca em permanente reciclagem.
  • Cria uma atividade fora do horário de aula: o estudo não fica restrito aos 45 minutos de sala de aula. Com o blog, o professor instiga os alunos a estudarem mais. No blog, eles buscam desafios, exercícios e gabaritos.
  • Traz experiências de fora da escola: o blog abre as atividades da escola para pessoas de outros colégios, cidades e até países colaborarem. Isso amplia a visão de mundo da turma.
  • Divulga o trabalho do aluno e o do professor: as produções do aluno ou as do professor podem ser vistas, comentadas e conhecidas por qualquer internauta do mundo. Isso é um incentivo para alunos e professores se dedicarem.
  • Permite o acompanhamento: com os blogs, os pais podem monitorar as atividades escolares dos filhos, além de ter acesso ao que o professor está ensinando. Isso não é possível com as aulas.
  • Ensina linguagem digital: ao montar blogs, alunos e professores passam por um processo de "alfabetização digital" e aprendem a fazer downloads e outros recursos, para navegar com facilidade.

Segundo Soares, um blog é

uma página web atualizada freqüentemente, composta por posts (entradas compostas por textos, fotos, ilustrações, links) que são armazenados em ordem cronologicamente inversa, com as atualizações mais recentes no topo da página. São muito fáceis de serem criados. Podem ser espaço para observações do cotidiano, mural de recados, laboratório de experimentações literárias, depósito de links curiosos, relicário de agruras sentimentais, diário de viagem ou tudo isso ao mesmo tempo.

Os blogs destinados à educação ou idealizados, moderados e mantidos por educadores podem seguir duas concepções:

  1. Blog aberto: os alunos participam da construção do blog, inclusive sugerindo temáticas ou escrevendo os posts (postagens).
  2. Blog fechado: nesta concepção, o professor tende a utilizar o blog numa lógica seqüencial, seguindo o programa da disciplina ou do curso. Aqui, os alunos interagem por meio dos comentários, das postagens.

O que direciona para uma concepção ou para a outra é a intencionalidade e a filosofia educacional do professor. É o seu entendimento sobre educação e sobre o processo de construção do conhecimento, pois, que vai determinar se e como ele usará o blog.

Além das vantagens apresentadas, o blog serve como interface de avaliação da aprendizagem, já que – por meio dele – o professor pode acompanhar a evolução do aluno em um determinado período ou em uma determinada disciplina.

Para Oliveira (2006, p. 342),

o blog cumpre seu papel de achar-se disponível ao processo avaliativo, respondendo, na ponta, por uma decisão político-pedagógica das instituições escolares, de inseri-lo de forma estruturante – como mais uma entre as muitas fontes existentes de recursos hipertextuais – ou de, mantendo-se na lógica de ensino aprendizagem linear, tradicional, também ser incorporado à vida escolar. Qualquer que seja o modelo implementado, o blog estará pronto para exercer o seu potencial de interface colaborativa, hipertextual, interativa, dinâmica, inclusiva, capaz de ajudar a promover, com qualidade, os objetivos didáticos propostos pela escola.

O aluno usuário do blog é aquele que, segundo Palloff e Pratt (2004), difere do aluno da modalidade presencial. Ele está conectado com a realidade ao seu redor, buscando entender as próprias características de um mundo globalizado, conectado e de relações líquidas (Bauman).

Referências

SOARES, M. O BLOG: conceito e uso pedagógico. Disponível em: http://teiaeducom.blogspot.com/2005/12/o-blog-conceito-e-uso-pedaggico.html. Acesso em 20 de outubro de 2008.

OLIVEIRA, R. Aprendizagem mediada e avaliada por computador: a inserção dos blogs como interface na educação. in: SILVA, Marco e SANTOS, Edméa. Avaliação da aprendizagem em educação online: fundamentos, interfaces e dispositivos, relatos de experiências. São Paulo: Loyola, 2006.

PALLOFF, R. e PRATT, K. O Aluno Virtual. Trad. Vinícius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2004.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG76347-6014-456,00.html


COMO REFERENCIAR ESTE TEXTO:

PIMENTEL, F.; BRANDAO, Y.. Da pessoalidade para a formação cidadã de alunos: a experiência de um blog como espaço democrático. Trabalho apresentado na Linha de Pesquisa Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação do III Encontro de Pesquisa em Educação de Alagoas, em dezembro de 2008, Maceió-AL. Disponível em:

http://cid-614b6cafcf976efa.skydrive.live.com/self.aspx/P%c3%bablico/Blog%7C_e%7C_Democracia%7C_%7C_Epeal%7C_.pdf

sábado, 1 de agosto de 2009

Hipertexto 2009 - Inscrições abertas


Do site: http://www.hipertexto2009.com.br

O Hipertexto 2009 oferece aos inscritos a possibilidade de participar de conferências, mesas temáticas, Grupos de Discussão, minicursos e pôsteres, em três dias de programação, divididos entre os campi do CEFET-MG em Belo Horizonte.

As conferências, cinco ao todo, serão apresentadas por pesquisadores convidados de renome internacional e versarão sobre temas importantes para o evento. Estão confirmadas as presenças de Ilana Snyder (Austrália), Maria Augusta Babo (Portugal), Rui Torres (Portugal) e Heloísa Collins (Brasil).

As mesas temáticas serão compostas por três pesquisadores convidados de cada vez e devem tratar de temas como interseções entre Computação e humanidades; linguagens híbridas na rede; escrita colaborativa; gêneros textuais e internet; multimodalidade; literatura em ambientes digitais; ambientes virtuais de aprendizagem; inclusão digital; letramento e escola, etc.

Os Grupos de Discussão receberão submissões de trabalhos de pesquisadores e professores, no mínimo cursando mestrado, em instituições públicas ou privadas. Cada GD aborda um tema proposto pelo coordenador, que será o responsável pelo recebimento e pelo parecer dado às propostas. O limite de apresentações em GD é de 18 trabalhos, sendo 6 por dia de evento.

Os pôsteres são o espaço dedicado à divulgação de pesquisas de especialização ou Iniciação Científica, concluídas ou em andamento. O padrão de confecção dos painéis será divulgado em breve.

Saiba mais. Inscreva-se: http://www.hipertexto2009.com.br/index.html