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sábado, 15 de julho de 2023

Cinema e Educação

 

Na tarde de hoje participei de um evento muito interessante, discutindo sobre Cinema e Educação.

O evento “Cinema e Ciência na Universidade”, ocorreu de forma híbrida, pois eu estava em Maceió e os demais participantes (coordenação, professores e estudantes) estavam no auditório da Universidade Federal de Alagoas no Campus Sertão em Delmiro Gouveia.

A mesa redonda teve com o tema: Cinema, Ciência e Educação.

Estavam presentes os estudantes do curso de Ciências do programa Prill, especificamente da disciplina de Atividade Curricular de Extensão, sob condução da Profa. Dra. Valéria Malta. 


Discuti com os alunos sobre o que é e como se dá o processo educacional por meio do cinema (e por outras variações mais atuais, como os vídeos do TikTok).
Falamos sobre o cinema e o imaginário, sobre os vários saberes e até mesmo analisamos a visão reducionista dos denominados "vídeos educativos".

Cinema e educação. Quando usar? Como usar? Por qual razão usar?
Lembremos que a escola tem como princípio oportunizar experiências de aprendizagem, para além da transmissão passiva de conteúdos.

A graduação em Licenciatura em Ciências (Biologia, Física e Química) tem por objetivo a formação inicial de Professores para atuação na Educação Básica nas grandes áreas das Ciências, especificamente nos Anos Finais do ensino fundamental em sistemas educacionais que organizem suas matrizes curriculares em componentes disciplinares configurados como grandes áreas do conhecimento, promovendo na formação uma perspectiva crítica, humanista e profunda das ciências, englobando desde a gênese do conhecimento científico até a sua veiculação em espaços formais e não formais de Educação.

Os projetos pedagógicos dos cursos do PRIL são iniciativas inovadoras para formar professores sintonizados com as questões atuais; trabalhar de forma híbrida, privilegiar as metodologias ativas e as novas tecnologias de ensino, além do conhecimento prático dos documentos vigentes; as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), focadas na formação inicial e continuada de professores, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Base Nacional Comum para a Formação de Professores (BNC), entre outras atualizações.


Meus agradecimentos a todos os estudantes, a Profa. Valéria Malta e ao Prof. Marcelo de Lima, que coordena o curso de Ciências do Pril.


sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

Tecnologias digitais e inovação em educação: abordagens, reflexões e experiências (e-book)

 Novo e-book publicado, e disponível gratuitamente em:

https://pedroejoaoeditores.com.br/produto/tecnologias-digitais-e-inovacao-em-educacao-abordagens-reflexoes-e-experiencias/



PIMENTEL, F. S. C.; SILVA, A. P. (Org.). Tecnologias digitais e inovação em educação: abordagens, reflexões e experiências. 1ª ed. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023.

Capítulos que estou como autor e coautor:

PIMENTEL, F. S. C. Jogos digitais, inovação e ensino na Saúde. In: PIMENTEL, F. S. C.; SILVA, A. P. (Org.). Tecnologias digitais e inovação em educação: abordagens, reflexões e experiências. 1ª ed. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023, v. 1, p. 23-42.

PIMENTEL, F. S. C.; SANTOS, D. H. B. ; NUNES, N. S. ; SALES JUNIOR, V. B. Jogos digitais e mobilização de estratégias metacognitivas. In: PIMENTEL, F. S. C.; SILVA, A. P. (Org.). Tecnologias digitais e inovação em educação: abordagens, reflexões e experiências. 1ª ed. São Carlos: Pedro & João Editores, 2023, v. 1, p. 43-66.


O texto “Tecnologias digitais e inovação em educação: abordagens, reflexões e experiências”, organizado pelo Alan Pedro e o Fernando Pimentel, nos brinda com 14 capítulos – cada um deles apresenta um relato sui generis, uma experiência, um caso, um relato, um comportamento… Todos são casos passíveis de registro, já que foram individualmente consagrados com o sucesso da ação dos seus autores. (Josealdo Tonholo, Reitor da Universidade Federal de Alagoas).

sábado, 3 de setembro de 2022

Access to digital technologies and the internet in higher education validation of a diagnostic questionnaire

 Access to digital technologies and the internet in higher education: validation of a diagnostic questionnaire

Abstract: This work presents the process used to validate a data collection instrument in the context of the Covid-19 pandemic. The aim was to demonstrate the reliability of a questionnaire about access to digital technologies and the Internet by university students. The questionnaire construction process consisted of two stages: items were initially developed based on the objectives indicated by the Working Group, mapping the items related to “Technical Information” (INF) and “Experience” (EXP) with Digital Technologies in Education. In the second stage, the items were adjusted and divide into different sections in order to provide the respondent with one context at a time. The validity performed in the construction of the instrument indicates that the questionnaire developed is adequate to measure the latent factors of technical information. Although there was no complete invariance of the instrument for all groups of respondents, the validation conducted indicates that the instrument is relatively good for comparing the mean of latent factors in most groups.

Keywords: Questionnaire, Validation, Higher Education

Available at: https://www.seer.ufal.br/index.php/debateseducacao/article/view/13657



domingo, 3 de abril de 2022

A dinâmica dos mapas conceituais na apropriação do conhecimento

Na semana passada dei início às minhas aulas na graduação em Pedagogia, na Universidade Federal de Alagoas, com a turma do primeiro período (os feras!).

Uma turma muito animada e participativa, no turno matutino, composta por 38 estudantes.

Nossa disciplina, que estuda sobre as possibilidades e os limites da integração das tecnologias digitais no contexto da sala de aula, segue uma dinâmica gamificada, tendo como narrativa a Liga da Justiça. E logo na primeira semana de aula os estudantes tiveram que encarar dois desafios, quando eles têm a possibilidade de mostrar que estão engajados nos objetivos propostos para a disciplina.

Como proposta de desafio, elaborei duas questões que deveriam culminar com a entrega de mapas conceituais sobre textos que indiquei a leitura. Tenho trabalhado com mapas conceituais faz muito tempo, mas sempre me encanto com as possibilidades, com o visual de como os estudantes percorrem os textos e como eles apresentam àquilo que estão aprendendo. E me encanta ver como, dos mesmos textos, não se produz nenhum mapa conceitual igual ao outro.

Aqui abaixo apresento alguns exemplos. O tema dos dois textos que deveriam ser lidos transitava entre currículo, tecnologia e cultura digital.






Amanhã temos aula, e novos desafios.


segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Incorporação das tecnologias digitais para o desenvolvimento do estágio supervisionado em tempo de pandemia

Novo artigo publicado: Incorporação das tecnologias digitais para o desenvolvimento do estágio supervisionado em tempo de pandemia


Autoria: Janaina Maria da Silva, Júlio Filipe Nogueira da Silva, Silvana Paulina de Souza e Fernando Silvio Cavalcante Pimentel

Resumo: A pandemia causada pela Covid- 19 provocou a suspensão das atividades presenciais no ensino superior e posteriormente impulsionou a busca por alternativas que nos permitisse a retomada das atividades acadêmicas. Este estudo reflete sobre o desenvolvimento do Estagio Supervisionado IV, referente ao oitavo período do curso de Pedagogia da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), durante a pandemia e busca responder a seguinte questão: como as tecnologias digitais foram utilizadas para contornar os desafios durante a experiência de desenvolvimento do estágio supervisionado IV? O objetivo foi sistematizar, por meio de um relato crítico-criativo, a experiência da incorporação das tecnologias digitais no estágio supervisionado obrigatório no contexto da pandemia. Este é um estudo qualitativo, por meio de uma pesquisa fenomenológica e da adoção de procedimentos da pesquisa formação (SANTOS, 2019). Como resultados desse estudo é possível mencionar a necessidade nos reinventar buscando novas formas e inspirações para desenvolver nossa própria prática.


Texto completo disponível em:



segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Tecnologias digitais na Ufal: um perfil da qualidade do acesso discente

Hoje temos o lançamento do livro/e-book Ufal conectada: formação e transformação digital em tempos de covid-19, pela Editora da Universidade Federal de Alagoas.


Nesta obra temos o seguinte capítulo:

PIMENTEL, F. S. C.; SILVA, A. L. M. ; CANDEIAS, C. N. B. ; LIMA, W. M. ; SILVA, A. P. ; FERREIRA, A. R. . Tecnologias digitais na Ufal: um perfil da qualidade do acesso discente. In: NASCIMENTO, E. M.; ABIO, G; LIMA, R. M. F. (Org.). Ufal conectada: formação e transformação digital em tempos de covid-19. 1ed. Maceió: Edufal, 2021, v. 1, p. 62-70.

Convidamos a todos para que façam a leitura.



quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Educação ressignificada: formação docente e práticas disruptivas

Do portal da Unit

A Universidade Tiradentes (Unit), por meio de seu Programa de Pós-Graduação em Educação, e o Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), promovem mais uma edição do Encontro Internacional de Formação de Professores (Enfope) e do Fórum Permanente Internacional de Inovação Educacional (Fopie). O encontro será realizado de 23 a 25 de novembro, no formato virtual, por meio do canal de YouTube da Unit. 


O evento, que traz contribuições significativas nos âmbitos regional, nacional e internacional, abordará a temática Educação ressignificada: formação docente e práticas disruptivas. 

“O Enfope/Fopie é um evento consolidado no Estado de Sergipe, em especial para a educação básica, que vem ao longo do tempo desafiando as discussões sobre a educação”, comenta a doutora Andrea Karla Nunes, líder do Grupo de Pesquisa em Docência, Avaliação, Currículo e Contemporaneidade (GPDACC/PPED/Unit/CNPq) e coordenadora do evento. 

“Este ano, estamos em pauta com a educação ressignificada e práticas disruptivas porque entendemos que o contexto da pandemia mobilizou revermos o lugar de atuação da docência, bem como as práticas pedagógicas que estão sendo e serão praticadas”, acrescenta a docente. 

O Enfope/Fopie tem como principal objetivo promover a integração de saberes e colaborar com a formação de professores da Educação Básica de Sergipe, fomentando o desenvolvimento de ações e reflexões críticas e inovadoras. “O evento traz olhares também sobre o currículo em alguns países, como Argentina e Espanha. Os palestrantes internacionais vêm discutir de forma assertiva a formação do professor e os desafios diante de práticas disruptivas”, salienta Andrea Nunes.

O 12º Enfope e 14º Fopie constituem, juntos, o segundo maior evento do Estado de Sergipe destinado à Educação Básica, com participantes locais, nacionais e internacionais. Esta edição contará com palestrantes de universidades da Espanha, Argentina e Portugal. 

O evento representa um importante espaço de debate, uma vez que o momento atual da educação brasileira, sob a ótica da formação de professores, é muito delicado. 

“Busca-se divulgar, discutir e ampliar a produção científica, tecnológica e cultural na área de formação docente, em colaboração interinstitucional, tendo como premissa o desenvolvimento da autonomia e emancipação dos sujeitos que ocorre por meio de pensamento científico, crítico, responsabilidade e cidadania, bem como o contexto da contemporaneidade da cultura digital”, destaca a coordenadora do evento. 

O encontro está com inscrições abertas, com prazo de submissão de artigos até 30 de setembro. 

Clique aqui para mais detalhes

sábado, 31 de julho de 2021

Lançamento do livro Jogos digitais, tecnologias e educação: reflexões e propostas no contexto da Covid-19

Participe conosco do lançamento do livro Jogos digitais, tecnologias e educação: reflexões e propostas no contexto da Covid-19.

Será online (encurtador.com.br/koKS1) no próximo dia 11 de agosto, 14h (Horário de Brasília).


Veja mais sobre o livro aqui.

PIMENTEL, F. S. C.; FRANCISCO, D. J.; FERREIRA, A. R. Jogos digitais, tecnologias e educação: reflexões  e propostas no contexto da Covid-19. Maceió, EDUFAL, 2021.

Sumário:

1 APRENDIZAGEM COM JOGOS DIGITAIS EM TEMPOS DE PANDEMIA

Daniela Karine Ramos e Dulce Marcia Cruz

2 GAMIFICAÇÃO E GAME THINKING COMO ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO À DESMOTIVAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO CONTEXTO DA PANDEMIA

Fernando Silvio Cavalcante Pimentel, Otávio Augusto de Oliveira Cardoso, Esmeralda Cardoso de Melo Moura e Janaína Maria da Silva

3 GAMIFICAÇÃO EM TEMPO DE COVID-19: ADAPTAÇÃO ÀS EXIGÊNCIAS DE CONFINAMENTO

Ana Amélia A. Carvalho

4 DA LÓGICA DA APRENDIZAGEM AO JOGO DA DESCOBERTA CIENTÍFICA: FOLDIT, UMA COMUNIDADE GAMER E O COMBATE AO SARS-COV-2

Helyom Viana Telles e Maria Carolina Lopes Esteves

5 JOGOS DIGITAIS E ANALÓGICOS DURANTE E PÓS COVID-19: UMA REFLEXÃO SOBRE USO EM DIFERENTES CENÁRIOS ESCOLARES

Filomena Maria Gonçalves da Silva Cordeiro Moita e Leandro Mário Lucas

6 INCORPORACIÓN DE DISCORD COMO PLATAFORMA VIRTUAL PARA LA ENSEÑANZA DURANTE LA PANDEMIA DE COVID-19

Ruth S. Contreras-Espinosa e Jose Luis Eguia-Gomez

7 LITERACIA TRANSMIDIÁTICA EM ASSASSIN’S CREED ORIGINS: EXPERIÊNCIA E IMERSÃO NOS JOGOS DIGITAIS DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19

Caio Túlio Olímpio Pereira da Costa, Raphael de França e Silva e Ana Beatriz Gomes Pimenta de Carvalho

8 CONTROLE DE DADOS, EDUCAÇÃO E PANDEMIA: “SE O PRODUTO FOR DE GRAÇA, VOCÊ É QUE É O PRODUTO”

Adilson Rocha Ferreira e Deise Juliana Francisco

9 EDUCAÇÃO E SAÚDE: REFLEXÕES SOBRE O CONTEXTO UNIVERSITÁRIO EM TEMPOS DE COVID-19

Ana Catarina Moura Torres, Ana Caline Nóbrega da Costa e Lynn Rosalina Gama Alves

10 O PRONATEC NO ESTADO DA BAHIA: ESPAÇOTEMPO PANDÊMICO E O REPENSAR DAS ESTRATÉGIAS SENSÍVEIS DE UMA FORMAÇÃO CIDADÃ POR MEIO DA MEDIAÇÃO TECNOLÓGICA DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Eduardo Fofonca e Ezequiel Westphal

11 DESAFIOS E POTENCIALIDADES DO APRENDIZADO DIGITAL DE IDOSO

Mára Lúcia Fernandes Carneiro, Adriane Ribeiro Teixeira e Maira Rozenfeld Olchik

12 A EDUCAÇÃO NA PANDEMIA DA COVID-19: PARA ALÉM DO ENSINO REMOTO EMERGENCIAL

Maria Luisa Furlan Costa, Valdecir Antonio Simão, Flávio Rodrigues de Oliveira e Dayane Horwat Imbriani de Oliveira

13 APRENDER E ENSINAR EM TEMPOS DE PANDEMIA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES

Leda Maria Rangeardo Fiorentini e Raquel de Almeida Moraes

14 A PANDEMIA DE COVID-19 E AS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS NÃO PRESENCIAIS CENTRALIZADAS NO USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

Marcio Roberto de Lima

15 DISCIPLINA EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE EM TEMPO DE PANDEMIA: RESSIGNIFICANDO ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO

Andréa Karla Ferreira Nunes, José Carlos Santos e Michelline Roberta Simões do Nascimento

O livro está disponível no seguint link: http://www.repositorio.ufal.br/jspui/handle/123456789/7841


quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Escola em todo lugar

Por Manuella Soares - jornalista (UFAL)

Na pandemia da covid-19 as casas das pessoas viraram escolas, mas como na realidade física, nem todos os recursos são equiparados e eficazes. Outro grande problema é o filtro de informações importantes que precisam chegar até a população para enfrentar de forma correta a doença causada pelo coronavírus.

Pensando em facilitar o acesso das crianças aos materiais de estudo ao mesmo tempo em que integra orientações das secretarias de saúde, o Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais da Ufal desenvolveu um aplicativo de celular que funciona off-line, sem precisar conexão com a internet todas as vezes que for usar.

Basta que os alunos atualizem uma vez por semana o app Escola em todo lugar, para ter acesso ao conteúdo disponibilizado pelos professores. De fácil navegação, o aplicativo contém um ícone de atalho para o material de estudo, que é divido por disciplina, onde a criança vai encontrar as atividades dos próximos dias.

A fase de teste está acontecendo com uma turma da Escola Municipal de Educação Básica Industrial Luigi Bauducco, em Rio Largo. Com a liberação na Play Store, esta semana, alunos de 10 a 12 anos matriculados no 5º ano fundamental da escola poderão usar a ferramenta.  Serão 65 crianças distribuídas em duas turmas.

“Esperamos que, neste momento em que as crianças não podem ir à escola, que elas usem o aplicativo criando uma rotina semanal e que possam se sentir, de alguma forma, ligadas à escola”, destacou o professor Fernando Pimentel, do Centro Educação da Ufal (Cedu), que coordena o projeto.

A iniciativa foi possível graças ao Programa Extensão Universitária no Combate ao Coronavírus, da Pró-reitoria de Extensão que está financiando os projetos aprovados em edital. A coordenação de Tecnologia da Informação é do professor Cleber Menezes, e a coordenação pedagógica da professora Maria da Paz Elias, Secretaria de Educação do Estado de Alagoas, que conta ainda com o apoio dos discentes Janaina Maria da Silva (Cedu) e Lucas Tadeu Vieira Moura de Santana (Instituto de Computação – IC), além de três bolsistas.

“Com os dados do teste piloto, esperamos as intenções da Secretaria Municipal de Educação para que a versão definitiva seja preparada para uso de toda a rede. Essa fase já seria pós-projeto”, adiantou Pimentel.

Enfrentamento à doença com segurança

Além de possibilitar o vínculo com a escola, o aplicativo criado na Ufal fornece de forma simples, direta e com fácil acesso, as principais informações sobre higiene, cuidados de saúde e a covid-19.

“O foco do projeto foi colocar nas mãos das crianças, adolescentes e seus familiares, conteúdo informativo e formativo. Se cada aluno do município recebe informações de qualidade no combate a covid-19, já se torna um disseminador de boas práticas”, enfatiza o coordenador Fernando Pimentel.

No menu principal do app o usuário encontra ícones que levam para conteúdos como o que é a doença, sintomas, transmissão, como se proteger e o que fazer se ficar doente. A ferramenta dá algumas dicas de saúde e mostra quais serviços de atendimento disponíveis para atender os pacientes com suspeita de coronavírus. Um espaço também é dedicado para publicar notícias atualizadas sobre a pandemia e informações importantes para que alunos e pais estejam conscientes e seguros.

O professor Fernando Pimentel e a equipe de desenvolvimento do Escola em todo lugar se mostram satisfeitos e confiantes com a tecnologia que aproxima a comunidade das pesquisas realizadas pela Ufal, cientes do “trabalho de formiguinha”:

“Evidentemente que não conseguiremos atender a todas as crianças, pois algumas não têm acesso a este tipo de tecnologia, mas acreditamos que não podemos ficar de braços cruzados. Estamos fazendo uma parte daquilo que pode ser feito. Outros órgãos e outras empresas devem buscar soluções para aquilo que ainda é desafio: a inclusão e o letramento digital”.

Observação:

Matéria disponível em: https://ufal.br/transparencia/noticias/2020/09/escola-em-todo-lugar-app-da-ufal-cria-rotina-de-estudo-e-atualiza-informacoes-sobre-a-covid-19

terça-feira, 23 de novembro de 2010

TCC Especialização Tecnologias em Educação

Olá pessoal,

estou disponibilizando o texto do TCC que apresentei para a conclusão da especialização em Tecnologias em Educação, pela PUC do Rio de Janeiro.

TCC Especialização Tecnologias em Educação

Para referenciar este texto:

PIMENTEL, F.S.C. O papel da interação entre pares simétricos na construção de mapas conceituais. Rio de Janeiro: PUC-R. 33p. (especialização em Tecnologias em Educação) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Coordenação Central de Educação a Distância. Rio de Janeiro, 2010. Disponível em: http://www.ebah.com.br/tcc-especializacao-tecnologias-em-educacao-doc-a90913.html. Acesso: 23 de setembro de 2010.

(modifique a data de acesso, dependendo do dia em que você acessou e utilizou)

sábado, 23 de outubro de 2010

Twitter em sala de aula





O jornal online Estadão.com.br apresenta matéria sobre o uso do Twitter em sala de aula como ferramenta para aprender técnica literária.

"A técnica literária, conhecida como microconto, nanoconto ou miniconto, foi praticada pelos alunos do Colégio Hugo Sarmento no perfil @hs_micro_contos do Twitter.

Para escrever uma história coerente em tão poucas palavras, os estudantes tiveram de ficar atentos à narrativa, à concisão e ao sentido do que era postado, algumas habilidades já dominadas pelos adolescentes, acostumado com a rapidez da internet.

Embora o Twitter seja usado com mais frequência para relatos e comentários do cotidiano, não ficcionais, os microcontos já têm adeptos na rede social. Há perfis totalmente dedicados à técnica e usuários que costumam escrever mini-histórias, como a cantora Rita Lee (@LitaRee_real).

"Cada história precisava ter um começo, meio e fim. Não dava, por exemplo, pra ficar descrevendo o cenário", conta Pedro Rubens Oliveira, de 13 anos, que participou do projeto.

O professor de língua portuguesa do ensino fundamental Tiago Calles, que propôs o exercício na escola, conta que aproveitou os limites de espaço da rede para trabalhar a estrutura da narrativa e as poesias concretas, abordadas em aula, de uma maneira diferente. "O fato de envolver uma outra plataforma interessou os alunos, que se sentiram mais motivados", afirma. "

Leia a matéria completa, clique aqui.

domingo, 22 de agosto de 2010

Educadores não podem temer novas tecnologias

Educadores não podem temer novas tecnologias - Revista VEJA publicou entrevista com a editora Salete Toledo. Para ela as escolas precisam se abrir às novidades - que alunos já dominam.



"A educação não pode mais ser planejada no contexto da "era de Gutemberg" - ou seja, dos tipos móveis e, portanto, do livro de papel. Na visão de Salete Toledo, especialista em educação e editora executiva da Edições SM, é preciso pensar o ensino em constante contato com as novas tecnologias e mídias. Para isso, os currículos escolares precisam assimilar as tecnologias, o que, na visão de Salete, demanda transformações nas intituições de ensino. "Nossa escola segue um modelo fechado. Precisamos de um ambiente onde possam circular mais informações, e essas informações estão fora dos muros da escola", diz a especialista, convidada a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo."




Confira os principais trechos da entrevista com ela. (clique aqui)

Um mundo em mudanças... e a educação?

Ótimo vídeo que mostra o mundo em mudanças... mas será que nosso fazer educativo também está acompanhando estas mudanças?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Pionerismo no uso de telefones móveis na educação


Quer conhecer uma experiência de uso de telefones móveis em educação superior? Visite o site da Abilene Christian University, que desde 2008 desenvolve atividades com esta tecnologia.
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Há uma boa reportagem sobre o assunto em: http://ow.ly/11XVV ...

E a experiência da Abilene Christian University mostra que proibição do uso de celular em sala de aula não é vantagem para o ensino ou para a aprendizagem.

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domingo, 5 de julho de 2009

Plug Minas aproxima tecnologia dos estudantes da rede pública de Minas Gerais

Texto Fornecido por: Lívia Ascava (Núcleo de Relacionamento e Disseminação em Mídia Social da Webcitizen)

Centro de Formação e Experimentação Digital receberá cerca de 8 mil jovens diariamente para as atividades

Para levar a cultura digital a estudantes da rede pública do estado, o Governo de Minas Gerais acaba de lançar o Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital. Nele, jovens entre 15 e 24 anos terão acesso às mais diversas novas tecnologias, por maior de atividades ligadas às artes, informação e empreendedorismo, com um conceito inovador de formação e qualificação profissional no país.
O Centro foi instalado em uma área de 67 mil m², no antigo prédio da Febem, localizado no bairro do Horto, em Belo Horizonte. Cerca de R$ 15 milhões serão destinados às obras de reforma, ampliação e modernização dos 15 prédios que existiam no terreno e que passam a abrigar as atividades. A conclusão e adequação física do campus está prevista para o final de dezembro.
Os diversos núcleos serão implantados em etapas, em parceria com o setor privado e sociedade civil. O objetivo é promover a apropriação dessa cultura pelos jovens, para que cada um se coloque no mundo como protagonista de sua própria trajetória e possa usufruir seu direito ao trabalho, à educação e à participação.
A expectativa é que ainda neste ano 2000 jovens, de 37 escolas e 20 bairros, sejam beneficiados em ações culturais e informativas. Contudo, a capacidade total do Centro prevê o atendimento de 8000 estudantes por dia. Os quatro primeiros núcleos instalados serão o Valores de Minas; Oi Kabum!; Amigo do Professor; e Empreendedorimo Juvenil.
Ciente de que a cultura digital tem um enorme potencial de transformação da realidade social, o Governo do Estado de Minas Gerais elegeu o Plug Minas como um de seus projetos estruturadores, integrante da área de resultados "Protagonismo Juvenil". Isso significa que é um dos projetos estratégicos do Governo, que possuem monitoramento intensivo e metas e ações a serem cumpridas até 2011.

domingo, 5 de outubro de 2008

Conhecendo referências

Convido o amigo leitor (ou blogueiro) interessado em aprofundar seus estudos sobre a educação online a visitar (leia-se conhecer de perto) alguns educadores do Brasil que são fundamentais para o entendimento de pressupostos teóricos que fundamentam a educação online.




Hoje convido a todos para visitar o site de Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, ou simplesmente Beth Almeida no seu próprio site: http://bethalmeida.com/

Caso você tenha outra referência sobre Beth Almeida socialize conosco, deixando no espaço de comentários algum outro link.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

2º Simpósio sobre Hipertexto - UFPE - Setembro de 2008

Estaremos em Recife (PE), no 2º Simpósio dobre Hipertexto e Tecnologias na Educação, apresentando o seguinte trabalho:
SERAFIM, Maria Lucia, PIMENTEL, Fernando S.C. e SOUZA DO Ó, Ana Paula. APRENDIZAGEM COLABORATIVA E INTERATIVIDADE NA WEB: EXPERIÊNCIAS COM O GOOGLE DOCS NO ENSINO DE GRADUAÇÃO. Agosto de 2008.

RESUMO

O artigo apresenta a ferramenta Docs, disponível no "pacote Google", como alternativa ao contexto da prática pedagógica docente superior, na busca de promover um aprendizado mais significativo e colaborativo. Estrutura-se na experiência orientada por educadores de cursos de graduação de Matemática e Gestão da Tecnologia da Informação, da Universidade Tiradentes-Pólo Faculdade Integrada Tiradentes - FITS, e do Curso de Licenciatura em Computação da Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande. Por meio da pesquisa analisam-se as várias funções da ferramenta GOOGLE DOCS em processos de ensino-aprendizagem como possibilitadora de atitudes colaborativas no universo da interatividade virtual para alunos de graduação nas modalidades presencial e a distância.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Educação online

Mapa Conceitual do texto de:

MORAN, José Manuel. Contribuições para uma pedagogia da educação online. In: SILVA, Marco. Educação Online. São Paulo. Loyola. 2003 (p. 39 a 50).

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Conceitos Básicos de EAD (segundo Moore e Kearsley)

Mapa Conceitual com alguns elementos do 1º capítulo do livro
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: uma visão integrada,
de Moore e Kearsley.

EAD - CONCEITOS BÁSICOS








domingo, 6 de julho de 2008

E os programas do Governo...

Qual a carta que o Governo Federal tem na manga?

Na semana passada dois fatos interessantes envolvendo educação rodaram as mídias jornalísticas do Brasil. A primeira foi sobre o piso nacional salarial, já confirmado pelo senado, esperando a sansão do presidente. Depois de tanto tempo “parece” que o ofício do educador vai começar a ser reconhecido. Mas não tenhamos dúvidas: este fato tem dois lado! Estamos em ano de eleição... e por aí vai...

Mas o fato que nos chamou atenção foi o lançamento do Programa Computador Portátil para Professor. O que foi incrível foi justamente o que o ministro Fernando Haddad comentou, e que aqui transcrevemos:

“Mas para nós, do MEC, inclusão digital não é simplesmente disponibilizar equipamento conectado; envolve, também, a capacitação das pessoas e produção de conteúdos educacionais a serem utilizados pelos educadores” (disponível no site do MEC).

Espero realmente que esta tal formação possa realmente habilitar os professores para usarem os equipamentos numa pedagogia envolvente. Como já disse em outra ocasião, não adiantar usar as novas tecnologias para continuar ministrando o mesmo tipo de aula, com os alunos escutando (e eles não estão escutando muito não hein!) e os educadores se esgoelando...

O que me preocupa é o grande número de evasão dos educadores que se inscrevem em cursos de formação continuada promovidos, inclusive pelo MEC. Só para termos uma visão, dos 400 educadores inscritos no primeiro módulo do e-Proinfo em Alagoas, mais da metade desistiu do curso. Motivos? Diversos.
Vamos ver no que vai dar. Eu estarei torcendo para que nós educadores possamos entrar de vez na era digital, aproveitando SABIAMENTE tudo aquilo que este “admirável mundo novo” pode nos oferecer.