- A IA chegou à escola. E agora?
- Os desafios da IA: o que os professores precisam observar
- IA como aliada: possibilidades para transformar a aprendizagem
- Reinventando a docência: o que a IA nunca substituirá
Educação OnLine by Fernando Pimentel
Educação - Tecnologias - Espiritualidade - Partilha
segunda-feira, 1 de junho de 2026
Ensinar em tempos de IA Generativa: crise ou reinvenção da docência?
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Magnífica Humanitas: quando o Papa fala de IA, ele está falando de você
E muita gente logo perguntou: por que um papa está falando de inteligência artificial? A resposta mais honesta é que ele não está falando de inteligência artificial. Pelo menos, não apenas disso.
A IA é o pano de fundo. O tema é o ser humano.
Escrevo isso como catequista, como professor e como pesquisador da área de Educação e Tecnologias. São três lugares de onde leio este documento ao mesmo tempo, e de todos eles a conclusão é a mesma: Leão XIV não está fazendo uma análise técnica da IA. Ele está fazendo algo muito mais antigo e mais necessário. Está cuidando do rebanho.
A inteligência artificial aparece na encíclica como o sinal dos tempos, as chamadas res novae, as "coisas novas" do nosso tempo, assim como a questão operária era a novidade do tempo de Leão XIII. Mas o que move este papa não é a tecnologia em si. É a pergunta que ela força para o centro: quem somos nós? O que não podemos perder de nós mesmos?
Como pastor, ele vê o rebanho exposto a riscos reais: a desumanização silenciosa, a substituição das relações autênticas por simulacros digitais, o trabalho ameaçado, a verdade fragilizada, a guerra banalizada pelos algoritmos. E por isso fala. Não como quem condena a tecnologia, mas como quem quer que as ovelhas escutem o pastor antes de atravessar terreno perigoso.
Um breve mapa da encíclica
O documento é extenso e rico, dividido em cinco capítulos precedidos de uma introdução e encerrados por uma conclusão de fôlego espiritual. De forma muito sintética:
A introdução evoca duas imagens bíblicas que percorrem todo o texto: a Torre de Babel, símbolo do poder que se fecha em si mesmo e desumaniza; e a reconstrução das muralhas de Jerusalém sob a liderança de Neemias, símbolo de responsabilidade partilhada, escuta e reconstrução paciente do que é humano.
O Capítulo I faz um percurso pela tradição viva da Doutrina Social da Igreja, de Leão XIII ao Papa Francisco, mostrando que a Igreja sempre caminhou com a humanidade diante das grandes transformações históricas.
O Capítulo II apresenta os fundamentos e princípios dessa Doutrina Social como a dignidade humana, o bem comum, a destinação universal dos bens, a subsidiariedade, a solidariedade e a justiça social, todos como critérios concretos de discernimento para a era digital.
O Capítulo III enfrenta diretamente o paradigma tecnocrático e as promessas da IA, incluindo uma análise crítica do transumanismo e do pós-humanismo. O Papa é claro: os sistemas de IA não vivem, não amam, não têm consciência moral. Podem imitar, mas não compreender. E por isso não podem substituir o ser humano no que ele tem de mais precioso.
O Capítulo IV desce ao cotidiano: a verdade como bem comum ameaçado pela desinformação, a dignidade do trabalho em risco com a automação, a fragilidade das famílias, a proteção dos jovens e o alerta às novas formas de escravidão escondidas nas cadeias de produção digital. Para quem atua na educação e pesquisa sobre tecnologia, este capítulo merece uma leitura especialmente atenta.
O Capítulo V olha para o cenário geopolítico: a normalização da guerra, o uso da IA em sistemas bélicos, a crise do multilateralismo e propõe, em contraposição, a "civilização do amor" como projeto concreto e exigente, não como utopia ingênua.
A conclusão é uma espécie de programa de vida cristã: fidelidade à verdade, investimento na educação, cuidado das relações, amor à justiça e à paz, tudo iluminado pelo Magnificat de Maria, que vê a história com os olhos dos pequenos.
Três perguntas para uma leitura aprofundada e reflexão sobre o que nos ensina o Papa
Se a inteligência artificial pode imitar a linguagem, a empatia e até o conselho sábio, o que resta de insubstituível na relação humana? O que, em minha vida, só pode ser dado por uma presença real?
O Papa fala de uma "síndrome de Babel": a idolatria do lucro, a uniformidade que apaga as diferenças, a pretensão de reduzir tudo a dados e desempenho. Em que momentos minha própria forma de usar a tecnologia reproduz essa lógica?
Leão XIV afirma que "a qualidade de uma civilização não se mede pelo poder dos seus meios, mas pelo cuidado que sabe oferecer". Que tipo de cuidado estou oferecendo às pessoas ao meu redor, e a IA está ajudando ou substituindo esse cuidado?
Para continuar lendo
Esta foi uma primeira leitura, feita ainda no calor do dia do lançamento. Como catequista, já vejo aqui material precioso para o processo de iniciação cristã e para a formação de adultos na fé. Como professor e pesquisador de Educação e Tecnologias, vejo um documento que vai exigir diálogo sério com a academia, com as escolas e com as políticas públicas. O texto merece, e exige, muito mais do que uma passagem rápida.
Outras leituras serão feitas, com mais calma e atenção, para compreender em profundidade o magistério que Leão XIV começa a construir. Uma coisa, porém, já ficou clara desde esta primeira vez: este papa quer ser ouvido. E o que ele tem a dizer é urgente.
A encíclica Magnifica Humanitas está disponível integralmente no site da Santa Sé:
https://www.vatican.va/content/leo-xiv/en/encyclicals/documents/20260515-magnifica-humanitas.html
domingo, 24 de maio de 2026
Cinco territórios, um mapa em gênese
Diário de bordo · Pesquisa cartográfica · RIEH · 24 de maio de 2026
Depois de meses de trabalho coletivo com entrevistas, visitas a campo, diários de bordo, horas de análise em grupo, o mapa da nossa pesquisa com a Rede de Inovação para a Educação Híbrida (RIEH) ganhou cinco territórios. E ao olhar para eles juntos, pela primeira vez, algo se revela que nenhum território revelaria sozinho: estamos diante de uma rede em gênese.
quarta-feira, 20 de maio de 2026
O mapa que se faz enquanto se caminha — Rio Branco, Acre
Vamos a mais um registro cartográfico, neste diário de bordo...
segunda-feira, 18 de maio de 2026
A criança que habita em mim: sobre ludicidade, aprendizagem e o que esquecemos quando crescemos
Há um momento peculiar na vida adulta em que nos pegamos olhando para uma criança brincando — completamente absorta, de olhos brilhantes, sem relógio, sem preocupação — e sentimos algo difícil de nomear. Não é apenas saudade. É reconhecimento. É como se algo dentro de nós dissesse: eu também sou isso. E logo depois, com quase a mesma velocidade, a vida adulta nos recoloca no lugar: compromissos, seriedade, produtividade.
Mas e se essa criança nunca tivesse ido embora de verdade? E se a ludicidade não fosse apenas uma fase superada, mas uma dimensão essencial do ser humano — que continuamos sendo, mesmo quando não sabemos mais como acessá-la?
A ludicidade é uma necessidade do ser humano em qualquer idade e não pode ser vista apenas como diversão. O desenvolvimento lúdico, além de contribuir e influenciar na formação da personalidade, inteligência e caráter, é uma das mais importantes necessidades do ser humano.
— Luckesi (2014), parafraseadoLudicidade: uma condição humana, não uma fase infantil
Cipriano Carlos Luckesi, um dos pesquisadores mais comprometidos com o tema no Brasil, nos convida a olhar para a ludicidade não como sinônimo de jogo ou brinquedo, mas como um estado interior — uma qualidade de experiência que pode ser vivida em qualquer atividade. Para Luckesi, o estado lúdico é aquele em que o sujeito está completamente presente, inteiro, entregue ao que faz, sem a fragmentação entre razão e emoção que tanto nos acompanha na vida cotidiana.
Essa perspectiva é radical porque desfaz a falsa dicotomia entre o sério e o lúdico. Afinal, podemos viver ludicamente uma conversa, uma escrita, um problema matemático — desde que estejamos inteiramente presentes. O que a cultura adulta faz, muitas vezes, é nos ensinar a desconfiar desse estado: como se a entrega, a alegria e a leveza fossem sinais de falta de compromisso.
E o preço disso, na educação, tem sido alto.
O que perdemos quando escanteamos o lúdico
Quando os processos educacionais se organizam exclusivamente em torno da transmissão de conteúdos — ignorando a dimensão lúdica dos sujeitos que aprendem —, algo importante se perde. Não apenas motivação ou engajamento, embora esses sejam sintomas visíveis. Perde-se a possibilidade de uma aprendizagem integrada, em que emoção, cognição e ação caminham juntas.
Junto com a profa. Daniela Ramos, discuto a relação entre cognição, aprendizagem e jogos digitais, e destacamos que o jogo não é apenas uma estratégia metodológica: ele é um ambiente no qual os processos cognitivos se intensificam. O engajamento lúdico ativa atenção, memória, resolução de problemas e criatividade de formas que a instrução direta raramente alcança. Não porque o jogo seja mais fácil — mas porque nele o aprendiz assume um papel ativo e significativo.
Dimensões do jogo na aprendizagem (Ramos & Pimentel, 2021):
O jogo digital, quando bem planejado, cria ciclos de tentativa, erro, feedback e ajuste — estrutura que replica processos naturais do aprender. O que está em jogo não é apenas o conteúdo, mas o próprio prazer de pensar.
Ludicidade no ensino superior: uma fronteira ainda a cruzar
Se no contexto da educação básica já existe resistência ao lúdico — como se brincar fosse coisa de criança pequena —, no ensino superior essa resistência se intensifica. A cultura universitária ainda está marcada por um ideal de seriedade acadêmica que confunde rigor com solenidade.
Jensen, Pedersen, Lund e Skovbjerg (2022), em uma revisão hermenêutica da literatura sobre abordagens lúdicas no ensino superior, argumentam que há um campo fértil e ainda subexplorado na articulação entre ludicidade e humanidades. Para os autores, as abordagens lúdicas não representam uma simplificação do conhecimento, mas uma abertura para formas mais integradas e reflexivas de aprender — formas que mobilizam a subjetividade do estudante, e não apenas sua capacidade de armazenar informações.
Essa visão é reforçada por Iza Marfisi-Schottman, que, ao analisar o uso de jogos no ensino superior, defende que aprender através do jogo exige dos estudantes tomadas de decisão, negociação de sentidos e construção ativa de soluções — processos que prepararam melhor para o mundo do que a memorização passiva jamais poderia fazer.
A questão não é "como tornar o conteúdo divertido", mas como criar espaços em que o aprendente possa estar inteiramente presente — lúdico — durante o processo de aprender.
— síntese da autora, inspirada em Luckesi (2014) e Jensen et al. (2022)Repensar a ludicidade é repensar quem somos no ato de aprender
Uma revisão sistemática recente de Rodríguez Ferrer et al. (2025) aponta que metodologias lúdicas aplicadas à avaliação no ensino superior produzem resultados positivos em termos de motivação, colaboração e aprendizagem significativa — mas ainda são pouco adotadas, em parte pela resistência cultural e institucional, em parte pela falta de formação dos educadores nessa direção.
É aqui que retornamos a Luckesi: a formação do educador precisa incluir a (re)descoberta da própria dimensão lúdica. Um professor que não se permite ser lúdico dificilmente criará espaços lúdicos para seus alunos. Não porque falta técnica, mas porque falta experiência interna — aquela que só vem quando nos permitimos, ainda que por um momento, voltar a ser a criança que não foi embora.
Repensar a ludicidade nos processos educacionais é, portanto, um ato pedagógico e também um ato de humanização. É reconhecer que independentemente da idade, do contexto ou do nível de ensino, o ser humano aprende melhor quando está inteiro — e aprende com mais alegria quando o que faz tem sentido e gera prazer.
A criança que habita em mim não pede para que eu abandone a seriedade do mundo adulto. Ela pede apenas que eu não a esqueça. Que lembre, de vez em quando, que brincar com ideias não é menos sério do que estudá-las à distância. Que a ludicidade não é o oposto do rigor — é o solo fértil em que o rigor pode, enfim, florescer.
— E talvez seja essa a maior tarefa da educação: não apenas ensinar conteúdos, mas cultivar seres humanos capazes de brincar com o mundo enquanto o transformam.
REFERÊNCIAS
- LUCKESI, Cipriano Carlos. Ludicidade e formação do educador. Revista Entreideias, v. 3, n. 2, 2014. Acesso aqui ↗
- RAMOS, Daniela Karine; PIMENTEL, Fernando Silvio Cavalcante. Cognição, aprendizagem e jogos digitais. In: PIMENTEL, F. S. C. Aprendizagem baseada em jogos digitais. Rio de Janeiro: BG Business Graphics, 2021.
- JENSEN, J. B. et al. Playful approaches to learning as a domain for the humanities in higher education culture. Arts and Humanities in Higher Education, v. 21, n. 2, p. 198–219, 2022.
- MARFISI-SCHOTTMAN, Iza. Jogos no ensino superior. In: Enciclopédia de educação e tecnologias da informação. Cham: Springer, 2020.
- RODRÍGUEZ FERRER, José M. et al. Metodologias lúdicas para avaliação no ensino superior: uma revisão sistemática. Edutec-E, 2025. Acesso aqui ↗
sábado, 16 de maio de 2026
Diário de bordo – 14 de maio de 2026: Rio Branco, o Acre e uma rede dentro da rede
E vamos a mais um registro cartográfico...
Na última quinta-feira, 14 de maio, dei continuidade à produção dos dados da pesquisa. Desta vez, o território visitado foi Rio Branco, capital do Acre — e, para mim, uma primeira vez: nunca havia estado neste estado do Norte do Brasil, integrante da região amazônica.
O Acre carrega uma história singular e marcante. Um território que já foi Estado independente e que se tornou parte do Brasil por meio de um processo que custou sangue, disputas e resistência. Chegar ali é, por si só, um ato de reconhecimento de que cada território da rede tem sua própria espessura histórica — e que isso importa para a cartografia.
Uma rede dentro da rede
Em Rio Branco, conheci o Centro de Mídias Educacionais do Acre, o Cemeac — um espaço estruturado para a produção de mídias digitais, que atende a diversos programas e projetos locais e nacionais, entre eles a Rede de Inovação para a Educação Híbrida (RIEH). No Cemeac estão instalados quatro Núcleos de Inovação para a Educação Híbrida (NIEH), e um deles foi inaugurado justamente no dia seguinte à minha visita, em 15 de maio.
As impressões foram boas. Ao percorrer o espaço e conversar sobre as ações desenvolvidas, percebi algo que me chamou atenção de imediato: há uma organização para a inovação — não apenas no sentido de tecnologias ou equipamentos, mas no sentido de mudanças nas práticas pedagógicas. São mais de 80 pessoas envolvidas com o planejamento, a produção e a revisão dos materiais, o que revela uma intencionalidade coletiva pouco comum.
E foi justamente essa percepção que me fez pensar: o Acre está se constituindo em uma rede dentro da rede. Pode parecer redundância — afinal, o que se esperaria de uma rede de ensino senão que seus territórios formem, cada um, sua própria teia interna? Mas não é assim que funciona em todos os lugares. Esta visita me fez perceber que há aqui uma integração real, uma intencionalidade para que professores e estudantes utilizem o espaço — ainda que de forma tímida em alguns aspectos. E o investimento público em equipe e equipamentos sinaliza que o pensamento institucional aposta, de fato, na educação híbrida como prática possível.
O que o mapa revela neste território
Em termos documentais, ainda não existem normativos ou projetos próprios que delimitem o conceito de Educação Híbrida adotado pelo Acre; o material de referência utilizado é o disponibilizado pelo Ministério da Educação, construído no âmbito da RIEH. O conceito, portanto, ainda não encontrou aqui uma versão local — o que, como já apontamos em outros registros desta cartografia, é ao mesmo tempo uma tensão e uma abertura.
Sobre a formação de professores, a secretaria de educação realiza formações continuadas, e as formações relacionadas à educação híbrida ou ao uso do espaço e dos equipamentos acontecem de forma pontual, para atender demandas específicas — não ainda como política sistemática de formação.
Um detalhe que merece destaque: ao contrário de outros NIEH que já visitamos, o Cemeac está localizado em uma grande avenida de Rio Branco, amplamente visível e reconhecido pelos professores da rede estadual. A localização não é um dado menor — ela diz algo sobre a presença institucional da política no território. Há um colégio de tempo integral nas proximidades e, a alguns poucos quilômetros, a Universidade Federal do Acre, o que abre possibilidades de articulação que ainda parecem pouco exploradas.
Os quatro Núcleos seguem o padrão da RIEH, mas o Núcleo 4 apresenta uma nova configuração espacial. Há também diferenças em relação aos equipamentos de referência indicados pela Rede — entre elas, a presença de mesas digitalizadoras em cada Núcleo, permitindo que os professores as utilizem na gravação de aulas sem precisar recorrer aos recursos touch screen das TVs. Uma adaptação local que merece ser registrada como dado cartográfico: os territórios não recebem passivamente as políticas — eles as reinterpretam.
O material produzido fica armazenado em repositório próprio, com integração ainda limitada com a RIEH. Não foram implantados até o momento meios para que esses materiais sejam depositados também no repositório da Rede; o AVA da RIEH tem uso reduzido no cotidiano do Cemeac.
Por fim, enquanto integrante da RIEH, o Cemeac mantém relações mais diretas com o Amazonas e com o Pará — o que faz sentido pela singularidade geográfica e cultural dos estados do Norte. O diálogo com outras unidades federativas não acontece de forma sistêmica ou sistematizada, ficando restrito a alguns encontros promovidos pelo MEC ou pela própria RIEH.
Vale registrar também que, na última quarta-feira, 13 de maio, a equipe (Jéssica e Fernando) esteve no NIEH de Aracaju, ampliando ainda mais o alcance cartográfico desta etapa da pesquisa. Dois territórios visitados em dias seguidos, em regiões distintas do Brasil — cada um com sua própria história e seus próprios modos de habitar a rede. Em breve nos reuniremos para compartilhar as descobertas dessas visitas e deixar que os mapas conversem entre si.
O mapa cresce. E cada território visitado nos ensina que a rede é feita de singularidades — não de réplicas.
Seguimos caminhando...
terça-feira, 12 de maio de 2026
Quando o mapa começa a falar por si mesmo
Diário de bordo – 12 de maio de 2026: quando o mapa começa a falar por si mesmo
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Diário de bordo – 7 de maio de 2026: o que o mapa já começa a revelar?
Diário de bordo – 7 de maio de 2026: o mapa que nasce no encontro
quarta-feira, 6 de maio de 2026
O que gestores da educação pensam sobre a Educação Híbrida?
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