Comentário ao relato de experiência de Diogo Ramos (Texto original disponível em: Entrelinhas e Links – Prof. Diogo)
Educação OnLine by Fernando Pimentel
Educação - Tecnologias - Espiritualidade - Partilha
sexta-feira, 24 de abril de 2026
Transcrição de Entrevistas com Apoio de IA: um protocolo metodológico em construção
Comentário ao relato de experiência de Diogo Ramos (Texto original disponível em: Entrelinhas e Links – Prof. Diogo)
domingo, 19 de abril de 2026
Evasão no Ensino Superior
- Falta de identificação com o curso escolhido: muitos estudantes percebem, após alguns meses, que a graduação não corresponde ao que esperavam.
- Ausência de perspectiva profissional: o receio de não conseguir uma renda digna ao se formar desanima muitos jovens.
- Infraestrutura insuficiente: há instituições que não oferecem o suporte pedagógico necessário para que o aluno avance com segurança.
- Pressão financeira e familiar: boa parte dos estudantes precisa contribuir com o sustento da família, o que compromete a dedicação aos estudos.
- Falta de apoio financeiro: a escassez de bolsas e políticas de assistência estudantil é um fator determinante para que muitos desistam antes de concluir o curso.
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Afetar e ser afetado: notas sobre intervenção em uma semana de docência
domingo, 12 de abril de 2026
Mapeando experiências, produzindo caminhos: desdobramentos de uma investigação em curso
Perguntas mobilizadoras para a continuidade da pesquisa:
Para manter o espírito cartográfico, abaixo registro algumas perguntas que devem abrir caminhos, não fechá-los. Aqui vão algumas que podem acompanhar a postagem:
- Que forças visíveis e invisíveis atravessam a implementação dos Núcleos de educação híbrida nos diferentes contextos investigados?
- De que modo as experiências vividas em campo tensionam nossas concepções prévias sobre educação híbrida?
- O que escapa aos registros formais, mas insiste em aparecer nos relatos e nas entrelinhas das experiências?
- Como os sujeitos implicados nos Núcleos (gestores, docentes, mediadores) produzem sentidos sobre o híbrido em seus cotidianos?
- Que diferenças emergem entre o que está prescrito nas políticas e o que é efetivamente vivido nos territórios?
- De que maneira a pesquisa pode acompanhar (e não capturar) os processos em curso?
- O que as próximas visitas precisam considerar para ampliar a escuta e a sensibilidade do olhar investigativo?
- Que novos problemas surgem quando colocamos em análise aquilo que, inicialmente, parecia dado ou evidente?
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Cartografando caminhos: um novo momento da pesquisa a partir da visita ao Nieh
quarta-feira, 8 de abril de 2026
Desdobramentos da pesquisa: quando o campo nos convoca a novos caminhos
domingo, 5 de abril de 2026
Parar sem parar: o momento em que o pesquisador precisa se encontrar no mapa
O pesquisador-cartógrafo e a arte de sentir o caminho
Sensibilidade, atenção e o constante replanejamento das rotas na pesquisa cartográfica.
domingo, 29 de março de 2026
Anais do IX Encontro de Pesquisa em Educação em Alagoas (Epeal 2025)
Confira as publicações do grupo Comunidades Virtuais Ufal no IX Encontro de Pesquisa em Educação em Alagoas (Epeal 2025).
SANTANA, S. J.; PIMENTEL, F. S. C.; BITTENCOURT, I. I. Incorporação de artefatos digitais por monitores como estratégia pedagógica para promoção da equidade educacional. In.: XI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM ALAGOAS (Epeal), 2025, On-line. Maceió. Anais [...]. Maceió: Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 2025. Disponível em: https://doity.com.br/anais/epeal/trabalho/471377. Acesso em: 29/03/2026
CORREIA, S. K. S.; SANTOS, L. V.; PIMENTEL, F. S. C. Metacognição, currículo e inovação: um estudo sobre as práticas pedagógicas na área da Saúde In.: XI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM ALAGOAS (Epeal), 2025, On-line. Maceió. Anais [...]. Maceió: Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 2025. Disponível em: https://doity.com.br/anais/epeal/trabalho/468313 Acesso em: 29/03/2026.
NETO, F. N. C.; LIMA, M. S. O.; PIMENTEL, F. S. C. Metodologias Participativas e Tecnologias Digitais: inovação no ensino presencial, semipresencial e a distância. In.: XI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM ALAGOAS (Epeal), 2025, On-line. Maceió. Anais [...]. Maceió: Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 2025. Disponível em: https://doity.com.br/anais/epeal/trabalho/469328. Acesso em: 29/03/2026.
SANTOS, D. H. B.; SANTANA, S. J.; PIMENTEL, F. S. C. Práticas avaliativas no contexto do web currículo: planos de aula em formato de infográfico na formação inicial docente. In.: XI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM ALAGOAS (Epeal), 2025, On-line. Maceió. Anais [...]. Maceió: Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 2025. Disponível em: https://doity.com.br/anais/epeal/trabalho/477982 Acesso em: 29/03/2026.
PIMENTEL, F. S. C.; FILHO, E. S. Práticas avaliativas na ABP: a BNCC e as TDIC como referência para a inovação pedagógica. In.: XI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM ALAGOAS (Epeal), 2025, On-line. Maceió. Anais [...]. Maceió: Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 2025. Disponível em: https://doity.com.br/anais/epeal/trabalho/474730 Acesso em: 29/03/2026.
MARTINS, M. J. R. Am.; SILVA, M. G. A. Construção do livreto interativo do show de Química da Usina Ciência/Ufal com realidade aumentada e realidade virtual In.: XI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM ALAGOAS (Epeal), 2025, On-line. Maceió. Anais [...]. Maceió: Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 2025. Disponível em: https://doity.com.br/anais/epeal/trabalho/475896 Acesso em: 29/03/2026.
domingo, 22 de março de 2026
Digital Technologies: Tools or Artifacts? A False Dilemma in Contemporary Education (Part 2)
The very idea of mediation, central to Lev Vygotsky, gains new depth. Digital technologies do not only mediate content; they mediate relationships, time, space, and forms of participation. They expand—and, in some cases, constrain—the Zone of Proximal Development by reorganizing possibilities for collaboration, authorship, and access to knowledge.
An artifact transcends a simple material object, carrying layers of cultural and social meaning that reveal how societies construct their reality. Its understanding evolves from ethnological analysis to broader sociological dimensions, culminating in the view of digital technologies as true contemporary artifacts.
In ethnology, an artifact refers to products created by human groups, such as stone tools or ornaments, which materialize cultural practices and rituals. Alfred Kroeber and Clyde Kluckhohn emphasize that these items are not neutral; they embody ancestral knowledge, symbolizing tribal identities and environmental adaptations. This perspective highlights historicity, where the artifact is a living trace of a specific culture.
From a sociological standpoint, the concept expands to include social constructions that mediate human relations, as proposed by Bruno Latour in Actor-Network Theory. Artifacts do not act in isolation; they form networks with humans, influencing power, norms, and everyday interactions. Pierre Bourdieu complements this view by interpreting them as “habitus objects,” reproducing social structures and collective habits within contexts of domination or resistance.
Digital technologies—such as distance learning platforms or social networks—fit perfectly as digital artifacts: they go beyond utilitarian functionality, mediating cultural meanings and reconfiguring subjectivities. Inspired by Vygotsky, they act as cognitive extensions, shaping the Zone of Proximal Development in hybrid environments. Thus, a Moodle is not merely a tool, but an artifact that constructs collaborations and pedagogical identities in the digital age.
Insisting on the conception of technology as a simple tool is, to some extent, to reduce its educational potential. It is to ignore its role as a constitutive element of contemporary culture and, consequently, of learning itself.
Defending digital technologies as artifacts is not a terminological exercise. It is an invitation to a paradigm shift. It means recognizing that educating in digital culture requires more than incorporating resources—it demands understanding the epistemological, cognitive, and social transformations these artifacts engender.
And so, we return to the provocative question: is technology a tool?
Perhaps the most honest answer is: not only. And it is precisely in this “not only” that lies both the challenge and the potential of education in the 21st century.