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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Tutoria em ambientes virtuais

Esta apresentação foi realizada pelas professoras Teresita Lo Prete y Mariela Svetlichich, docentes da Faculdade de Ciências Econômicas e de Administração e tutoras no Programa de Formación de Formadores "Educación universitaria, Innovación, TIC", do Projeto TICUR.


domingo, 22 de novembro de 2009

Número de alunos por Tutor



Hoje, atualizando-me diante dos periódicos semanais e também por meio de meus contatos (via Twitter), deparei-me com a notícia da Revista Época sobre o projeto que tramita no Congresso Nacional sobre o número de alunos por sala.
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É uma boa idéia limitar? Sim, creio que sim, principalmente quando percebemos o papel de mediador de conhecimento que deve ter o professor.
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Mas... e nas salas virtuais? Nos AVA? Qual o número ideal de alunos para cada tutor?
Evidentemente que estas perguntas não merecem respostas simplistas. Merecem debates e considerações.
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Só queria mencionar o fato de que, diante as pesquisas sobre a presença e atuação de tutores em cursos na EAD, tudo vai depender da intencionalidade pedagógica do curso. Se ele é construído numa perspectiva monológica (entenda-se Taylorismo e Fordismo) o tutor é mera figura decorativa, subcategoria da docência.
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Mas se o curso é elaborado numa perspectiva dialógica o tutor tem uma grande contribuição e responsabilidade (e tenho visto cada coisa estranha). Para muitos o problema esta na nomeclatura (tutor). Para mim o problema esta na arquitetura pedagógica, na intencionalidade do curso (e da instituição que promove o curso).
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Convido-os a ler a matéria da Revista Época
e comentarem, discutindo sobre a necessidade de limitar o número de alunos por tutor, ou por professor na EAD.
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Um bom domingo!

domingo, 10 de maio de 2009

O papel do tutor na EAD, segundo o Secretário...


O papel do tutor na EAD, segundo Carlos Eduardo Bielschowsky, secretário de Educação a Distância do MEC , por Debora Thomé (repórter da Folha Dirigida).


O papel do tutor, nesse caso de adaptação ao sistema de ensino-aprendizagem, é muito importante...


Secretário: O papel do tutor transcende isso. Não é porque ele conquistou a autonomia que ele não vai interagir com o tutor. Mas nessa fase de transição o papel dele é muito importante, porque além de ele agilizar o processo de ensino-aprendizagem, de interação com as pessoas, ele também é responsável por ser motivador. Mas depois que a pessoa adquire autonomia o tutor é fundamental para a fixação de conteúdo, para quem tiver dificuldade em alguma coisa. É um ensino não-passivo. Ele é mais ativo do que no ensino presencial e isso está na origem do modelo. É, aliás, uma das grandes contribuições do ensino a distância como um todo, até para o presencial mesmo. As pessoas que participam do processo de ensino a distância na UFRJ, na UFMT, na Federal do Rio Grande do Norte, para citar algumas, passam a ter uma outra visão da pedagogia do processo a distância. Tem casos em que o tutor, porque é professor no modelo tradicional, quer dar aula. Então, isso não é bom, porque tutor não dá aula. Para ser tutor, na verdade, é preciso ter capacitação, e isso quem faz é a universidade. A pessoa é especializada naquela determinada área e é, então, capacitada para atuar no processo de ensino-aprendizagem. Esse é um elemento importante que nós estamos exigindo no nosso processo de regulação dos cursos a distância.
(Grifo nosso - para nossa discussão)!!!

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Educação a Distância

Mapa Conceitual sobre dois componentes da EAD: o professor-tutor e o aluno.
Se você não conseguir visualizar, solicite para o e-mail prof.fernandoscp@gmail.com e enviarei para você!