Postado originalmente no Instagram (@fernandoscpimentel)
Esta semana, uma postagem das Religiosas da Instrução Cristã bateu forte em meu coração. Talvez porque, em tempos de falar de travessia, de confiar e de seguir, eu tenha olhado para estes corredores de um jeito diferente.
Quantas histórias cabem nestes corredores… Aqui, passaram vidas, sonhos, encontros, despedidas. Aqui, pessoas fizeram suas próprias travessias, marcadas por este carisma que, de algum modo, também atravessou a minha história e a história da minha família.
Quantas vezes atravessei este corredor. Quantas vezes cheguei. Quantas vezes parti. Quantas vezes permaneci.
Hoje, porém, ao contemplar os sinais dos tempos e perceber o silêncio incomum neste corredor, algo dentro de mim também silencia. E, nesse silêncio, consigo escutar com mais clareza os apelos que o Senhor me faz.
É tempo de travessia. Tempo de seguir adiante. Tempo de deixar para trás o que precisa ser deixado. Tempo de confiar que, quando Deus chama, Ele também prepara o caminho. Tempo de ir aonde Ele me chama.
A Palavra nos lembra que há um tempo para cada coisa: tempo de chegar e tempo de partir, tempo de semear e tempo de colher. E talvez seja justamente isso que este momento me ensina: algumas travessias não significam esquecer o lugar de onde partimos. Significam levar conosco tudo aquilo que Deus nos permitiu viver.
Por isso, diante de tantos anos de história, só posso agradecer pela bondade de Deus nos 130 anos da chegada das Religiosas da Instrução Cristã ao Brasil e pelos 60 anos de presença em terras alagoanas, no Colégio Santa Madalena Sofia.
Agradecer pelas pessoas, pelos encontros, pelos ensinamentos, pelas sementes lançadas e por tudo aquilo que continuará florescendo.
E, olhando mais uma vez para este corredor, talvez eu compreenda que ele nunca foi apenas um lugar de passagem. Ele também foi caminho. Foi travessia. Foi parte da minha história. E agora, com o coração agradecido e a fé renovada, é tempo de seguir.
Porque, quando é o Senhor quem chama, a travessia também pode ser uma forma de dizer: “Eis-me aqui.”
Quantas histórias cabem nestes corredores… Aqui, passaram vidas, sonhos, encontros, despedidas. Aqui, pessoas fizeram suas próprias travessias, marcadas por este carisma que, de algum modo, também atravessou a minha história e a história da minha família.
Quantas vezes atravessei este corredor. Quantas vezes cheguei. Quantas vezes parti. Quantas vezes permaneci.
Hoje, porém, ao contemplar os sinais dos tempos e perceber o silêncio incomum neste corredor, algo dentro de mim também silencia. E, nesse silêncio, consigo escutar com mais clareza os apelos que o Senhor me faz.
É tempo de travessia. Tempo de seguir adiante. Tempo de deixar para trás o que precisa ser deixado. Tempo de confiar que, quando Deus chama, Ele também prepara o caminho. Tempo de ir aonde Ele me chama.
A Palavra nos lembra que há um tempo para cada coisa: tempo de chegar e tempo de partir, tempo de semear e tempo de colher. E talvez seja justamente isso que este momento me ensina: algumas travessias não significam esquecer o lugar de onde partimos. Significam levar conosco tudo aquilo que Deus nos permitiu viver.
Por isso, diante de tantos anos de história, só posso agradecer pela bondade de Deus nos 130 anos da chegada das Religiosas da Instrução Cristã ao Brasil e pelos 60 anos de presença em terras alagoanas, no Colégio Santa Madalena Sofia.
Agradecer pelas pessoas, pelos encontros, pelos ensinamentos, pelas sementes lançadas e por tudo aquilo que continuará florescendo.
E, olhando mais uma vez para este corredor, talvez eu compreenda que ele nunca foi apenas um lugar de passagem. Ele também foi caminho. Foi travessia. Foi parte da minha história. E agora, com o coração agradecido e a fé renovada, é tempo de seguir.
Porque, quando é o Senhor quem chama, a travessia também pode ser uma forma de dizer: “Eis-me aqui.”
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